Vai ficar? Técnico do São Paulo enxerga mercado escasso e sinaliza redução
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Dorival quer ficar no São Paulo em 2027 e aceita priorizar renovação em vez de salário
Treinador está satisfeito no clube, e deseja continuar o trabalho apesar da pressão pelos resultados; decisão sobre o contrato ficará condicionada à próxima gestão e ao cenário político do Tricolor.
O futuro de Dorival Júnior no São Paulo começa a ganhar contornos mais claros para 2027. Apesar dos resultados irregulares, das críticas recentes e das dificuldades enfrentadas em sua terceira passagem pelo clube, o treinador deseja renovar o contrato e continuar o trabalho no Morumbis. Segundo apuração de Valentin Furlan, o comandante tem sinalizado a pessoas próximas que a permanência no Tricolor é mais importante do que uma eventual disputa por valores salariais.
A posição representa um elemento importante em meio à instabilidade esportiva e à transição política que o São Paulo enfrentará nos próximos meses. O clube ainda precisa definir seu futuro presidencial, enquanto a comissão técnica tenta encerrar a temporada com resultados capazes de reduzir a pressão sobre o trabalho.
O desejo de continuidade, porém, não significa que a renovação esteja encaminhada. A negociação dependerá das condições contratuais, do planejamento para 2027 e das decisões da próxima administração.
Dorival quer renovar e continuar o projeto no São Paulo
De acordo com o UOL, Dorival tem demonstrado satisfação com o ambiente de trabalho e pretende permanecer no clube mesmo diante dos obstáculos encontrados desde sua chegada, em maio.
A disposição do treinador chama atenção porque o momento esportivo está longe de ser tranquilo. O São Paulo enfrenta cobranças pelos resultados no Campeonato Brasileiro, e o desempenho da equipe alimentou questionamentos sobre o comando técnico nas últimas semanas.
Ainda assim, a avaliação relatada pela publicação é de que Dorival não deseja condicionar sua permanência apenas aos resultados imediatos. O treinador considera positivo o ambiente no centro de treinamento e pretende dar sequência ao trabalho iniciado durante um período de crise.
A questão salarial também aparece como um fator relevante. Segundo o UOL, o pacote mensal de remuneração de toda a comissão técnica gira em torno de R$ 2 milhões, abaixo dos valores recebidos nos trabalhos anteriores na Seleção Brasileira e no Corinthians.
Uma eventual negociação para 2027 deverá considerar a realidade financeira do São Paulo. O desejo de permanecer, portanto, pode facilitar as conversas, mas não elimina a necessidade de definir valores, duração do vínculo e condições de trabalho.
Salário de R$ 2 milhões mensais coloca a renovação no contexto financeiro
O custo da comissão técnica é um dos pontos que a diretoria precisará considerar ao planejar a próxima temporada.
O valor de aproximadamente R$ 2 milhões mensais informado, corresponde ao pacote da comissão, e não exclusivamente ao salário de Dorival. Essa distinção é importante para compreender o peso financeiro do departamento técnico.
O treinador, segundo a apuração, não coloca a remuneração como prioridade absoluta para decidir se continuará no clube. Isso não significa que tenha aceitado formalmente uma redução salarial ou que exista um acordo financeiro para a renovação.
A eventual negociação deverá ser conduzida pela administração responsável pelo futebol a partir de 2027, em um contexto no qual o São Paulo precisa conciliar competitividade esportiva e controle de despesas.
A permanência de Dorival pode oferecer continuidade ao planejamento, mas também exigirá uma definição sobre reforços, estrutura de trabalho e condições para melhorar o desempenho da equipe.
Críticas aos gramados do CT provocaram desgaste nos bastidores
O caminho até uma eventual renovação não está livre de tensões.
Na semana anterior à publicação do UOL, Dorival criticou as condições dos gramados do centro de treinamento da Barra Funda. Após a vitória por 2 a 1 sobre o Vitória, em 10 de outubro, o treinador afirmou enfrentar um dos trabalhos mais complicados de sua carreira e questionou a qualidade dos três campos disponíveis para as atividades.
Segundo o UOL, as declarações incomodaram integrantes ligados à situação política do clube, que interpretaram as críticas como uma possível justificativa para os resultados abaixo das expectativas.
O episódio evidencia a distância entre a percepção do treinador sobre as dificuldades de trabalho e a leitura de parte dos dirigentes sobre a campanha da equipe.
Apesar do desgaste, a publicação informa que as críticas não alteraram a posição da gestão em relação ao comando técnico. O São Paulo não trabalha, segundo a apuração, com a demissão de Dorival neste momento.
A permanência também é influenciada pelo aspecto financeiro: uma ruptura contratual teria custos relevantes para um clube que enfrenta dificuldades econômicas. A multa rescisória foi estimada pelo UOL em aproximadamente R$ 6 milhões.
São Paulo não pretende trocar de treinador antes do fim da temporada
A decisão de manter Dorival está relacionada tanto ao cenário financeiro quanto à tentativa de preservar estabilidade no departamento de futebol.
Contratado em maio para conduzir o time durante um período de crise, o treinador recebeu a missão de reorganizar a equipe em meio a dificuldades esportivas e institucionais. Na avaliação relatada pelo UOL, uma mudança de comando neste estágio da temporada poderia prejudicar a continuidade do trabalho.
No momento retratado pela reportagem, o São Paulo ocupava a nona colocação do Campeonato Brasileiro, com 42 pontos, e ainda disputava a possibilidade de alcançar uma vaga na fase preliminar da Libertadores.
Esse cenário mantém a cobrança por resultados, mas também reforça a importância dos jogos restantes para a avaliação do trabalho. Uma sequência positiva pode fortalecer a posição do técnico; resultados negativos, por outro lado, tendem a ampliar a pressão externa.
Até aqui, a informação central é que a direção não considera a demissão uma medida em andamento. Isso não equivale a uma garantia de renovação para 2027.
Eleição presidencial pode definir o futuro de Dorival
A discussão contratual ocorrerá em meio à transição política do São Paulo. A eleição presidencial prevista para dezembro deverá influenciar as decisões sobre a estrutura do futebol e o planejamento da próxima temporada.
Conforme a reportagem do UOL, Marcelo Portugal Gouvêa é o nome da oposição, enquanto a situação prepara Vinícius de Medeiros para encabeçar sua chapa.
A definição da nova gestão será determinante para estabelecer quem conduzirá as conversas com Dorival e quais serão as prioridades esportivas e financeiras do clube.
Mesmo com a vontade de permanecer, o treinador não controla sozinho o desfecho. A continuidade dependerá do interesse da administração que assumirá o comando, das condições de renovação e da avaliação sobre o elenco e os resultados.
O cenário também abre uma discussão importante: manter Dorival significa apostar na continuidade de um trabalho iniciado durante uma crise, enquanto uma eventual mudança representaria uma nova reorganização do departamento de futebol.
Afinal, Dorival fica no São Paulo em 2027?
Neste momento, existem sinais favoráveis à permanência, mas ainda não há renovação confirmada.
O principal deles é a própria disposição do treinador de continuar no clube, mesmo sem colocar o aspecto financeiro acima da oportunidade de dar sequência ao trabalho. A ausência de um plano de demissão também reduz a possibilidade de uma ruptura imediata, segundo as informações publicadas pelo UOL.
Por outro lado, a eleição presidencial, a situação econômica e a avaliação esportiva da temporada permanecem como fatores decisivos.
A renovação precisará transformar a vontade de Dorival em um acordo com a direção responsável pelo planejamento de 2027. Até que isso aconteça, qualquer afirmação de permanência garantida seria precipitada.
O cenário mais consistente, portanto, é de um treinador disposto a ficar e de um clube que, por enquanto, não trabalha para demiti-lo. O próximo passo será saber se a nova gestão terá interesse em manter o projeto e quais condições oferecerá para que Dorival continue no Morumbis.
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Só o fato dele não vencer fora tem que sair.
Ainda fica pedindo reforço demais para esse desempenho fora de casa.
Obrigado pela cdb 23, vamos de Seabra, guanaes ou alguém que trabalhe com a base.
A torcida, se a diretoria eleita cumprir o que está falando, tem que entender, jogar com a base, salvar-nos do rebaixamento e fazer boas vendas.
Usar 50% do dinheiro das vendas para as dívidas como diretriz do clube, independente do presidente.
Olha o tanto de centro avante que estamos revelando. Calleri e André Silva vai atrasar a evolução destes.
Ryan e Nicolas qualidade acima da média
João Costa, biotipo e qualidade perfeita apra posição.
Gustavo Santana e Breno, teto alto para evoluir.
Dorival não dá mais, está em decadência clara, além disso, privilegia os veteranos em detrimento dos mais jovens, veja o caso do Osório e seu amor pelo Toloi.
Pra quem tiver com saudade do Alishow…
Se ele realmente aceitar uma redução, é um caso a se pensar, sim.
Nós, torcedores, estamos muito insatisfeitos com o São Paulo este ano. Fato.
Mas, sejamos frios, 65% da nossa insatisfação foi causada pelos dirigentes – algumas loucuras com reflexo no campo.
Troca do Crespo pelo Roger, transfer ban, CT precarizado, salários CLT em atraso… É uma desordem total.
Dorival tem lá suas limitações, mas não sei se dava para ter feito muito mais nas condições em que ele assumiu o time.
A base tem que ter mais espaço? Sim, sem dúvidas. Mas com a sequência negativa do time, era o caso de ter escalado a base?
Quem precisa sair, a meu ver, são os medalhões, mas é preciso trazer jogadores mais jovens e com sede de vitórias. Mesclá-los com a base.
O treinador precisa aceitar essa condição e a torcida precisa entender.
Pode até manter o Dorival. É o menor dos problemas
Ele poderia ter feito, mas largou o clube na pré temporada e foi pra SELELIXÃO.
Agora que o time começou a pegar no tranco a continuidade do Dorival seria uma boa, finalmente estamos mais sólidos defensivamente e o quarteto Artur (precisa ser contratado), Lucas (renovação com diminuição salarial), Luciano e Calleri também está rendendo mais. Sou contra contratação de treinadores pequenos e emergentes, fui convencido a pensar assim por causa dos últimos trabalhos.
Seria o melhor dos mundos.
O Dorival está percebendo que, com esse nível que ele está, não vai conseguir quem o queira nos valores que (pelo menos, em tese) pagamos para ele…
Eu sou contra a renovação do seu contrato, pelo trabalho ruim que vem fazendo nessa passagem dele pelo Tricolor, ao meu ver, tão ruim quanto do Roger Machado…
O blog agora toda hora tá em um formato diferente o que ta acontecendo
Ontem a rede mundial sofreu um ataque PHP e o blog ficou alguns segundos fora do ar por ataques.
Estou na luta, Vitor. Em 20 anos, nunca passei tanto ataque e dificuldade para manter sem oscilação.
Entendi Zanca pensei que era meu navegador com problemas
Sou a favor da continuidade do trabalho do Dorival, não vejo ninguém mais preparado e dentro das condições impostas pelo clube.
A próxima notícia infelizmente é sempre a pior, alguém acha que vamos ganhar fora de casa por que se nos classificarmos para libertadores e começarmos a ganhar fora eu vou fazer lobby pela permanência mas ele é de treinador infelizmente a idade e as atitudes pesaram. O clube só tem bandido dentro agora o ano inteiro é repleto de shows o que não acho ruim o ruim é não poder mais jogarmos no estádio e com esse treinador ano que vem esquece alguma coisa. Será mantido Calleri que o melhor pé é a cabeça, Luciano que briga com o time inteiro e principalmente com os meninos da base, Arboleda que fez o nosso clube ser rebaixado de status com a aceitação, Raphinha que só faz besteiras, Rafael não pega um pênalti não sabe sair do gol e toma frangos absurdos. Faz boas defesas as vezes e oscila muito.
Tchau e bença, ideal é começar 2027 com uma bela reformulação.
Não, valeu. Vá curtir a vida, Dorival!