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A permanência de Olten Ayres de Abreu Neto na presidência do Conselho Deliberativo do São Paulo pode recolocar em pauta uma das discussões mais importantes para o futuro institucional do clube: a separação entre o departamento social e o futebol, além da criação de mecanismos que facilitem uma eventual implementação da Sociedade Anônima do Futebol (SAF).

Nos bastidores, a expectativa é de que Olten reative uma comissão criada para estudar alternativas de modernização da estrutura administrativa do Tricolor. O grupo tem como objetivo analisar modelos de governança capazes de dar maior autonomia ao futebol, reduzindo a interferência política e aumentando a profissionalização da gestão.
A proposta de separar o futebol do clube social é vista por diversos especialistas como um passo importante para tornar o São Paulo mais atrativo para investidores. Atualmente, um dos principais entraves apontados por interessados em aportar recursos no clube é justamente a complexa estrutura política e administrativa que envolve as decisões estratégicas da instituição.
A retomada dos trabalhos da comissão acontece em um momento de intenso debate sobre o futuro financeiro do São Paulo. Com uma dívida elevada e dificuldades para competir economicamente com alguns rivais, cresce entre conselheiros e parte da torcida a discussão sobre novos modelos de gestão.
Embora a transformação em SAF não esteja oficialmente em votação neste momento, os estudos relacionados à separação do futebol e do clube social são vistos como um caminho que pode facilitar futuras negociações com investidores e criar uma estrutura mais moderna de governança.
Defensores da proposta argumentam que o futebol profissional necessita de maior independência financeira e administrativa para acelerar processos, atrair investimentos e melhorar sua capacidade de competir no mercado. Já os opositores defendem a manutenção do modelo associativo tradicional, alegando que mudanças estruturais precisam ser analisadas com cautela para preservar a identidade do clube.
A reativação da comissão pode representar o primeiro passo para que o tema volte à pauta de forma oficial nos próximos meses. Independentemente do modelo que venha a ser adotado no futuro, o debate sobre profissionalização, governança e sustentabilidade financeira promete continuar no centro das discussões políticas do São Paulo.
Com a permanência de Olten, a tendência é que esses estudos ganhem novo impulso, mantendo aberta a possibilidade de transformações significativas na estrutura do clube nos próximos anos.
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A questão não é a segregação entre o futebol e o social ou mesmo a implantação de uma SAF, o problema é ser a SAF do Olten, que até ontem era ferrenho defensor do Casares. Que já fez tudo que fez contra o clube, que tem Leco como secretário…
É senhores…….sou um saopaulino de corpo e alma……o SPFC é a maior paixao da minha vida…….acompanho mesmo a distancia (500km de SP) diariamente, tudo que envolve o SPFC. Sei que não pode ser assim, mas cada novo pequeno fragmento que conheço a respeito da politica do clube, faz minha paixão e vontade de acompanhar o SPFC diminuir. Meu coração sangra. Triste…..triste……triste.
Nessa tô com Olten. Separação do Social sim. SAF idem. Até lá. Fora Rui Costa. Fora Rafinha. Fora Massis velho safado que não quer mudar nada. Nem o Ruim Costa.
A nós, que estamos de fora, o melhor dos mundos é aprovar a separação e autorizar a SAF.
O modelo pode ser decidido depois. Antes de tudo, essas duas coisas precisam ser possíveis.
Se fizerem essas duas coisas, sinceramente, é o que o melhor que dá para fazer.
Não adianta ficar falando de democracia, participação do torcedor, quando não existem condições nem de fazer o básico.
O básico. Pelo que vi, parece que o setor de fiscalização afirmou que NUNCA teve acesso a contratos da Barra Funda. Ou seja, não se fiscaliza nada. Não é uma instituição séria.
Para começar a dar sinais de que quer mudar, virar uma instituição séria, precisa afastar a política das decisões do futebol.
Quem sabe a tia compra e trás o Abel….sarcástico.
Pudera, tem lá: Menta, Biassoto, Batista, Cruz e entre outros.
As pessoas se iludem
Os caras estão destruindo o clube para colocar uma SAF, de “SAFados” comandando a empresa
Será um jogo de cartas marcadas a implantação disso
O clube foi sequestrado e só a Polícia pode salvá-lo
Claro que seria necessario fazer um mapeamento interno sobre as tendencias de cada grupo de conselheiros para entender essas manobras. Mas no final das contas o conselho ficou dividido em dois grupos: um reformista que apoiou a permanencia do Olten e um conservador que é liderado pela gestão atual. Parece que o pleito vai começar a ser definido a partir desta correlação de forças.
Esse negocio de SAF é besteira, o investidor que colocar dinheiro vai querer ter lucro, se o São Paulo que em 2025 faturou acima de 1Bi (só faturou 1Bi porque vendeu R$ 280 Mi), exceto uma SAF igual a do Cruzeiro, onde o dono queira torrar dinheiro, todas vão dar errado:
1Bi em divida e aumentando;
o time precisa de investimento, para poder competir com palmeiras e flamengo e nâo é qualquer 100, 200 mi que vai resolver o problema do São Paulo, o Palmeiras mesmo investiu nos ultimos 2 anos valores acima de 1bilhao.
Portanto, se o São Paulo deve 1Bi, e precisara investir + 1Bi para poder competir com Flamengo e Palmeiras, serão 2Bi em dividas.. e o Valuation do São Paulo segundo o Daurio é +/- 3 faturamentos do São Paulo = 3 Bi, se o Sao Paulo vender 50%, +/- 1,5Bi.
em 2025 faturamento recorde de 1bi, com receitas não recorrente de 280 milhoes, ou seja, talvez o valuation seja menor e não 3Bi, mas não vem ao caso, 1Bi destina 20% para pagamento de divida 1Bi – 200 Mi = 800 Mi – impostos = 750,00 Mi.
gastos com o futebol em 2025 687Mi.
certamente falta muita coisa ai, mas 750mi – 687mi = “lucro de 63Mi” para dividir em, 50% para o associativo do clube e 50% para o investidor.
Lucro do investidor 31,5mi = 3,15% de retorno.. taxa selic acima de 2 digitos,
a chance de acontecer a mesma coisa que aconteceu no Vasco, no Botafogo, no Figueirense, no Atletico MG (que são donos de banco) é gigantesca.. SAF jamais.
O São Paulo precisa ajustar as cotas e provavelmente brigar contra o rebaixamento para malhorar, sem dividir o bolo com ninguem.
Perfeito! Analogamente, você compra um carro velho, de 50 anos por digamos 30 mil, aí resove revendê-lo no estado, dá para esperar receber 100 mil por ele? E se você reformá-lo por completo restaurando no estado original, quanto vale? Certamente você o venderá a algum colecionar disposto a pagar mais que 100 mil.
Vender o clube a uma SAF agora atrai oportunistas que irão pagar pouco e fazer um rapa no clube. Não faltam exemplos. O São Paulo terá um resultado pífio e com baixo ganho no futebol
Se o clube fizer uma reestruturação na governança e na gestão, e ainda reduzir custos aumentando o resultado, valerá muito mais, e poderá atrair sócios profissionais, que façam uma boa gestão e atuem de forma responsável e perene. Ainda assim focarão no lucro, mas melhorando o futebol.
Apressado como cru e muiiiiito quente.
Engraçado que o Olten teve todo o tempo do mundo na cleptogestão Casares para criar essa Comissão e fazer andar a separação do Futebol e do Social e não fez nada e agora, faltando seis meses para a indigestão Massis acabar, ele vai querer fazer isso???
Se a recondução do Oltem for o preço a se pagar pela eleição da reposição, que seja. Dizia Ulisses Guimarães, na política você não pode ser tão amigo que não possa se opor, nem tão inimigo que não possa se aliar. A atual situação é tinhosa e a eleição está muito indefinida, então cada voto conta, não tendo outras contrapartidas, é o que temos para hoje.