A reformulação do departamento de futebol do São Paulo pode seguir um caminho diferente do tradicional. Após a demissão de Rui Costa, o clube avalia alternativas internas e não descarta apostar novamente em um ex-jogador para ocupar o cargo de executivo de futebol.

Segundo apuração da ESPN, a diretoria considera difícil buscar no mercado um executivo profissional neste momento. Diante desse cenário, a tendência é que nomes ligados à história do clube ganhem força nos bastidores. A estratégia seguiria a linha adotada com Rafinha, que atualmente exerce a função de gerente esportivo e teve seu protagonismo ampliado após a saída de Rui Costa.
Diretoria busca perfil mais alinhado ao ambiente interno
Internamente, a avaliação é de que um profissional com identificação com o São Paulo pode facilitar a integração entre elenco, comissão técnica e diretoria, além de ajudar a reduzir desgastes políticos que marcaram os últimos meses.
Apesar do aumento de responsabilidades, a tendência ainda é que Rafinha não seja efetivado como executivo de futebol. O ex-lateral continuará desempenhando um papel importante no dia a dia do departamento, mas a diretoria entende que as atribuições do cargo exigem um perfil diferente.
Edmílson surge como um dos nomes observados
Entre as possibilidades avaliadas está o nome do pentacampeão mundial Edmílson. O ex-zagueiro atualmente ocupa uma função ligada à CBF, participando de projetos especiais e de iniciativas estratégicas da entidade.
Seu nome ganhou força após conversas com o presidente Harry Massis durante uma viagem aos Estados Unidos nas últimas semanas. No entanto, ainda não existe uma definição oficial sobre a escolha do novo responsável pelo futebol tricolor.
São Paulo vive momento de reconstrução
A mudança acontece em meio a um período importante da temporada. O clube passa por uma intertemporada de 35 dias, sob o comando de Dorival Júnior, enquanto também busca reforços para o restante de 2026.
Além da chegada já acertada do atacante Victor Sá, a diretoria trabalha para contratar novos jogadores, principalmente um zagueiro, considerado prioridade pela comissão técnica. A definição do novo executivo de futebol é vista como estratégica para acelerar as negociações e dar estabilidade ao planejamento esportivo.
Cenário atual
Hoje, o São Paulo avalia dois caminhos:
Manter Rafinha como peça central da transição, sem efetivá-lo como executivo ou Buscar um ex-jogador com identificação e experiência para assumir o departamento de futebol. A decisão deve ser tomada nos próximos dias e será fundamental para definir os rumos do clube na sequência da temporada.
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Fora massis, o vice é o pior dos piores superou o casares, e o leco leco sem caneco junto.
” SPFC vive momento de reconstrução “.
Série B talvez seja mais real do que parece.
#Triste SPFC.
Cada vez mais foca explícito, tocaram o FODA-SE.
(*) fica explícito.
Eu já estou acostumado com as decisões estrupidas do SPFC. Nada mais me deixa chocado.
SPFC — À Deriva
O São Paulo passa a sensação de um clube sem rumo, sem planejamento claro e sem uma liderança capaz de unir os diferentes grupos em torno de um objetivo comum.
Na visão de muitos torcedores, Harry Massis vem acumulando decisões e omissões que colocam sua gestão entre as mais questionadas da história recente do clube. Falta firmeza, falta comando e, principalmente, falta a capacidade de transmitir confiança de que existe um projeto para tirar o São Paulo da situação atual.
O futebol é o retrato disso. Trocas constantes de direção, mudanças de planejamento e um ambiente que parece viver permanentemente em crise.
Rui Costa também deixa um legado controverso. A discussão não é apenas sobre sua saída, mas sobre como tantas decisões chegaram a ser tomadas sem uma avaliação mais profunda dos resultados esportivos e financeiros produzidos ao longo de sua gestão. Talvez sua demissão no meio da janela não fosse o cenário ideal. Mas a permanência também parecia cada vez mais difícil de justificar.
O fato é que o São Paulo precisa urgentemente de pessoas com experiência, conhecimento de futebol e credibilidade para ajudar a conduzir este processo de reconstrução. Mais do que disputas políticas, o clube necessita de um pacto de responsabilidade.
Porque quando um gigante passa a discutir sobrevivência antes de discutir conquistas, é sinal de que algo está profundamente errado.
Antecipação das Eleições, plano plurianual de metas e reconstrução finianceira
“A maior vergonha é sempre a próxima “
Lixo, lixo, lixo. Pensando se nao é melhor torcer pela Série B para ai ter uma reformulacao total.
Pergunta simples: quantos ex-jogadores ocupam hoje cargos estratégicos no rival verde?
Eu prefiro que contratem um profissional com MBA em gestão, ou então o Luiz Cunha.
A questão é saber quem vai topar esse emprego temporário na Diretoria do São Paulo até o final do ano, sem saber se será efetivado quando o ano virar…
O Kaká n tá disponível?
“… a diretoria considera difícil buscar no mercado um executivo profissional neste momento.” – Vai buscar quando, se agora é o momento de maior necessidade para ajustar as coisas nessa balbúrdia?
“Internamente, a avaliação é de que um profissional com identificação com o São Paulo pode facilitar a integração entre elenco, comissão técnica e diretoria…” – Já não é o papel do tocador de banjo/comentarista?
“O ex-lateral continuará desempenhando um papel importante no dia a dia do departamento, mas a diretoria entende que as atribuições do cargo exigem um perfil diferente.” – Um profissional, no caso!!!
“São Paulo vive momento de reconstrução” – Não seria exatamente o momento para colocar um profissional para gerir o futebol, para entregar o clube à nova gestão no final do ano, um pouco menos pior do que esse Massis recebeu?
Largaram as pás e compraram uma retroescavadeira para aumentar o tamanho do buraco onde jaz o SPFC!
Daqui a pouco vem torcedores concordando com essa “ iniciativa “.
E depois, vão reclamar.
Menta, Vizolli, Julio Baptista, Zetti, Rafinha, Muricy Ramalho, Raí, Lugano, Ricardo Rocha…
Se não fossem eles, o quê seria de nós?
O São Paulo ensinando como se administra…
Patético. É o tipo de “economia” burra que qualquer MEI de padoca aprende só de rolar o feed do Instagram e seguir coaches de rede social: cargo chave não se brinca.
O SPFC precisa de um executivo profissional com rodagem na área e que tenha consciência que vai vir pra um clube quebrado financeiramente, falido moralmente, politicamente instável, dominado por empresários e com um elenco fragilizado fisicamente, psicologicamente com panelas ocultas.
E tem que botar a casa em ordem sem dinheiro pra contratações o que significa atuar pra melhorar as condições do elenco atual, enxugar folha de pagamento, cortar despesa desnecessária e conter o meretriz que tá de técnico e que vai ficar reclamando de reforços/indicando lixo.
Um cara desses vai pedir um salário de jogador veterano e pra esse cargo TEM que pagar. Quem tem que ganhar milhão por mês é esse cara que vem pra RESOLVER, e não um dois pedega do elenco que vive no DM. Já manda proposta falando “Ó o elenco é esse. Corta dois veterano caro fora e a soma do salário deles é teu mas resolve essa merda”.
A velha pratica de colocar ex jogadores como escudo 😡😡😡 fora massis mais do mesmo 👎