Na era Dorival Júnior, o Corinthians virou um dos times mais ativos no mercado ainda mais com o transfer ban e a dificuldade de trabalho do clube na época. Vamos enxergas os nomes como referência recente:

Entre os nomes que apareceram estão Gabriel Paulista, Matheus Pereira, Pedro Milans e Kaio César, além de outras movimentações já realizadas no elenco. Também houve Fabrizio Angileri, Allan e Zakaria Labyad em levantamentos sobre o pacote de contratações do clube.
Os principais alvos ligados a Dorival foram o volante Alisson, do São Paulo, e o volante Allan, do Flamengo, além de um jogador para atuar pelos lados do campo. A imprensa também citou conversas ou interesse em João Ricardo e Kayky, e a tentativa por nomes mais fortes como Gerson e Malcom, embora essas negociações não tenham avançado.
Historicamente, Dorival valoriza jogadores:
- intensos sem bola
- experientes em mata-mata
- com versatilidade tática
- mentalmente fortes em ambientes pressionados
Isso pode influenciar diretamente a próxima janela do São Paulo. O que apuramos? Prioridade máxima: meias com perfil de 8 que marcam e atacam. Ponta esquerda e zagueiro.
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Zanquetta, tem informações sobre o novo diretor de marketing?
Eu acho, só acho, que vão atrás daquele do Bahia que estavam negociando
Zakarya não foi pedido por ele nos gambás e ele deixou mofando no banco igual o James Rodriguez ou Pato
Ou seja Dorival tende não oportunizar muito jogadores há qual ele não indica
Dorival agora virou o guardiola …tá difícil ….
3 nomes razoáveis e algumas surpresas da base mudam o nivel do elenco. Coisa que até o Rui Costa é capaz de fazer.
Não vamos esquecer a “boa” janela dessa temporada
Enquanto temos Doria, rival sinaliza que vai gastar 34 milhões de euros no Danilo kkkkkkkkkkk.
Ja ja o SPFC vai meter as caras pra competir com a SEP e acabará trazendo o Petros kkkkk
Dorival – Use o Scout e procure jogadores Operários e Base
Dorival Júnior, no retorno ao São Paulo FC, terá um desafio muito diferente daquele de sua última passagem.
O clube vive uma realidade financeira delicada, com necessidade de controlar gastos, equilibrar elenco e evitar novos erros de planejamento. O próprio presidente Harry Massis já reconheceu publicamente em diferentes momentos que o São Paulo não possui margem para grandes investimentos.
Diante desse cenário, talvez o caminho mais inteligente seja potencializar o scout, buscar jogadores operários, competitivos, comprometidos e abrir espaço real para Cotia voltar a ser protagonista.
Claro que oportunidades de mercado devem ser avaliadas. Mas o São Paulo não pode mais transformar exceções em regra, apostando em contratações caras, jogadores de alto salário ou nomes que não entreguem retorno técnico proporcional ao investimento.
Hoje, poucos clubes no Brasil conseguem sustentar investimentos elevados sem comprometer a saúde financeira, como CR Flamengo, Cruzeiro Esporte Clube e Sociedade Esportiva Palmeiras.
O São Paulo precisa voltar a ser competitivo através de organização, inteligência esportiva, uso estratégico da base e comprometimento coletivo — e não através de discursos grandiosos ou apostas financeiras sem sustentação.