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A situação de Robert Arboleda virou um problema complexo para o São Paulo porque envolve fatores esportivos, financeiros e contratuais.

Salário elevado limita interessados
O primeiro obstáculo é financeiro. Arboleda possui um dos salários mais altos do elenco e contrato até o final de 2027. Poucos clubes brasileiros têm condições de absorver integralmente seus vencimentos, especialmente para um jogador que chega cercado por uma situação disciplinar delicada.
O caso do Vitória exemplifica isso. O clube aceitou pagar cerca de 80% dos salários, mas o São Paulo desejava uma operação que aliviasse totalmente sua folha salarial, o que acabou inviabilizando o negócio.
O São Paulo não quer reforçar concorrentes
Outro fator importante é a estratégia da diretoria. Embora queira negociar o jogador, o clube evita fortalecê-lo em rivais diretos do Campeonato Brasileiro.
Isso reduz significativamente o mercado interno. Equipes com capacidade financeira para contratar Arboleda normalmente disputam os mesmos objetivos do São Paulo e, por isso, enfrentariam resistência da diretoria tricolor.
O próprio jogador tem poder de veto
Como possui contrato longo e não foi rescindido, Arboleda mantém poder de decisão sobre seu futuro. Segundo as informações divulgadas, ele já recusou algumas possibilidades apresentadas.
Na prática, o São Paulo depende de uma combinação difícil:
- Encontrar um clube interessado;
- Que aceite as condições financeiras;
- Que agrade ao jogador;
- E que seja considerado aceitável pela diretoria.
Rescisão não é simples
Após o episódio da viagem não autorizada ao Equador, o clube estudou uma rescisão por justa causa. Porém, a avaliação jurídica apontou riscos elevados de derrota em uma eventual disputa judicial.
Por isso, o São Paulo optou por afastá-lo e buscar uma transferência negociada, evitando um passivo trabalhista que poderia custar milhões aos cofres do clube.
O que pode acontecer agora?
O cenário mais provável é que o São Paulo intensifique as conversas durante a janela de transferências de julho. Mercados estrangeiros, especialmente na América do Sul, no México, na MLS ou mesmo no Oriente Médio, podem surgir como alternativas mais viáveis do que uma permanência no futebol brasileiro.
Se nenhuma proposta satisfatória aparecer, o clube pode enfrentar uma situação desconfortável: manter um jogador de alto custo treinando separadamente até encontrar uma solução.
Hoje, a impressão nos bastidores é que a saída de Arboleda continua sendo o objetivo de todas as partes. O problema não é a vontade de negociar, mas sim encontrar uma operação que seja financeiramente viável para o São Paulo e aceitável para o atleta.
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Tá com dificuldade porque tá vendendo o Arbobado igual ao Chaves vendendo churros.
Você acha que o Arboleda abre mão dos atrasados ?
Dos direitos e vantagens ?
Ele vai sair “bonito” …, o SPFC é “prudente” e “precavido” …, imagino o tamanho da “trolha” que está guardada.
É só aguardar.
Boa noite, fidalgo Scala.
Acredito que o SPFC saiu para procurar um sub óbito velho, caro e sem transfer e encontrou o próprio Arbobado como melhor alternativa.
E ainda poderemos pagar para ele jogar em outro clube, tipo Jeghson e tantos outros .. , que depois processam o SPFC por calote.
Boa noite, craquito.
Nada que um “bem-bolado” já manjado, não possa resolver.
Um “clube parceiro”, um “patrocinador amigo” …, um salário compartilhado.
O SPFC paga parte do salário, dos direitos de imagens e o carnezinho dos atrasados.
O Arboleda e seu staff saem felizes.
Nada novo, o mesmo de sempre.
#Triste SPFC
E se por acaso o SPFC deixar de pagar, como também muito conhecido por todos …, novo processo para a montanha de dívidas da patota caloteira.
Grande Ruin Costa O rei das Negociações!!
E ai Ruim Bosta? Cadê os Parças? Empresários amigos do Peito?
Ta com cara que esse vagabundo vai dificultar ao máximo qualquer movimento do São Paulo.
Vamos aguardar …, de repente sai uma notinha que o SPFC autorizou …, blá, blá, blá.
Gostaria de saber o que deflagrou a revolta de Arboleda e a responsabilidade do Ruim Bosta neste episódio.
Boa noite.
Se o que o Rica Perrone afirmou for verdade, esses caras são apenas pequenas laranjas podres dentro de um sistema muito maior de corrupção e irregularidades no São Paulo. Os verdadeiros responsáveis estariam acima deles, movimentando valores muito superiores a R$ 40 mil, R$ 100 mil e assim por diante.
Muitos torcedores já tinham suas desconfianças, mas a forma contundente com que ele aborda o assunto torna tudo ainda mais preocupante. Se houver fundamento nas declarações, o cenário é assustador e mostra que o problema pode ser muito mais profundo do que se imagina.
Não é pra isso que torcida organizada serve ?
Com o Dória, são um leão. Com o Arboleda um gatinho.
Quase todos os times conseguem fazer rescisão com seus jogadores, só o SPFC coloca mil obstáculos pra conseguir fazer, deve ter algo não explicado
No caso, o SPFC não paga …, os jogadores não assinam a rescisão sem garantia de receber.
Até o Jeghson (que rodou emprestado, com salários compartilhados processou o SPFC) levou carnezinho parcelado.