A disputa política no São Paulo FC começa a ganhar novos contornos nos bastidores do clube. Após forte repercussão negativa interna e resistência de diferentes grupos políticos, Rogério Caboclo deve desistir da possibilidade de disputar a presidência do Tricolor nos próximos movimentos eleitorais.

O nome de Caboclo vinha sendo debatido em alguns setores políticos ligados ao clube, mas a reação negativa de conselheiros, aliados e parte da torcida esfriou consideravelmente a articulação. Internamente, o entendimento é de que a rejeição elevada poderia dificultar a construção de uma candidatura competitiva e unificada.
Com isso, outro nome começa a ganhar força dentro da oposição: Marcelo Marcucci Portugal Gouvêa. Segundo informações divulgadas pelo jornalista Daniel Lian, integrantes da coalizão opositora enxergam com bons olhos a possibilidade de Marcelo assumir protagonismo na futura disputa presidencial.
O conselheiro carrega um sobrenome de enorme peso político e histórico dentro do clube. Marcelo é filho de Marcelo Portugal Gouvêa, dirigente lembrado por comandar um dos períodos mais vitoriosos e estruturados da história recente do Tricolor.
Nos bastidores, aliados entendem que o nome possui apelo político, identificação com parte relevante do Conselho e ligação direta com uma gestão ainda muito respeitada por grande parcela dos são-paulinos. Isso pode fortalecer a construção de uma candidatura de oposição mais sólida e menos desgastada.
A movimentação também acontece em meio ao aumento da pressão política sobre a atual administração, principalmente após crises esportivas, problemas financeiros e divergências internas no clube. Conselheiros avaliam que a próxima eleição poderá ser uma das mais tensas e decisivas da história recente do São Paulo.
Embora ainda não exista oficialização de candidatura, o nome de Marcelo Portugal Gouvêa já circula com força crescente entre grupos políticos do clube. A tendência é que as articulações aumentem nos próximos meses, especialmente se Rogério Caboclo realmente abandonar qualquer possibilidade de entrar na disputa.
Enquanto isso, o ambiente político no Morumbi segue cada vez mais movimentado, com diferentes alas tentando se organizar para definir quem terá força suficiente para assumir o comando do clube em um momento considerado crucial para o futuro administrativo e esportivo do São Paulo.
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https ://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2026/05/21/xp-discute-investimento-no-sao-paulo-e-pode-bancar-naming-rights-do-morumbi.ghtm
O saudosismo que esse nome trás é absurdo..
Nome de peso ele tem, pois carrega o legado do último grande Presidente do São Paulo, mas capacidade de gestão não se transmite necessariamente pelos genes, mas é uma esperancinha, bem pequena, mas quem sabe dá certo???
Gostaria de me apegar nisso também mas quando vejo o Roberto Natel percebo que pedigree é algo subjetivo…
Trabalho lidando com herdeiros, e tenho grande ressalva com os mesmos.
Eu entendi o ditado vô rico, pai nobre e neto pobre na prática…
Eu já tenho medo justamente o do cara querer se aproveitar do legado do pai pra ganhar espaço e só continuar a tirar grana do clube, exatamente como todos que lá estão.
Tipo isso. Média de três gerações pra perder tudo que a família construiu.
Esse negócio de sobrenome tinha que funcionar igual em países asiáticos. Não é credencial nenhuma mas se cair em desgraça é até o fim do mundo e as próximas gerações pagam o preço junto.
Sobrenome Calheiros, Collor, todo mundo fala bosta… no off. Ninguém faz nada. Tinha que tirar todo direito político de quem tem esse sobrenome até o mundo acabar.
“Ain mas quem num nasceu num tem culpa” foda-se. Se o filho da puta não vai andar na linha pelo bem geral que ande na linha pelo bem da própria família então.
Olha não quero passar por pessimista, mas é que ultimamente no SPFC as pessoas atuais ligadas a dirigente do passado e até ídolos como Ceni, Muricy, Raí, entre outros, estão fazendo um trabalho PÍFIO no clube em suas passagens, então nem sei oq pensar sobre o filho do Marcelo Portugal, prefiro não opinar.
Eu só sei que se o clube não passar por uma mudança drástica no seu modelo de gestão ninguém vai dar jeito no clube, vai tudo continuar na mesma.
Só lembrando que Henri Aidar passou “por sobrenome” a presidência ao filho Jô segundo mandato dele, sabemos bem o que aconteceu…
Não gostei nem do Henry aydar presidente
Se fizer 10% que Pai fez, será lucro, se vier para Roubar o clube, nem se candidate.