Qual caminho o São Paulo deveria seguir agora?
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Harry Massis: futebol e finanças não podem continuar nesse caminho. O São Paulo vive uma das situações financeiras mais delicadas de sua história. Mesmo assim, a atual gestão insiste em um modelo de contratações que aumenta o risco e compromete ainda mais o futuro do clube. Newton por 3,5 milhões de euros. Arthur por cerca de 6 milhões de euros. Uma negociação que ainda reduz o valor de Ferraresi. Soma-se a isso contratos elevados para jogadores veteranos e uma folha salarial que segue pressionando um caixa já no limite.
O mais preocupante é que nada indica uma mudança de filosofia. O treinador deveria apontar apenas as necessidades e o perfil dos reforços. Caberia ao departamento de scout mapear o mercado, identificar oportunidades e apresentar jogadores com melhor relação entre custo, desempenho e potencial de valorização. É assim que clubes bem administrados trabalham. Enquanto isso, o São Paulo continua dependendo da antecipação de receitas, da venda das joias de Cotia abaixo de valor minimamente aceitável e de operações financeiras para manter as contas em dia. Esse ciclo precisa acabar.
Por que não buscar profissionais que já provaram sua competência? O trabalho desenvolvido pelo Mirassol no scout é um exemplo de inteligência de mercado que merece ser estudado. Investir em estrutura e conhecimento custa muito menos do que insistir em contratações de alto risco. Infelizmente, a gestão de Harry Massis segue no caminho oposto. O clube precisa de profissionalização, responsabilidade financeira e planejamento de longo prazo.
Aidar, Leco, Casares… cada um deixou sua marca. O legado de uma gestão não é medido pelas promessas, mas pelo clube que entrega ao sucessor. Hoje, minha maior preocupação não é o próximo jogo. É o futuro do São Paulo.
Quatro reforços. O problema não é a quantidade. É o modelo. O São Paulo pode contratar quatro, oito ou dez jogadores. O problema nunca foi esse. O verdadeiro problema é insistir em um modelo que há anos compromete as finanças do clube: contratações caras, jogadores acima dos 30 anos, contratos longos, alta folha salarial e baixo potencial de retorno financeiro.
Foi assim nas gestões Aidar, Leco e Casares. E, infelizmente, a atual gestão continua repetindo esse caminho. O São Paulo precisa mudar sua filosofia de futebol. O treinador deve indicar apenas as posições e as características dos reforços. A escolha dos nomes precisa ser responsabilidade de um departamento de scout moderno, profissional e independente, capaz de encontrar atletas com intensidade, vigor físico, espírito coletivo, baixo custo e potencial de valorização.
Ao lado disso, Cotia deve voltar a ser protagonista. A base não pode servir apenas para equilibrar as contas. Precisa abastecer o elenco principal de forma contínua, reduzindo gastos e fortalecendo a identidade do clube. Scout forte. Cotia integrada. Contratações pontuais de jogadores experientes, apenas quando realmente fizerem sentido técnica e financeiramente.
Esse é o caminho para reconstruir o São Paulo. E eu iria além. O clube deveria criar uma estrutura técnica permanente, independente do treinador. Ex-jogadores identificados com o Tricolor poderiam trabalhar fundamentos específicos. Miranda orientando zagueiros. Um ex-volante acompanhando o meio-campo. Ex-atacantes aperfeiçoando finalização e movimentação, também um profissional para jogadas ensaiadas e saídas personalizas, principalmente em fases finais de campeonato onde os adversários devem ser estudados (passando ao treinador as sugestões).
O treinador continuaria responsável pelo modelo de jogo, mas teria ao seu lado profissionais dedicados ao desenvolvimento individual dos atletas. Os grandes clubes não vivem de improviso. Vivem de método, planejamento e identidade. É isso que falta ao São Paulo há muitos anos. Texto de Le Moreira no Blog do São Paulo.
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O fracasso tem seu metodo no SPFC.
Onde o único e exclusivo sucesso é a destruição.
O melhor caminho que o São Paulo deveria adotar é o da vergonha na cara.
Independentemente de serem situação ou oposição, todos vivem em uma bolha e acreditam que são capazes de tirar o clube da crise repetindo práticas das décadas de 70, 80 e 90.
O futebol mudou. Hoje não faz mais sentido entregar a gestão de um dos maiores clubes do Brasil e do mundo a pessoas bem-sucedidas em áreas que nada têm a ver com o futebol, como o setor jurídico, alimentício ou de transportes, apenas por acreditarem que experiência empresarial, por si só, é suficiente para administrar um clube dessa grandeza.
Muitos ainda desfrutam do legado construído pelos próprios pais, que, em outra época, contribuíram para transformar o São Paulo em referência. Esse mérito deve ser reconhecido. Porém, o tempo passou, o futebol evoluiu e os desafios são outros.
Se o clube quiser voltar ao protagonismo, a primeira mudança precisa acontecer na mentalidade de quem o dirige. Sem profissionalização, atualização e competência na gestão, o São Paulo continuará preso ao passado enquanto os adversários seguem evoluindo.
No SPFC confundem remuneração com “profissionalismo”.
Diretores executivos (remunerados) estão longe de ser “profissionais”, técnicos ou competentes
Vamos aguardar a “nova ticketeria” …, e as decisões do marketing tricolor.
Só discordo dessa história de empregar mais ex-jogadores, agora no scout. Chance de dar m3rd4 é gigantesca. São Paulo deveria ter, nos seus departamentos de futebol, marketing, financeiro, compliance, administrativo, gente do mercado, competentes, profissionais e íntegros, SEM NENHUMA RELAÇÃO com conselheiro algum
Infelizmente a realidade é outra, conselheiros tal qual abutres de olho na dinheirama que corre nas contas do SPFC
Não existe mais solução dentro do modelo em que o clube se insere. Apenas investimento externo resgatará o SPFC à sua glória. Qualquer outro caminho que mantenha o panorama associativo até hj utilizado nos conduzirá aos mais completos e totais ostracismo e irrelevância.
Bizarro como essa crença sem pé e nem cabeça tem propagado por ai….
A galera passou a acreditar que um enquadramento jurídico é modelo de gestão… assustador!
Fica na sua, rapaz.
Respeite a opinião de cada um e cale a sua boca.
Ta na cara o que tá acontecendo, as pessoas tão usando o time infraestrutura pra fazer um dinheiro e sair fora , todo mundo que tá passando lá tá fazendo isso… O intuito não é fortalecer o time é engordar porcos, qnd tiver insustentável vão dar um jeito de ganhar um trofeuzinho e renovar mais 5 anos de engorda.
SPFCorporativo
Insistem nessa história de que clube de futebol profissional e treinador de futebol profissional deveriam ser uma espécie de escolinha de futebol.
Eu sou totalmente contra isso.