6×1: Como a Nova Lei impactará no São Paulo, folgas e rotina dos jogadores
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Fim da escala 6×1 pode mudar as folgas dos jogadores do São Paulo. Entenda o que prevê a emenda e os possíveis impactos em treinos e viagens.

Fim da escala 6×1 pode mudar rotina do São Paulo; veja o impacto nas folgas dos jogadores
Emenda constitucional prevê dois dias de descanso semanal remunerado e redução gradual da jornada. No futebol, mudanças podem exigir ajustes em treinos, viagens, concentrações e planejamento do elenco.
O fim da escala 6×1 pode provocar mudanças na organização do futebol brasileiro — e o São Paulo terá de acompanhar os efeitos da nova legislação sobre a rotina de seus profissionais. Promulgada pelo Congresso Nacional em 16 de outubro de 2026, a Emenda Constitucional nº 141 prevê dois dias de descanso semanal remunerado e uma redução gradual da jornada máxima de trabalho.
No futebol, a aplicação prática pode exigir adaptações específicas. A rotina de um jogador profissional não se limita aos treinamentos no centro de treinamento: deslocamentos, viagens, concentrações e compromissos organizados pelo clube também precisam entrar no planejamento dos períodos de descanso.
A informação sobre a repercussão no esporte foi divulgada pelo portal Lei em Campo e repercutida pelo perfil Planeta do Futebol. Segundo o relato, o Sindicato dos Atletas Profissionais de São Paulo já negocia regras coletivas para tratar dos efeitos da mudança.
O que muda com o fim da escala 6×1?
A Emenda Constitucional nº 141/2026 altera as regras constitucionais sobre jornada e repouso semanal remunerado. O texto prevê a adoção de dois dias de descanso por semana e a redução progressiva da jornada máxima, sem diminuição salarial. <text size=”sm” color=”secondary”>Fonte: texto oficial da emenda.</text>
A transição está prevista em duas etapas principais:
- Primeira etapa: após dois meses da publicação, a jornada máxima passa de 44 para 42 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado.
- Etapa final: após 14 meses da publicação, o limite semanal chega a 40 horas, mantido o modelo de cinco dias de trabalho e dois de descanso, conforme a regra geral da emenda.
A legislação também prevê a possibilidade de regimes compensatórios específicos por meio de convenção ou acordo coletivo, dentro das condições estabelecidas no texto constitucional. Por isso, a implementação não deve ser resumida à ideia de que todos os profissionais terão necessariamente folgas aos sábados e domingos. <text size=”sm” color=”secondary”>Fonte: Agência Senado.</text>
Como a mudança pode afetar o São Paulo?
O principal desafio para o São Paulo será compatibilizar a organização do elenco com o calendário esportivo. A equipe disputa competições com jogos próximos, viagens interestaduais e períodos de preparação que podem reduzir a margem para reorganizar a semana.
A nova regra pode exigir atenção a cinco pontos:
1. Planejamento dos treinamentos
A comissão técnica poderá precisar reorganizar a distribuição das atividades ao longo da semana, respeitando os períodos de descanso aplicáveis aos atletas. Isso pode alterar a sequência entre trabalhos físicos, exercícios táticos e sessões de recuperação.
2. Viagens e concentrações
Uma folga precisa representar descanso efetivo, e não apenas ausência de treino. Se o jogador continua submetido a compromissos profissionais durante uma viagem ou concentração, a situação exige análise específica para determinar se aquele período pode ser considerado repouso.
3. Recuperação física
Com menos espaço disponível para distribuir atividades, o clube precisará planejar cuidadosamente a recuperação dos atletas entre partidas. O efeito concreto dependerá do calendário, das condições contratuais e da forma como as novas regras forem aplicadas ao futebol profissional.
4. Uso do elenco
Em semanas com jogos em sequência, o São Paulo poderá precisar ampliar a rotação de jogadores e administrar de maneira diferente a carga de trabalho. A necessidade de utilizar reservas e atletas da base dependerá, porém, das circunstâncias esportivas e não apenas da nova legislação.
As regras específicas para a categoria serão importantes para esclarecer como organizar os períodos de descanso sem desconsiderar as particularidades do calendário do futebol.
Esses são impactos possíveis da mudança, e não medidas que o São Paulo já tenha anunciado. Até o momento, as informações fornecidas não indicam um novo cronograma oficial de folgas do clube.
Sindicato negocia regras para os atletas
Segundo a publicação do Lei em Campo, o Sindicato dos Atletas Profissionais de São Paulo já está negociando regras coletivas relacionadas à nova emenda.
O presidente da entidade, Rinaldo Martorelli, demonstrou preocupação com a possibilidade de os clubes disputarem várias competições utilizando os mesmos jogadores sem assegurar descanso adequado.
A discussão é especialmente relevante para equipes que enfrentam calendários congestionados. No caso do São Paulo, a organização dos períodos de treinamento, recuperação e deslocamento poderá exigir diálogo entre clube, comissão técnica e representantes dos atletas.
A definição de regras coletivas também poderá ajudar a esclarecer como conciliar as exigências de preparação esportiva com os direitos trabalhistas.
Dois dias de folga significam dois dias sem qualquer obrigação?
Esse é um dos pontos centrais da discussão no futebol. O fato de um atleta não participar de um treino, por si só, não resolve a questão se ele continuar cumprindo obrigações profissionais durante o período.
Viagens e concentrações precisam ser analisadas conforme as circunstâncias e as regras aplicáveis. A avaliação jurídica não deve presumir que todo deslocamento é automaticamente tempo de trabalho ou que qualquer período sem treinamento pode ser considerado folga.
Também será necessário considerar a legislação específica do esporte e eventuais instrumentos coletivos. A extensão exata das novas regras aos contratos dos jogadores e a forma de contabilizar determinadas atividades devem ser tratadas com base na interpretação jurídica aplicável, sem presumir que todos os detalhes já estejam resolvidos.
O São Paulo terá de adaptar sua rotina?
A mudança constitucional coloca o descanso semanal no centro do planejamento das relações de trabalho. Para o futebol, isso pode significar uma reorganização da semana de treinamentos e uma análise mais cuidadosa das viagens, concentrações e atividades exigidas dos atletas.
No São Paulo, o desafio será adequar a rotina profissional às regras aplicáveis sem comprometer a preparação da equipe. A dimensão das alterações dependerá das negociações coletivas, da interpretação jurídica e da forma como o calendário de jogos será administrado.
O ponto principal: a emenda estabelece novas regras gerais de jornada e descanso, mas os detalhes operacionais no futebol exigem análise específica. Não há, nas informações disponíveis, confirmação de que o São Paulo já tenha definido um novo modelo de folgas para seu elenco.
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Como o fidalgo Scala sugeriu filme, vou sugerir um “guugú”:
Que tal estudar sobre a relação PT e Farcs?
1 – Pesquise “Raul Reyes acusade de…”. Depois, pesquise “Raul Reyes e Lula”. Amplamente documentado a ligação do PT com as FARCS no Foro de São Paulo. Entrevista do Raul Reyes (número 2 das FARCS) falando sobre contanto com Lula, pessoas do PT e ministros (até emails vazados confirmando a fala dele ao ser entrevistado por portais brasileiros). E quando o Lula concedeu asilo ao ex padre, mas não ex farc? Quando negou classificar as Farcs como grupo terrorista. Aliás, as vezes fato conhecimento ao que as Farcs fizeram na Colômbia, poderia aproveitar para aprender também. Não deixe de pesquisar sobre “Farcs e PCC” e como o Lule negou a classicá-los como terroristas também.
2 – Já que pesquisou sobre o Foro de São Paulo e as Farcs, deve ter encontrado a inclusão do PSDB e do FHC ao Foro, certo? Ora, que tal pesquisar quando foi criado o PCC? Que tal olhar a coincidência dos números de homícidios antes e pós PSDB e PT. Aliás, você era dos trouxas que acreditava que o PSDB era “inimigo” do PT? Acreditava que era de “direita”? Se sim, cabe reminiscência se de fato você sempre foi um alienado.
3 – Que tal pesquisar sobre o Fideal Castro, o aliado do Lule no Foro? O que achou do fuzilamento de mais de 20 mil “opositores” no paredão?
4 – O que falar de outro camarada do Foro: Daniel Ortega, o qual cancelou as eleições na NIcaragua e persegue opositores e até a ICAR (fechando igrejas, universidades, radios, proibindo procisões nas ruas…)
5 – Poderia listar tantos tópicos debatidos no Foro (os quais li mais de 50% das atas oficiais) e como foram implementados ou até hoje estão em pauta como a desmilitalização da policia, defendida pelo Lule no debate da Globo: “nóis vai acabá cum a puliça e deixar o território livri”. Ou até listando outros aliados sórdidos do Foro ou até mesmo em ditaduras na África e Oriente Médio. Poderia falar sobre como foi catastrófico todos governos liderados pelos membros do Foro de São Paulo, mas vou finalizar lembrando do maior êxodo populacional (não sei se na história, mas ao menos na América Latina) na Venezuela. O governo do Maduro – apoiado com pelo Lula até em propagando politicas pelo Maduro na Venezuela – conseguiu essa proeza politica. Não vou alongar sobre a Venezuela, mas lembrar que o Maduro foi captado por qual motivo pelos EUA? Pois é…. hehehe.
Obs: não gosto do Flávio, do bolsonarismo, dessa “direita”. Agora, apoiar essa corja do Foro de São Paulo? Ou é um completo alienado político (e são em esmagadora maioria), um membro inconsciente de uma seita politica (idiota útil propriamente falando), ou de uma sordidez demoniaca (consciente ou não).
Uerly diga ai vc leu o livro do Paulo Henrique Araujo? é isso ou não é? hahaha
Kkkkkkkkkk… Nunca acompanhei ele, mas tenho amigos (amigos mesmo, não conhecido) que são amigos próximos dele também. Na época do Foro eu acompanhava a Graça Salgueiro.
Chegar de xingar os que pensam diferente.
Bora focar no SPFC.
Não xinguei e nem xingaria. Aliás, não acho que o fidalgo Scala ou qualquer outro membro do blog pense diferente de mim. Alguém apoiaria o narcotráfico latino? As vezes falta apenas informações mesmo.
Curioso que o “Foro de SP” seja muito mais importante para a “extrema direita” do que representa, efetivamente para a esquerda.
Para tal literatura, o tráfico parece muito com as “armas de destruição no Iraque”.
Craquito …, o “narcotráfico” segue a lógica do grande capital, não a cartilha de Marx.
Aliás, lembrei de um amigo meu. Eu conversava com ele sobre o PT ser um partido socialista. Mostrava a relação com o Foro, livros dos membros, como “Em defesa do Socialismo” do Haddad e etc. E ele falava que o PT era centro/esquerda. kkkkkk
Aí nas eleições de 2014, governo Dilma soltou o plano de governo, o qual li na época. Lá expressamente falava sobre o avanço de pautas para a implementação do socialismo por vias democráticas. Então, mandei para esse meu amigo e advinha? Se declarou socialista. kkkkkkkk
Aí comecei a falar o básico sobre socialismo e ele foi pesquisar (sim, ele virou socialismo sem saber o que era). Ao que tivemos nossa última conversa sobre politica, não brigamos e nem nada, apenas disse educadamente que não conversaria mais sobre politica com alguém que defendia o Holodomor. Engraçado que ele de súbito respeitou meu posicionamento, parece que incoscientemente ele sabia que minha postura era adequada e ele defendia uma absurdo. Pois é, o cara defendeu e deve defende até hoje o Holodomor. Obviamente é caso psiquiátrico, não de diálogo.