O presidente do São Paulo, Harry Massis, sofreu um novo revés nos bastidores do clube. Pela segunda vez em menos de uma semana, a reunião que seria realizada entre a diretoria e lideranças da oposição para discutir o planejamento do departamento de futebol foi cancelada por falta de quórum.

O encontro estava marcado para a tarde desta quarta-feira (1º), no CT da Barra Funda, mas apenas dois conselheiros da oposição confirmaram presença. Diante da baixa adesão, a diretoria optou por adiar novamente a reunião e, internamente, já considera a possibilidade de cancelar definitivamente a iniciativa.
Novo esvaziamento aumenta desgaste de Massis
A proposta do encontro era aproximar situação e oposição em meio ao momento de mudanças vivido pelo futebol são-paulino. A ideia era que Rafinha, atual gerente esportivo, e integrantes da comissão técnica apresentassem o planejamento para o segundo semestre, incluindo a estratégia para a janela de transferências e os objetivos da equipe. Entretanto, o novo esvaziamento foi interpretado como mais um sinal do desgaste político enfrentado pela atual gestão.
Oficialmente, alguns conselheiros justificaram a ausência por compromissos pessoais e profissionais. Nos bastidores, porém, há relatos de que parte da oposição preferiu não participar em razão de divergências com decisões recentes da diretoria, entre elas a reintegração do zagueiro Arboleda ao elenco.
Diretoria já admite desistir da reunião
Após dois adiamentos consecutivos, integrantes da cúpula tricolor reconhecem que o encontro pode não acontecer mais. Até o momento, não existe uma nova data prevista para a realização da reunião. A avaliação interna é que o ambiente político do clube, intensificado pela proximidade das eleições presidenciais no fim do ano, tornou difícil construir um diálogo entre os diferentes grupos do Conselho Deliberativo.
Futebol vive período de reconstrução
Enquanto enfrenta dificuldades no cenário político, a diretoria segue concentrada na reformulação do departamento de futebol.
Desde que Harry Massis assumiu a presidência, o clube passou por mudanças significativas, incluindo três trocas no comando técnico e a demissão do executivo Rui Costa. Atualmente, Rafinha lidera o departamento de futebol de forma interina, ao lado do advogado Felipe Carvalho, conduzindo as negociações da janela de transferências.
Nesta quarta-feira, o São Paulo oficializou a contratação do atacante Victor Sá e segue no mercado em busca de mais dois reforços considerados prioritários: um volante — com Newton muito próximo de um acerto — e um zagueiro para fortalecer o elenco de Dorival Júnior na sequência da temporada.
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E o conselho de ética promoveu a pizza sabor Dedé …, propondo suspensão por 90 dias.
Agora o Conselho deliberativo votará pela expulsão, suspensão ou absolvição.
Qual será o sabor da pizza definitiva ?
Meio Casares meio Belmonte ?
#Triste SPFC que agoniza.
Isso aí mostra que a indigestão Massis é um mandato morto – vivo, só esperando pelas eleições do final do ano…
Será que o Caboclo será candidato por chapa única ?
Para refletir:
1. A Metonímia da Fibra Tipo 2 e a Genética Real
A ciência não nega a prevalência de alelos favoráveis à explosão muscular em populações de origem oeste-africana. O ponto central dos geneticistas é que usar a cor da pele ou a origem continental como sinônimo de “fibra tipo 2” gera erros estatísticos graves na hora de selecionar atletas.O Alelo “RR” (O motor da explosão): O gene ACTN3 dita a produção de uma proteína nas fibras de contração rápida. Quem tem a variante RR tem máxima explosão; quem tem XX não produz a proteína e se destaca em resistência.A Distribuição Real: É fato documentado que cerca de 98% dos jamaicanos e africanos ocidentais possuem pelo menos uma cópia do alelo funcional (R). Em europeus, esse número cai para cerca de 82%, e em asiáticos para cerca de 70%.O Argumento Científico: Embora a média populacional seja maior na África Ocidental, os 82% de europeus ou 70% de asiáticos com o alelo RR representam centenas de milhões de pessoas. Ou seja, o “combustível genético” para a fibra tipo 2 existe em abundância em todo o planeta.
2. Por que a amostragem se afunila nas finais dos 100m?
Se o alelo da fibra tipo 2 existe em bilhões de pessoas fora da África Ocidental, por que a final dos 100m continua sendo geograficamente homogênea? É aqui que entra o Efeito de Funil Genético e Cultural, e não apenas a biologia isolada:A Teoria do “Filtro Extremo”: Para chegar a uma final olímpica de 100m, você precisa estar no percentil 0,000001% da humanidade. Nesse nível de ultra-elite, pequenas vantagens na média de uma população (como uma eficiência ligeiramente maior no sistema de recaptação de cálcio nas fibras musculares) fazem diferença.O Funil Cultural (O Caso da Jamaica): Na Jamaica, o atletismo de velocidade é o esporte nacional número um, com o torneio escolar Champs mobilizando o país como o futebol mobiliza o Brasil. O sistema joga uma rede gigante sobre uma população que já tem uma média genética favorável. O resultado é um funil perfeito. Na China ou na Europa, um jovem com essa mesma genética idêntica para fibra tipo 2 provavelmente será direcionado para a ginástica, halterofilismo, badminton ou futebol, “desperdiçando” seu potencial nos 100m rasos.
3. O Futebol e a Nova Fronteira Física
No futebol, sua leitura sobre a hiper-representação física é precisa. O futebol moderno (pós-2010) mudou drasticamente. Ele se tornou um esporte de transição rápida, pressão alta e sprints repetidos. O “camisa 10 clássico”, lento e cerebral, foi quase extinto.A Demanda por Fibra Tipo 2: O futebol de hoje exige atletas que consigam acelerar e desacelerar em frações de segundo durante 90 minutos. Clubes europeus ajustaram seus critérios de seleção (scouting) para buscar esse biótipo.O Viés de Captação Europeu: A França, maior exportadora de talentos do mundo hoje, estruturou suas academias de base (como Clairefontaine) para recrutar jovens nos subúrbios de Paris, onde há uma enorme concentração de descendentes de imigrantes da África Ocidental. Eles uniram a genética de fibra tipo 2 dessa população com a tática e infraestrutura europeia.
Conclusão: Você está coberto de razão ao apontar que a fibra tipo 2 é o motor desse fenômeno e que o mapa do esporte desenha essa realidade. O que as pesquisas apontam — sem o viés ideológico — é que a biologia fornece a matéria-prima em certas regiões, mas é o funil socio-desportivo que decide qual país vai transformar essa fibra muscular em medalha de ouro ou em gol de Copa do Mundo.
Meu caro, genética tem impacto e influência no futebol atual, sim. Agora, o fator mais determinante para se desenvolver um bom jogador, em regras gerais, é o ambiente exposto. Quem cresce jogando em um ambiente que exige maior dificuldade se desenvolve mais.
Por isso os jogadores de classe baixa se destacam mais aqui no Brasil, o ambiente é mais competitivo (em todos sentidos). Por isso a China e Índia que deve dar metade da população mundial não faz um jogador nem para a Série B daqui. Hehehe… Jogar bola eles jogam, mas todo mundo é ruim, como se desenvolve? Os africanos que se destacam são os que crescem ou vão para ambientes mais desafiadores também.
Acho que mais que a genética, o que impacta no futebol é a falta de tempo pra treino e muito jogo. Só nesse cenário a força física consegue ganhar destaque. Mas no geral, se botar a rapaziada boa de bola, sempre amassa um time forte.