De acordo com as últimas Lives e informações de investidores, aportes e empresas, o nosso amigo são-paulino, Marco Maranhão, sugeriu uma boa forma, um bom formato para o clube:

Bandeira do São Paulo Futebol Clube (SPFC) em um campo de futebol, com arquibancadas vazias ao fundo.

‘Entendo o problema do impasse aporte/empréstimo para o SPFC. E elucubrando sobre isso, pensei em um modelo de operação híbrida. Não sei se faz sentido na prática, mas achei interessante compartilhar a ideia.

Hoje me parece que o problema do São Paulo é muito mais estrutural do que de capacidade de arrecadação:

  • juros altos,
  • dívida curta,
  • pressão de caixa,
  • antecipação de receita,
  • e custo financeiro consumindo o clube.

O FIDC foi uma tentativa importante nessa direção, mas ainda assim o clube continua pagando um prêmio enorme por risco.

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A ideia seria algo híbrido entre:

  • reestruturação financeira
  • e parceria estratégica de marca.

Exemplo:
um banco tipo XP, BTG, Itaú, Inter, etc., entra com algo na faixa de R$400 milhões para quitar/passivar as dívidas mais tóxicas do clube a uma taxa próxima da SELIC:

Mas em troca do subsídio financeiro nos juros, o banco receberia um pacote institucional e comercial extremamente forte.

O SPFC assumiria contratualmente um compromisso de fortalecimento da marca parceira durante todo o período da operação, transformando a instituição em algo como:
“patrono da reconstrução financeira do São Paulo”.

Isso poderia envolver:

  • exclusividade dentro do segmento financeiro,
  • presença prioritária da marca em comunicações institucionais,
  • associação direta ao projeto de reorganização financeira,
  • ativações recorrentes com torcida e sócio torcedor,
  • integração com produtos financeiros oficiais,
  • campanhas utilizando atletas e imagem institucional do elenco,
  • conteúdos e campanhas conjuntas,
  • presença estratégica no estádio e meios digitais,
  • e associação direta à recuperação estrutural do clube.

Na prática, o banco abriria mão de parte do ganho financeiro dos juros, mas poderia transformar isso em:

  • branding,
  • aquisição de clientes,
  • posicionamento,
  • fidelização,
  • mídia espontânea,
  • e associação emocional com uma das maiores marcas esportivas do país.

Porque sinceramente:
o SPFC é uma máquina absurda de audiência, engajamento e alcance.

Inclusive, lembro do crescimento e fortalecimento de marca do Banco Inter durante o período em que esteve vinculado ao São Paulo. Talvez uma parceria ainda mais profunda e estrutural pudesse gerar um impacto institucional e comercial ainda maior para uma instituição financeira.

E para o clube, a diferença poderia ser gigantesca:

  • redução brutal do custo financeiro,
  • previsibilidade,
  • menos necessidade de vender jogador desesperadamente,
  • menos antecipação,
  • menos “apagar incêndio”.

Claro que isso exigiria:

  • governança forte,
  • travas financeiras,
  • teto de gasto,
  • garantias de receitas,
  • e responsabilidade financeira real.

Mas olhando de fora, parece um modelo mais sustentável do que continuar pagando CDI + 7/9% e vivendo estrangulado no fluxo de caixa. Abraço!”

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