Psicológico do São Paulo é o principal problema desse time, alerta, ex jogador
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Casagrande alerta para risco do São Paulo e aponta fator psicológico como principal problema
O momento do São Paulo no Campeonato Brasileiro preocupa não apenas a torcida, mas também analistas esportivos. Durante o UOL News Esporte, o ex-jogador e comentarista Walter Casagrande avaliou que o Tricolor vive uma situação “muito delicada” e já parece mais próximo da zona de rebaixamento do que da marca considerada segura de 45 pontos.
A análise veio após a derrota por 2 a 1 para o Athletico-PR, resultado que ampliou a sequência negativa da equipe na competição.
“O time não é ruim, mas perdeu a confiança”
Para Casagrande, o problema do São Paulo não está na qualidade do elenco, mas na falta de confiança que tem afetado o desempenho durante as partidas.
“O São Paulo realmente está numa situação muito delicada. Está começando a ficar mais longe dos 45 pontos do que da zona de rebaixamento. Você olha o time: o time é ruim? Não, o time não é ruim. O time é bom. É bom o suficiente para ficar ali em cima? Não. Nem é ruim para ficar sofrendo para cair. Mas existe o problema emocional.”
Segundo o comentarista, basta o adversário marcar um gol para que a equipe perca completamente a estabilidade emocional.
“O São Paulo já entra desconfiando do que pode fazer. Mesmo dominando a partida, um gol só é suficiente para acabar com a confiança total de uma equipe. No São Paulo está sendo.”
Crise fora de campo influencia o desempenho
Casagrande também relacionou a queda de rendimento aos problemas institucionais enfrentados pelo clube.
Na avaliação do ex-jogador, a crise financeira, o transfer ban imposto pela FIFA e o ambiente de instabilidade acabam refletindo diretamente dentro de campo, aumentando a pressão sobre jogadores e comissão técnica.
Aspecto psicológico virou prioridade
Outro ponto destacado foi a preparação mental do elenco. Para Casagrande, depois da pausa para a Copa do Mundo, não há justificativa para atribuir o desempenho apenas à parte física ou tática.
“O lado principal do São Paulo nesse momento é o lado psicológico. Você não pode falar que está mal fisicamente. Todos os times pararam. Teve uma intertemporada até boa, condições de trabalhar o time tecnicamente, taticamente e fundamentos. E por que não funciona? Porque só estão se dedicando à parte física, à parte tática e aos fundamentos. O futebol hoje exige que a parte psicológica também seja bem preparada.”
Na visão do comentarista, recuperar a confiança do grupo é tão importante quanto corrigir questões técnicas.
Primeiro tempo mostrou potencial
Casagrande observou que o São Paulo apresentou um futebol competitivo durante a primeira etapa contra o Athletico-PR, com boa circulação de bola e passes verticais.
Entretanto, após sofrer o gol de empate no início do segundo tempo, a equipe perdeu organização e intensidade, repetindo um comportamento que vem se tornando recorrente ao longo da temporada.
Segundo turno será decisivo
O alerta de Casagrande reforça o momento de pressão vivido pelo São Paulo. Com a sequência sem vitórias no Campeonato Brasileiro e dificuldades dentro e fora de campo, o Tricolor inicia o segundo turno cercado por dúvidas.
Para reverter o cenário, o clube precisará não apenas melhorar seu desempenho técnico, mas também recuperar o equilíbrio emocional do elenco, considerado pelo comentarista o principal desafio da equipe na luta para se afastar da parte de baixo da tabela.
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Thiago Bettega deve estar fazendo um bom trabalho pelo jeito. Ou então não é milagreiro.
O primeiro tempo contra o Athletico desmente essa tese. O time estava jogando razoavelmente no primeiro tempo.
Não acho que a lambança do Pablo Maia e do Arboleda, que como zagueiro e último homem nunca poderia ter sido tão irresponsável em dar aquela travada com os dois pés ali correndo o risco de a bola sobrar no pé de um Athletucano, como sobrou, esse lance não teve nada a ver com insegurança ou psicológico. Foi pura ruindade mesmo.
A origem desse gol é uma total falta de preparo técnico. O exatamente o local do campo em que os jogadores só não podem fazer o que eles fizeram.
O SP desse ano está entregando a coisa que é mais difícil no futebol que é conseguir fazer um gol.
Na quarta nós conseguimos fazer o gol que não conseguimos contra o Remo, só que mais uma vez p entregamos gol para o adversário.
Psicológico ruim tem o time bom, treinado para vencer.
Quando o time é ruim e treinado para não perder ou apenas “tentar vencer, quando der” …,continua sendo time ruim …, e no caso do SPFC é um time ruim que não recebe.
Principal problema tricolor é a patota destruidora e caloteira, que através da corrupção generalizada fez desaparecer nosso futebol.
Não era para ser resposta, desculpe Caio, não percebi que ficou vinculado ao seu comentário.
Imagina
Mas a pausa da Copa do Mundo não serviria também exatamente para isso?
Recuperar a confiança e a parte psicológica do time?
Casagrande, troca de bebida
Vai para o intervalo ganhando e na volta, em 2 minutos toma a virada.
Foram currados no vestiário ?
Tenha dó… pqp !
Ainda bem que os novos jogadores contratados tem uma mentalidade vencedora, psicológico inabalável e gostam de um desafio extremamente difícil.
Vão mudar a cara do time, basta olhar para o Massis, o Rafinha, o Dorival Jr, o preparador físico(que sempre esqueço o nome) que se inspirarão com tanta testosterona que exalam.
Vcs viram o técnico da Espanha?
É um ano mais velho que o Dorival Jr.
Se vc fosse escolher um comandante para te liderar para uma batalha, vc preferiria ser comandado por quem?
Perceba que ninguém na ” imprensa esportiva” tem coragem para dizer ” na lata” que um jogador, qualquer jogador é RUIM !!
Eles se protegem, são corporativistas.
Já viu algum deles falar mal de algum jogador ??.
Aquele filho da puta do Caio Pompom fez campanha para convocar o Neymar .
Ia a programas da Globo dizer que Neymar resolveria ” numa jogada” .
Cadê esse filho da puta para falar agora ?
Ninguém o pergunta.
A imprensa esportiva é ruim de doer os olhos.
A Brasileira, tem um nível baixíssimo.
Mauro,
Seriedade, organização e disciplina não combinam com o Brasil.
Pra tudo tem um “jeitinho” até para doutrinar as pessoas.
Não tenho a menor dúvida disso
Desde o dia 22/01/1808, quando Dom João VI, Carlota Joaquina , Maria Louca e mais alguns milhares que aqui desembarcaram.
Eu que elogio bastante a Inglaterra, neste caso específico, a xingo.
Já ouvi isso de pessoas mais velhas que não são descendentes de portugueses, são filhos de imigrantes de outros países europeus.
Não vou estender até pra não polemizar muito kkkkkk
O Principal problema desse time é salário atrasado… Ninguém trabalha sem receber
Então o Corinthians deveria ter perdido ontem para o Remo :
Corinthians volta a atrasar salários de jogadores e comissão técnica
Diretoria trabalha para regularizar a pendência com o elenco o quanto antes
Por Vitor Chicarolli — São Paulo
09/06/2026 15h50 Atualizado há um mês
Mauro a única coisa diferente e tre nos e eles é a torcida, a deles é ativa e a nossa passiva
A nossa não é passiva.
A nossa é vendida.
São as putinhas das diretorias
Dinheio na mão, calcinha no chão.
Que looping desgraçado, todo ano discute-se treinador, jogador, psicologia, mas nunca questiona-se a estrutura de merda
Olha as pessoas que estão liderando o clube, dá pra sentir firmeza e confiar em alguma coisa ali?
O Dorival Jr se não for mais firme com o elenco, vai cavar sua cova. E ninguém ali vai salvar ele.
O que vai de aviso a quem acha que cair pra série b seria bom. Bom o kct. O spfc se cair, estará mais fudido do que hj. Pq olha quem gere o clube?
Felgam,
O SPFC tá fudido ficando na série A, caindo pra série B.
Tá tudo zoado!
Isso Japa. Ta fodido de qq jeito. E cair só vai foder mais. Pq a índole de quem comanda é só de sugar td que restar no clube.
Psicológico ser o maior problema,deveria ser para um trabalhador que ganha salário mínimo e paga aluguel,além de cuidar da manutenção da mulher e dos filhos,e não para quem ganha de 1,5 a 2 milhões por mês. Se um salário destes não é um bom incentivo então eu não sei de mais nada.
A faça-me o favor é fácil jogar a irresponsabilidade em cima do Psicológico…
É igual aquela história:-Depois que inventaram a desculpa,ninguém mais apanha.
Pois é…
A torcida de patetas que formam esse torcida São-Paulina, acha desculpa para tudo.
Menos admitir que o elenco é formado por BOSTAS.
Enzo, Wendell, Cauly, Calleri, etc são excepcionais jogadores
Só andam meio abatidinhos, tristinhos…
Ah.. Vão dar meia hora de bunda.
O problema é fisico, psicológico, profissional, hormonal, elemental, judicial, policial, espiritual…
Tá tudo errado
#Faltam20Pontos
Casagrande: Talvez Seja a Primeira Vez em Anos que Eu Concorde Integralmente com Sua Análise
Confesso que faz muito tempo que não concordava tanto com uma análise do Casagrande.
Ao afirmar que “o time não é ruim, mas perdeu a confiança”, ele sintetizou o principal problema do São Paulo.
Foi exatamente isso que procurei mostrar no texto sobre as declarações de Marcos Antônio.
O São Paulo não perdeu apenas jogos. Perdeu a convicção de que pode reagir durante uma partida. Hoje, basta sofrer um gol para a equipe perder organização, intensidade e confiança. O problema deixou de ser apenas técnico ou tático. Tornou-se, principalmente, emocional.
Quando Casagrande afirma que o futebol moderno exige que a preparação psicológica receba a mesma atenção que a preparação física, técnica e tática, sua análise encontra respaldo no que vemos em campo. O elenco parece jogar carregando o peso do medo de errar.
Na minha avaliação, essa fragilidade emocional acompanha o São Paulo há algumas temporadas e foi agravada durante a passagem de Roger Machado. As declarações recentes de Marcos Antônio, ao afirmar que “não tem o que fazer além de trabalhar”, reforçam a impressão de um grupo que perdeu a convicção de que consegue mudar o rumo de uma partida durante os 90 minutos.
Mas essa fragilidade não nasce apenas dentro das quatro linhas.
O ambiente externo também influencia diretamente o desempenho do elenco. Crises administrativas recorrentes, problemas financeiros, o recente transfer ban, disputas políticas e a constante exposição negativa do clube contribuem para um ambiente de instabilidade. Embora não seja possível afirmar que esses fatores expliquem, sozinhos, a queda de rendimento, é plausível que aumentem a pressão sobre um grupo que já demonstra fragilidade emocional.
É justamente nesse momento que a diretoria de futebol deveria exercer um papel fundamental: blindar o elenco para que o foco permaneça exclusivamente dentro de campo.
Até aqui, a gestão interina de Harry Massis e a pouca experiência de Rafinha como diretor de futebol ainda não demonstraram conseguir construir esse ambiente de proteção. Um elenco emocionalmente fragilizado precisa de liderança, estabilidade e segurança institucional para recuperar sua confiança.
Por isso, a reconstrução do São Paulo não passa apenas por reforços.
Passa, antes de tudo, pela reconstrução da mentalidade do elenco.
Talvez seja por isso que tantos jogadores argentinos tenham conquistado rapidamente a identificação da torcida. Calleri, mesmo vivendo uma fase técnica abaixo do esperado, nunca deixou de disputar cada lance como se fosse o último. Enzo Díaz, apesar das limitações técnicas e de ainda precisar controlar melhor o excesso de ímpeto em alguns momentos, demonstra uma entrega que contagia. E Hernán Crespo deixou uma frase que resume perfeitamente essa cultura competitiva:
“Onde não chegam as pernas, vai chegar o coração.”
Essa não é apenas uma frase de efeito.
É uma filosofia de competição.
Ela precisa ser incorporada ao dia a dia do São Paulo. O trabalho psicológico deve fazer parte do projeto esportivo do clube, fortalecendo a capacidade do grupo de reagir às adversidades. Ao mesmo tempo, o processo de montagem do elenco precisa considerar também o perfil comportamental dos atletas. Em momentos de reconstrução, talento é importante, mas resiliência e competitividade também são.
Nenhuma equipe conquista títulos — ou escapa de um rebaixamento — se desmorona emocionalmente a cada revés.
Desde Telê Santana, o São Paulo talvez não tenha encontrado outro treinador que exercesse plenamente o papel de líder completo: alguém capaz de desenvolver o time física, técnica e taticamente, mas também de transformar sua mentalidade.
Dorival Júnior tem experiência e conhecimento do futebol brasileiro.
O desafio, porém, vai muito além do desenho tático.
Ele precisa reconstruir a confiança de um elenco que parece ter desaprendido a reagir.
E fica a pergunta:
Dorival conseguirá ser o treinador de que este grupo realmente precisa?
Mais do que isso: terá a humildade para se reinventar e compreender que, antes de qualquer ajuste tático, o São Paulo precisa voltar a acreditar que nenhuma partida está perdida antes do apito final?