São Paulo acerta com mais um reforço oficialmente mas tem que resolver transfer ban
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São Paulo acerta Domingos Duarte, mas transfer ban adia anúncio oficial; entenda a situação
O São Paulo já garantiu mais um reforço para a sequência da temporada. O zagueiro português Domingos Duarte assinou contrato válido por duas temporadas e já treina normalmente no CT da Barra Funda. No entanto, sua oficialização e registro dependem da resolução do transfer ban imposto pela FIFA ao clube.
Domingos Duarte já assinou com o São Paulo
Apesar de ainda não ter sido anunciado oficialmente, Domingos Duarte já tem vínculo firmado com o Tricolor. Internamente, a diretoria considera o negócio concluído e trabalha apenas para regularizar a documentação junto à CBF.
O defensor chega para ocupar a vaga deixada por Alan Franco, que deixou o clube durante a pausa para a Copa do Mundo.
Enquanto aguarda a liberação, o português participa normalmente das atividades comandadas por Dorival Júnior no CT da Barra Funda.
Por que o São Paulo está impedido de registrar jogadores?
O entrave é o transfer ban aplicado pela FIFA por causa do atraso no pagamento da primeira parcela da compra do volante Marcos Antônio, junto à Lazio, da Itália.
A dívida corresponde a 1,05 milhão de euros (cerca de R$ 6,08 milhões), valor que deveria ter sido pago ao clube italiano. Como consequência, o São Paulo ficou temporariamente proibido de registrar novos atletas.
Isso significa que Domingos Duarte não pode ser inscrito no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF até que a pendência financeira seja resolvida.
Diretoria trabalha para quitar a dívida
Desde que a punição foi aplicada, o departamento financeiro, comandado por Sérgio Pimenta, busca alternativas para levantar os recursos necessários e efetuar o pagamento à Lazio.
Paralelamente, o departamento de futebol mantém contato constante com Domingos Duarte para tranquilizá-lo e reforçar que o acordo segue mantido.
Nos bastidores, a avaliação é de que o contrato assinado oferece segurança jurídica para ambas as partes.
Estreia deve ficar para agosto
A expectativa da diretoria é de que não haja tempo hábil para regularizar o zagueiro antes da partida contra o Flamengo, marcada para este domingo.
Com o adiamento do clássico contra o Santos, por conta do compromisso santista na Copa Sul-Americana, o calendário acabou dando um respiro ao São Paulo.
Agora, o objetivo é resolver o transfer ban nas próximas duas semanas para que Domingos Duarte esteja liberado para estrear no confronto diante do Grêmio, marcado para 8 de agosto.
Outros reforços já estão regularizados
Embora o clube esteja impedido de registrar novos atletas desde a punição, os reforços contratados anteriormente já estavam inscritos.
- Victor Sá já estreou com a camisa do São Paulo.
- Newton está regularizado e à disposição de Dorival Júnior.
- Aurélio Buta também já pode atuar normalmente.
Assim, Domingos Duarte é o único reforço que aguarda a retirada do transfer ban para ter sua situação regularizada.
A diretoria mantém confiança de que a questão será solucionada rapidamente e trata a contratação do zagueiro como definitiva, restando apenas cumprir as exigências burocráticas para que ele possa defender oficialmente o Tricolor.
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Se o time cair, não reclamem se torcedores mais nervosos perderem a cabeça e derem uns tapas em conselheiros. Aliás, conselho de quem entende um pouco de segurança pública, se eu fosse conselheiro já evitaria sair de casa a partir de agora.
Esse Sérgio pimenta é o da porcentagem?
Domingos Duarte, Seja Bem-vindo. Agora Falta o São Paulo Voltar a Ser Bem Administrado.
Domingos Duarte, seja bem-vindo ao São Paulo.
O zagueiro português, de 31 anos, chega após ser titular do Getafe na campanha que garantiu ao clube uma vaga na próxima edição da Conference League. Assinou contrato por duas temporadas, mas, até o momento, ainda aguarda a retirada do transfer ban imposto pela FIFA para que seu registro seja publicado no BID da CBF e possa estrear oficialmente.
Infelizmente, o anúncio de um reforço importante acaba ofuscado por mais um problema administrativo.
O São Paulo vive uma situação constrangedora: contratou um jogador que ainda não pode ser registrado porque deixou de pagar a primeira parcela da compra de Marcos Antônio junto à Lazio. A dívida, de 1,05 milhão de euros (cerca de R$ 6,08 milhões na cotação atual), resultou no transfer ban aplicado pela FIFA.
Mais do que o valor em si, o episódio simboliza uma gestão que parece apagar incêndios sucessivos. Se somarmos esse débito às multas e aos custos decorrentes de decisões administrativas equivocadas, percebe-se o tamanho do impacto financeiro que poderia estar sendo revertido em reforços, infraestrutura ou na redução do endividamento do clube.
A gestão de Harry Massis precisa entender que administrar o São Paulo exige planejamento, responsabilidade financeira e capacidade de execução. O clube não pode normalizar situações como um transfer ban causado pelo atraso no pagamento da primeira parcela de uma contratação.
No departamento de futebol, Rafinha também precisa mostrar resultados proporcionais ao cargo que ocupa. A identificação com o clube e a história construída como jogador merecem respeito, mas uma diretoria de futebol é avaliada por planejamento, organização, montagem de elenco e capacidade de antecipar problemas, não apenas por representatividade.
Dorival Júnior também precisa fazer sua parte. Restam poucos jogos para uma avaliação mais consistente de seu trabalho, mas algumas escolhas já despertam questionamentos. Em vez de insistir apenas em suas convicções, vale observar por que determinadas peças renderam mais sob Hernán Crespo. Não se trata de copiar um esquema, mas de compreender o contexto em que jogadores como Marcos Antônio conseguiram apresentar seu melhor futebol.
Pelas características do elenco, Lucas Ramon pode oferecer maior apoio ofensivo pelo lado direito em combinação com Arthur. Pela esquerda, Enzo Díaz ou Aurélio Buta podem dar mais profundidade ao ataque e, sem a bola, recompor como um terceiro zagueiro, fortalecendo um setor que hoje é uma das maiores fragilidades da equipe.
Agora também cabe à torcida cumprir seu papel. Durante os 90 minutos, o apoio deve ser incondicional. O elenco demonstra fragilidade emocional e precisa encontrar confiança para competir. Terminada a partida, porém, a cobrança deve existir e ser firme, sempre direcionada ao desempenho e às decisões do clube.
As torcidas organizadas também precisam refletir sobre seu papel. Se desejam participar da reconstrução do São Paulo, devem colocar o interesse institucional acima de disputas por influência ou proximidade com dirigentes. O clube precisa romper ciclos viciosos de poder e construir um ambiente em que a prioridade seja exclusivamente o São Paulo Futebol Clube.
O alerta está ligado.
A luta contra o rebaixamento não permite mais desperdício de pontos. A meta de 48 pontos precisa ser tratada como objetivo mínimo para garantir permanência na Série A e evitar que uma crise administrativa se transforme também em um desastre esportivo.
Chega de improviso. Chega de decisões amadoras.
O São Paulo não precisa de salvadores. Precisa de gestão profissional, responsabilidade financeira, planejamento esportivo e coragem para romper com práticas que, há anos, mantêm o clube preso ao mesmo ciclo de erros.
Buta neles!
acho que nossa unica chance de acertar o rumo seria eleger o Flavio Marques, mas ate por isso ele nao sera escolhido candidato, pois essa corja so pensa em se dar bem! vamos torcer para a Policia e o MP darem um jeito.