Massis se assusta com risco de Z4 e traça plano emergencial para salvar o São Paulo
GRUPO DE WHATSAPP: https://shortlink.uk/1rQK8
https://www.youtube.com/@spfcsaopauloblog

Presidente do São Paulo pretende antecipar R$ 150 milhões de contrato com a Ticketmaster para colocar salários e direitos de imagem em dia e reforçar o elenco
O São Paulo ligou o sinal de alerta com a possibilidade de entrar de vez na briga contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Diante da sequência negativa da equipe, a diretoria comandada por Harry Massis Jr. prepara um plano emergencial para tentar recuperar a estabilidade financeira e esportiva do clube.
A principal medida em discussão é a antecipação de aproximadamente R$ 150 milhões de receitas previstas em um contrato com a Ticketmaster, empresa que deverá assumir a mediação das vendas de ingressos para jogos e eventos realizados no Morumbis. O dinheiro seria utilizado para aliviar compromissos financeiros imediatos do São Paulo, incluindo o pagamento de premiações e direitos de imagem atrasados dos jogadores.
São Paulo pretende usar R$ 140 milhões para aliviar crise
A antecipação de receitas seria uma espécie de operação de emergência para dar fôlego ao caixa tricolor. Com dificuldades para manter os pagamentos em dia, a diretoria entende que colocar os jogadores em situação financeira mais confortável é fundamental para diminuir a tensão interna e criar melhores condições para a equipe reagir dentro de campo. Parte dos recursos também poderá ser destinada ao futebol.
A intenção da direção é utilizar o dinheiro para viabilizar a chegada de um ou dois reforços até o encerramento da janela de transferências, marcado para 11 de setembro. Estes nomes seriam de qualidade para agregar ao time e ter reação.
Risco de Z4 aumenta preocupação no Morumbis
A situação esportiva tornou a necessidade de reação ainda mais urgente. O São Paulo atravessa uma sequência de resultados ruins no Campeonato Brasileiro e passou a observar com maior preocupação a aproximação da zona de rebaixamento.
A possibilidade de o clube entrar na disputa contra o Z4 representa um cenário especialmente preocupante para a diretoria, principalmente porque o Tricolor já enfrenta dificuldades financeiras e acumula problemas relacionados ao fluxo de caixa. A prioridade, neste momento, é evitar que a crise esportiva se transforme em uma crise ainda maior.
Reforços podem chegar até setembro
Além de quitar valores pendentes com o elenco, o planejamento prevê a possibilidade de contratar um ou dois jogadores. A diretoria sabe que não será simples encontrar atletas disponíveis no mercado e que se encaixem na realidade financeira do clube. Por isso, o objetivo é utilizar a antecipação de receitas de maneira pontual para corrigir carências identificadas no elenco.
A janela de transferências será encerrada em 11 de setembro, o que dá ao São Paulo algumas semanas para definir eventuais contratações. A chegada de reforços, entretanto, dependerá da capacidade do clube de organizar o caixa e também das condições de mercado. Mas, o desespero pode ser um grande tempero.
Massis busca evitar uma crise ainda maior
O plano emergencial elaborado pela diretoria tem dois objetivos principais: estabilizar o ambiente financeiro e tentar recuperar o desempenho esportivo.
O pagamento de premiações e direitos de imagem atrasados pode ajudar a recuperar a confiança do elenco, enquanto eventuais reforços dariam novas alternativas ao técnico Dorival Júnior. A preocupação da diretoria é que uma eventual aproximação ainda maior do Z4 aumente a pressão sobre o clube justamente em um momento de dificuldades financeiras. Por isso, a antecipação de receitas é tratada como uma medida para ganhar tempo e criar condições para uma reação. Além disso, os famosos bichos por jogos pode gerar ainda maior reação.
Dinheiro novo resolve o problema?
A operação com a Ticketmaster pode aliviar o São Paulo no curto prazo, mas não elimina os problemas estruturais do clube. Antecipar receitas futuras significa utilizar agora recursos que seriam recebidos posteriormente. Dessa forma, a medida pode ser importante para resolver compromissos urgentes, mas precisará estar acompanhada de um planejamento financeiro de médio e longo prazo. No futebol, porém, a urgência é imediata.
O São Paulo precisa reagir no Campeonato Brasileiro, evitar uma aproximação perigosa da zona de rebaixamento e, ao mesmo tempo, tentar avançar na Copa Sul-Americana. Para Massis, o momento exige decisões rápidas.
Plano emergencial do São Paulo
- R$ 140 milhões: valor que o clube pretende antecipar do contrato com a Ticketmaster;
- Premiações: parte do dinheiro será usada para quitar valores atrasados;
- Direitos de imagem: jogadores também devem receber pagamentos pendentes;
- Bônus: Bichos para os jogadores para reversão do quadro negativo;
- Mercado da bola: São Paulo ainda avalia contratar um ou dois reforços;
- Prazo: janela de transferências termina em 11 de setembro;
- Prioridade esportiva: reagir no Brasileirão e afastar o risco de Z4.
Descubra mais sobre Blog do São Paulo
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
“Massis busca evitar uma crise ainda maior
O plano emergencial elaborado pela diretoria tem dois objetivos principais: estabilizar o ambiente financeiro e tentar recuperar o desempenho esportivo.”
É só trocar o presidente e a diretoria, não precisa contratar jogador meia boca pagando 1M por mês.
Você só se esqueceu da necessidade de trocar o conselho.
Verdade, boa Waldomiro!
Eu acho que deveríamos usar esse dinheiro pra trazer um atacante artilheiro e talvez um medalhão daquela lista que vc fez Zanca, ou um goleiro bom de verdade, a questão que fica é quem trazer
Pra que trazer mais jogadores se os donos do time continuam lá fazendo merda todo jogo ?
Não temos mais solução, ambiente e estrutura podre, só rezar para não cair.
Velho fdp foi o maior culpado disto ao avalizar a demissão do Crespo pelo Ruim Bosta.
Deve ter seguido o conselho da filha cúrinthiana também.
Aposto que vai investir no enganador do Philipe Coutinho que está aposentado há uns 8 anos e finge que joga.
Dá até medo de imaginar o que ele fará com essa grana….
Só desânimo, meodeos….
Gastaram, gastaram e gastaram.
Entre tanto dinheiro que passou de lá para cá e daqui para lá, mil vezes que tivessem aceitado pagar o salário do Marcos Leonardo, que fez um esforço enorme para vir pra cá.
Mas é jogador jovem e havia acabado de ser artilheiro do mundial. Tudo o que o São Paulo não busca.
Já não aguento mais ver Arboleda e Luciano vestindo nossa camisa.
To começando a ter o mesmo sentimento vendo o Calleri também.
Que ciclo que não acaba mais.
Arboleda, Luciano, Calleri, Lucas, Wendell, Ferreirinha, Tolói…. passou da hora….
Eu gosto do Calleri, agradeço, mas já deu também…. se bem que, com o Crespo, ele era o artilheiro do time no ano…. O Crespo saiu, e o elenco todo desandou…. Fora as demais burradas feitas pela diretoria na sequência…
Acabou o ano, e essa desastrosa gestão Massis, meu caro.
É torcer MESMO pelos 45 pontinhos e ver o que virá para 27….
Bicho, jogador que depende de técnico pra conseguir entregar boa performance não merece tirar mais de 1MM por mês.
Vem mais jogador do Junior Pedroso aí pra formarem com os excelentes Pablo Maia e Ferreirinha, ambos que estavam pra sair com o Crespo e hoje aparecem em todo jogo
Não tem que contratar NINGUÉM antes de fazer o expurgo OBRIGATÓRIO nesse elenco!
Marcos Leonardo teria sido outro mega problema. Ele seria frito como o James foi!
A panela do elenco não tolera gente que não passou pelo crivo deles.
Traduzindo o título da matéria: vai aumentar a dívida para negociar mais oportunidades de mercado de empresários amigos para ficarem no banco!
Se tivéssemos um presidente de verdade, um diretor de verdade e um técnico de verdade, contra o Coritiba do meio pra frente escalaria a molecada que estivesse em condições de jogo (Jogadores disponíveis e que não estão na seleção sub alguma coisa ou machucados), tipo Pedro Ferreira, Ryan Francisco, Gustavo Santana, etc…
Tenho certeza que ganharíamos sem dificuldades.
E existe ainda uma contradição que deixa tudo isso ainda mais evidente: o São Paulo contrata jogadores, mas muitos deles sequer recebem uma oportunidade real de disputar a posição. Portanto, não adianta simplesmente olhar para o mercado e dizer que o clube precisa contratar mais.
**Contratar não resolve quando existe uma hierarquia que impede os contratados de jogar.**
O jogador chega, treina, espera sua oportunidade e, mesmo quando apresenta desempenho satisfatório, continua atrás de um titular que parece ter a posição assegurada. Dessa maneira, o problema deixa de ser necessariamente a qualidade da contratação. O problema passa a ser a estrutura que determina quem joga.
Pode contratar dez jogadores para uma posição. Se o titular possui uma espécie de cadeira cativa, nenhum deles terá a oportunidade de mostrar se é melhor.
E isso é devastador para um elenco profissional. O jogador que chega perde motivação. O reserva perde motivação. O garoto da base perde motivação. E até o próprio titular pode perder a necessidade de evoluir, porque sabe que existe uma proteção esportiva ao seu redor.
É uma cadeia de acomodação.
Por isso, dizer simplesmente que “o São Paulo precisa contratar” é, na minha visão, fugir do problema principal. Antes de contratar, é preciso **acabar com as cadeiras cativas**.
O treinador precisa ter autonomia para tirar quem estiver mal. Os contratados precisam disputar posição de verdade. Os jogadores da base precisam ter oportunidade quando demonstrarem capacidade. E os veteranos precisam entender que história, salário ou status não garantem titularidade.
Se isso não mudar, o São Paulo pode contratar quem quiser que o problema continuará exatamente no mesmo lugar.
E é justamente aí que a situação se torna perigosa. Porque um clube pode sobreviver a uma temporada ruim. Pode sobreviver a uma contratação errada. Pode sobreviver a uma troca de treinador.
O que ele não pode é permanecer indefinidamente em um sistema que **não reage ao baixo desempenho**.
Se essa lógica continuar, o risco esportivo deixa de ser uma discussão abstrata. A cada rodada, a cada campeonato e a cada temporada, o clube se aproxima mais de uma situação que ninguém pode mais tratar como impossível: **a Série B**.
E, para evitar isso, não basta trocar jogadores.
**É preciso quebrar a hierarquia.**
Hoje, o São Paulo enfrenta um problema que vai muito além de uma simples deficiência técnica no elenco. Existe uma concentração enorme de recursos financeiros e de espaço esportivo em jogadores que, na minha avaliação, já não entregam ao clube aquilo que justificaria tamanho investimento.
Calleri, Luciano, Pablo Maia, Wendel, André, Ferreirinha, Arboleda e Lucas Moura são alguns dos nomes que representam esse problema. São jogadores que, juntos, consomem uma parcela extremamente relevante da folha salarial do clube. E a pergunta que precisa ser feita é simples: **quanto o São Paulo está pagando e quanto está recebendo de retorno dentro de campo?**
Não se pode administrar um clube de futebol apenas pelo nome, pela história ou pelo que determinado jogador já foi capaz de fazer. O São Paulo precisa avaliar o presente.
Lucas Moura, por exemplo, teve uma história extraordinária com o clube e merece todo o respeito pelo que representa para a torcida. Mas história não pode ser confundida com desempenho atual. O mesmo vale para qualquer outro jogador do elenco. O clube não pode manter contratos caros simplesmente porque determinados atletas tiveram importância no passado.
O São Paulo precisa recuperar uma mentalidade básica: **o clube está acima do jogador.**
Nenhum atleta pode ser maior que o São Paulo. Nenhum salário pode ser tratado como intocável. Nenhuma posição pode ser considerada garantida. E nenhum jogador pode ter sua titularidade assegurada simplesmente pelo status que conquistou dentro do elenco.
Se uma parcela enorme da folha está concentrada em atletas que não estão entregando desempenho compatível com o investimento, é necessário ter coragem para fazer mudanças. Não necessariamente dispensar todos de uma vez, porque existem contratos, custos e questões jurídicas envolvidas, mas **reformular profundamente o elenco e a estrutura salarial**.
O São Paulo precisa parar de pensar em preservar nomes e começar a pensar em reconstruir um time.
É preciso abrir espaço para jogadores que tenham fome, intensidade, capacidade de evolução e vontade de conquistar seu lugar. É preciso olhar para a base. É preciso contratar com critério. É preciso permitir que os recém-chegados disputem posição. E, principalmente, é preciso acabar com qualquer sensação de cadeira cativa.
Porque o problema não é simplesmente ter jogadores ruins.
O problema é gastar milhões para manter jogadores que não entregam, impedir que outros tenham oportunidade e, ao mesmo tempo, esperar que o resultado seja diferente.
Não será.
O São Paulo precisa entender que o clube vem antes de qualquer jogador. Antes de qualquer amizade. Antes de qualquer hierarquia. Antes de qualquer nome.
Se for necessário tomar decisões duras para recuperar a competitividade, elas precisam ser tomadas.
Porque, mantendo a mesma estrutura, os mesmos privilégios, os mesmos contratos e a mesma lógica, o São Paulo continuará andando em direção ao abismo.
E, se nada mudar, a Série B deixa de ser apenas uma ameaça distante e passa a ser uma consequência possível de um processo de destruição que precisa ser interrompido imediatamente.
Tem que por esse elenco pra girar…
De tempos em tempos é necessário em qualquer clube que se desfaça a panela.
Nesse ponto eu concordo com o Arnaldo Ribeiro, deveriam vetar toda e qualquer nova contratação até o final do ano. Esses caras não têm responsabilidade nem tato para acharem bons e promissores jogadores, apenas gastam dinheiro como se não houvesse amanhã.
Estamos presos. Renovaram com Luciano e Calleri, certamente a diretoria exerce e exercerá pressão para que fiquem no time titular. O contrário seria assumir a própria insanidade.
Vamos com o que temos até o final do ano. Paguem a dívida com os jogadores, porque isso é uma vergonha.
Tenho mais medo da nossa diretoria fazer mais cagadas do que o próprio rebaixamento do time até ao final do ano.
Quando a gente acha que já viu de tudo no SPFC, eles vão lá e dobram a aposta na arte de cagar ainda mais.
“mas precisará estar acompanhada de um planejamento financeiro de médio e longo prazo. ”
A mais de dez anos falamos isso, alguma vez foi feito? NUNCA. só ladroes, só contratações e renovações ridículas. Vão aceitar reformar o estatuto pra entrar investidores? Vao mudar para algo tipo oq fez o Bayer? Vão adequar o elenco às receitas que temos hoje? (jogadores como lucas, caleri e outros q nao entregam o q ganham, nao podem ficar). Se nao vao fazer nada disso, esquece. Estao pegando toda agua q ta na caixa dagua pra apagar um pequeno incendio. Mas ja ja morreremos de cede pq ja usamos toda agua
O essencial séria essas contratações não se adaptar a realidade do time ,mais por essas contratações pelos gastos financeiros,deveria ser adaptadas para resolver a realidade do time em campo,e não só a política financeira.Pois o que o clube sempre gastou nessas contratações dava para contratar jogadores que resolvessem,e não só dessem gastos.
Viver em crise é o melhor negócio que existe no SPFC. A crise é o que permite fechar negócios que antecipam receitas e ferram com o futuro do clube, contratar jogador meia boca com salário astronômico, apresentar propostas furadas tentando resolver um problema de hoje mesmo que isso comprometa o patrimônio da instituição.
Massis fez absolutamente TUDO pra levar o SPFC em direção à crise, sendo que ele só tinha coisas óbvias a fazer. Optou por dificultar tudo e escolher o pior caminho possível. Agora, o clube é “obrigado” a fechar com a ticketmaster custe o que custar caso contrário vai rebaixar? Tá certo.
O nobre usuário de fraldas geriátricas já “borrou” todo o ano com sua diarréia adminsitrativa apoiada pelos nobres Matusalens que dominam o Conselho. Agora, vão esfregar a bunda na diarréia para esparramar a merda por todos os lados e também para a próxima gestão.
Ainda que tragam de fato algum jogador fora do perfil sub-óbito, usuário do DM, com alto salário e que realmente tenha qualidade e possa fazer a diferença, até quando vão conseguir pagar este(s) jogador(es)?
Seguimos orbitando o Buracro Negro e cada vez mais perto do horizonte de eventos, a partir do qual seremos tragados. É uma questão de tempo.
Se essa gestão quiser acertar em algo… Já que irão antecipar milhões… Façam o básico, pagando premiações atrasadas, salários e direitos de imagem… Agora se não ganhar terça e do Coritiba… Já temos de pensar no próximo treinador… Eu iria de André Jardine, paga a multa, faz o crlh que for… Dê autonomia a ele, se é que se possa pensar sobre isso, conhece a base, os garotos, daria uma rejuvesnecida boa no time… Pq com os medalhões esquece… Chega de Rafael, Arboleda, Pablo Maia, Luciano armando, Calleri, André Silva, Ferreirinha, por aí vai…
E essa diretoria dá autonomia para algum técnico????
Coitado do técnico que queira trabalhar certo,e fique cobrando muito…
Escolheu isso que está acontecendo agora ao invés de um campeonato tranquilo quando demitiu o Crespo, e o pior gastou milhões (multa de treinadores, contratação de jogadores questionáveis a pedido dos novos treinadores) para piorar o time.
A cara dessa múmia mano… com dois celular na mão. É um inepto.
Desculpem, mas esse é um desabafo: chega de amadorismo, clube de funcionários melindrosos e presidente tampão que parece perdido e não tem capacidade de reconhecer isso.
Soberba, falta de conhecimento, briga com a torcida, decisões erradas e a insistência em manter Rui Costa quando já era evidente que o executivo não entregava. Depois, um gerente de futebol sem experiência e, como se não bastasse, sua promoção a diretor.
Agora, diante do risco de Z4, a conta chegou e aparecem as soluções emergenciais.
Marco Aurélio Cunha disse ontem, na Rádio Bandeirantes, que enviou duas mensagens a Massis oferecendo ajuda. A resposta? “São muitas mensagens”.
Um presidente que admite não conhecer futebol e, ao mesmo tempo, ignora quem conhece precisa explicar que tipo de gestão pretende fazer.
E os cardeais? Continuam brigando pelo poder enquanto o clube agoniza.
Massis, com toda humildade: pare de administrar para si e comece a administrar para o São Paulo.
Reúna os conselheiros. Sacramentem um pacto até novembro. Trégua política, força-tarefa contra o Z4 e compromisso de não agressão.
E o futebol precisa de cobrança. Dorival deve ser chamado para uma conversa franca: seis meses sem vencer no Brasileiro exigem respostas e mudanças. Se os conceitos não estão funcionando, que sejam revistos. Se não houver reação no próximo treino, ou se não gostar do que ouvir, seus R$ 2 milhões mensais não valem o trabalho. Obrigado e pegue seu banquinho.
Basta de melindre. Quem não quiser ficar, que procure outro clube. O São Paulo é maior que todos.
Se for para cair, que seja lutando, com honra, brio e identidade. E os próximos contratos precisam proteger o clube, inclusive com mecanismos que permitam encerramento diante de desempenho técnico incompatível com o esperado.
Olhem para a Argentina. Há jogadores com técnica talvez menos refinada, mas com uma característica que não pode faltar: brio, intensidade e entrega até o último minuto, mais os acréscimos.
No futebol, chega de jogador mimado. Quem não entregar, banco e treino. Se ficar “chateadinho”, o empresário procura outro clube.
E o scout já deveria estar trabalhando: jogadores de raça, intensidade e mentalidade competitiva.
O São Paulo precisa que Massis e os cardeais parem, por alguns meses, de disputar quem manda e decidam quem está disposto a salvar o clube.
O paciente está na UTI. E alguns parecem mais preocupados em escolher quem ficará com o hospital.
Cadê os reforços que chegaram ganhando altas cifras?
Bicho para reverter quadros negativos, mais reverter quadros negativos não é a obrigação natural do jogador? É antigamente jogava por amor a camisa, hoje é por amor a grana, se dever e atrasar os caras tiram o pé.