R$ 180 milhões de meta, zero vendas e pessimismo de Massis em números da janela do São Paulo
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Janela do São Paulo: meta de R$ 180 milhões, nenhuma venda e alerta de Harry Massis
O São Paulo vive uma janela de transferências marcada por reforços importantes, mas também por uma preocupação crescente com as finanças. A diretoria estabeleceu uma meta de arrecadar R$ 180 milhões com negociações de atletas em 2026, porém, até o momento, o clube ainda não concretizou nenhuma venda de grande impacto.
A situação foi comentada pelo presidente Harry Massis, que adotou um discurso cauteloso ao abordar o cenário financeiro do Tricolor.
Meta distante da realidade
O orçamento do São Paulo prevê a entrada de aproximadamente R$ 180 milhões em receitas com transferências de jogadores ao longo da temporada. Entretanto, a janela de meio de ano ainda não trouxe a negociação expressiva esperada pela diretoria.
Até aqui, o clube acumulou apenas empréstimos e saídas sem retorno financeiro significativo, como Alan Franco, emprestado ao Tigres; Gonzalo Tapia, próximo de ser emprestado ao Columbus Crew, Negrucci e Young. Outras possíveis saídas de jogadores fora dos planos, como Luan, Matheus Belém e Cédric Soares. Nenhuma dessas operações representa um valor capaz de aproximar o clube da meta orçamentária.
Reforços chegaram, mas exigem equilíbrio financeiro
Enquanto busca aumentar as receitas, o São Paulo também investiu na qualificação do elenco. Nesta janela chegaram ou estão acertados: Victor Sá; Newton; Domingos Duarte; Aurélio Buta. Embora alguns tenham vindo livres no mercado, casos como o de Newton representam investimento relevante, aumentando a necessidade de equilíbrio nas contas.
Massis demonstra preocupação
Em declarações recentes, Harry Massis reconheceu que o momento financeiro do São Paulo exige atenção. O presidente tem reforçado que o clube trabalha para reorganizar as finanças, equilibrar a folha salarial e ampliar receitas comerciais, mas admite que o cenário não é simples. A dificuldade para realizar grandes vendas aumenta a pressão sobre a diretoria, principalmente porque a arrecadação com transferências faz parte do planejamento financeiro da temporada.
Jovens podem virar ativos importantes
Diante da falta de propostas expressivas pelos principais jogadores do elenco, o São Paulo pode voltar suas atenções para atletas formados em Cotia. Nomes como Lucca Marques, Ryan Francisco, Gustavo Santana, Nicolas e outros jovens aparecem como ativos capazes de despertar interesse do mercado internacional no futuro. Até mesmo William Gomes, hoje no Porto que temos 23%.
Próximas semanas serão decisivas
Com a janela ainda aberta, a diretoria mantém a expectativa de receber propostas por alguns jogadores e reduzir a diferença em relação à meta de R$ 180 milhões. Caso as vendas não aconteçam, o São Paulo poderá encerrar a janela com um elenco reforçado esportivamente, mas sob forte pressão para encontrar outras fontes de receita e manter o equilíbrio financeiro no restante de 2026.
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Quem poderia imaginar que não temos jogadores valorizados depois de vender jovens a preço de banana e contratar aposentados?
E toma 70MM pro atacante veterano que NINGUÉM quer comprar. E que terá um mega aumento depois de 2 temporadas e meia HORRÍVEIS!
E toma mais contratação de 3 trintões com mega-contratos. Quem sabe alguém compre, ou NEM PENSAR!
Na boa….
Apostam em bondes velhos e ainda acham que os demais clubes vão se interessar por esses refugos. Agora venderão os garotos a preço de banana. Interminável roteiro de destruição.
Discutir o ciclo de incompetência do SPFC é cansativo demais.
E mais uma vez vão vender jogadores a preço de banana…
Quem diria que colocar uma meta desta seria difícil de alcançar.
Harry Massis: futebol e finanças não podem continuar nesse caminho.
O São Paulo vive uma das situações financeiras mais delicadas de sua história. Mesmo assim, a atual gestão insiste em um modelo de contratações que aumenta o risco e compromete ainda mais o futuro do clube.
Newton por 3,5 milhões de euros. Arthur por cerca de 6 milhões de euros. Uma negociação que ainda reduz o valor de Ferraresi. Soma-se a isso contratos elevados para jogadores veteranos e uma folha salarial que segue pressionando um caixa já no limite.
O mais preocupante é que nada indica uma mudança de filosofia.
O treinador deveria apontar apenas as necessidades e o perfil dos reforços. Caberia ao departamento de scout mapear o mercado, identificar oportunidades e apresentar jogadores com melhor relação entre custo, desempenho e potencial de valorização. É assim que clubes bem administrados trabalham.
Enquanto isso, o São Paulo continua dependendo da antecipação de receitas, da venda das joias de Cotia abaixo de valor minimamente aceitável e de operações financeiras para manter as contas em dia. Esse ciclo precisa acabar.
Por que não buscar profissionais que já provaram sua competência? O trabalho desenvolvido pelo Mirassol no scout é um exemplo de inteligência de mercado que merece ser estudado. Investir em estrutura e conhecimento custa muito menos do que insistir em contratações de alto risco.
Infelizmente, a gestão de Harry Massis segue no caminho oposto. O clube precisa de profissionalização, responsabilidade financeira e planejamento de longo prazo.
Aidar, Leco, Casares… cada um deixou sua marca. O legado de uma gestão não é medido pelas promessas, mas pelo clube que entrega ao sucessor.
Hoje, minha maior preocupação não é o próximo jogo. É o futuro do São Paulo.
Não dá pra inventar mais uma Copa? Antecipar olimpíadas? Voltar pra realidade de acompanhar esse time é tortura … Tava tão bom.
Bom MESMO no SP é que agora qualquer jogador médio ( no elenco ) ta batendo um milhão ! MAS Graças a Deus nosso PRE$IDENTE está MUITOOOOOOOOOOOO PREOCUPADO ! Deixem o homem trabalhar ! ele tem um PLANO ! Vai ser ELEITO para um mandato de TÃO COMPETENTE que está sendo ! não participou da Ge$tão Ca$ares MASSSSSSSSSSSS Tá fazendo MELHOR pqp vtnc
Não tem outra alternativa que não seja usar a base e tentar valorizar pelo menos uns dois garotos. Mas aí cai num problema. O que esperar dessa molecada? Tenho minhas dúvidas. Hoje eles valem algo muito mais pelas expectativas do que pela realidade. Colocar para jogar pode transformar essas expectativas numa dura e cruel realidade. Já vimos isso acontecer.
Por algum motivo eles são relevados, e não me parece ser por algum roteiro.
Tem alguns que jogam na seleção brasileira sub-20. Se não der pra valorizar e vender esses, não tem o que vender, então.
Nada que novos empréstimos bancários não possam resolver …, e novos déficits que se acumulam.
Vida que segue.
A patota não está preocupada.
Só algum investimento externo salvará o clube. Mais nada.
Não existe ‘investimento externo’. Ainda não entendeu isso?
óooo tadinho do massis, ele nao disse q entende de futebol? entao pq continua fazendo igual ao casares? investindo em velhos caros sem valor de revenda? e desfazendo de quem tem algum valor (abaixou valor do ferraresi). Seu anima….., é isso q dá contratar só sub40 q nao tem revenda, desfazendo da base a preço de pinga.