Como o São Paulo pretende lutar contra a altutide para não ser engolido contra o Bolívar em La Paz?
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Tricolor vai viajar para a Bolívia apenas horas antes da partida para reduzir os efeitos dos 3.600 metros de altitude no duelo pela Copa Sul-Americana
O São Paulo definiu uma estratégia específica para tentar minimizar os efeitos da altitude de La Paz no confronto contra o Bolívar, nesta terça-feira (11), às 21h30 (de Brasília), pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana.
Em vez de permanecer na capital boliviana por um período prolongado, a delegação são-paulina viajará para a Bolívia nesta segunda-feira e ficará hospedada em Santa Cruz de la Sierra, cidade localizada em uma região de baixa altitude. A viagem para La Paz acontecerá somente na terça-feira, poucas horas antes do início da partida. A decisão faz parte do planejamento do clube para reduzir o impacto fisiológico provocado pelos cerca de 3.600 metros de altitude de La Paz. Informação dada pelo ge.
São Paulo quer passar pouco tempo em La Paz
A estratégia adotada pelo São Paulo é baseada na ideia de permanecer o menor tempo possível em La Paz antes da partida. A delegação ficará em Santa Cruz de la Sierra durante a segunda-feira e seguirá para La Paz apenas no dia do confronto. Dessa maneira, os jogadores terão contato com o ar rarefeito da capital boliviana por um período mais curto antes de entrarem em campo.
A altitude é um dos principais fatores que preocupam o São Paulo no confronto. Em La Paz, a menor disponibilidade de oxigênio pode aumentar o desgaste físico, acelerar a frequência cardíaca e dificultar a recuperação dos atletas durante o jogo. Por isso, o Tricolor pretende controlar principalmente o ritmo da partida e evitar um desgaste excessivo nos primeiros minutos.
Estratégia também passa pelo comportamento em campo
Além do planejamento logístico, a comissão técnica de Dorival Júnior deverá trabalhar com os jogadores a necessidade de administrar energia durante os 90 minutos. Em um ambiente de altitude elevada, correr de maneira desnecessária pode aumentar rapidamente o desgaste. O São Paulo, portanto, precisa encontrar equilíbrio entre pressionar o Bolívar e manter uma estrutura compacta para não deixar espaços.
A tendência é que o Tricolor procure controlar melhor os momentos do jogo, evitando uma partida excessivamente acelerada. A posse de bola também pode ser uma aliada. Ao trocar passes e diminuir a necessidade de perseguições longas sem a bola, o São Paulo pode tentar reduzir o número de corridas de alta intensidade e preservar os jogadores para os minutos finais.
São Paulo chega pressionado para o duelo
O confronto contra o Bolívar acontece em um momento delicado para o São Paulo. O Tricolor foi eliminado da Copa do Brasil e não vence no Campeonato Brasileiro há oito partidas. A sequência negativa aumentou a pressão sobre a equipe e transformou a Copa Sul-Americana na principal oportunidade de conquistar um título na temporada.
A equipe paulista terminou a fase de grupos na liderança do Grupo C, à frente de O’Higgins, Millonarios e Boston River. Agora, terá pela frente um adversário acostumado a atuar em condições extremas.
Bolívar conhece bem os efeitos da altitude
O Bolívar utiliza a altitude de La Paz como uma de suas principais armas quando joga em casa. O clube boliviano disputou a Copa Libertadores e terminou na terceira colocação de seu grupo, que também contou com Fluminense e Independiente Rivadavia.
Na sequência da temporada continental, o Bolívar enfrentou o Grêmio nos playoffs da Copa Sul-Americana e conseguiu avançar para as oitavas de final. Para o São Paulo, portanto, o desafio não será apenas técnico. O Tricolor terá de lidar com um adversário acostumado ao ambiente de La Paz e com uma condição física que pode influenciar diretamente o andamento da partida.
Como o São Paulo pretende enfrentar a altitude?
A estratégia são-paulina pode ser resumida em três pontos:
- Hospedagem em Santa Cruz de la Sierra: a delegação evita permanecer em La Paz antes do jogo.
- Chegada poucas horas antes da partida: o contato com os 3.600 metros de altitude será reduzido.
- Controle do ritmo durante o jogo: a equipe precisa administrar o esforço para evitar desgaste precoce.
A intenção é chegar ao estádio com os jogadores nas melhores condições possíveis e impedir que a altitude seja um fator decisivo antes mesmo de a bola rolar.
São Paulo precisa sobreviver ao início do jogo
Um dos grandes desafios será atravessar os primeiros minutos sem sofrer pressão excessiva. O Bolívar provavelmente tentará aproveitar o conhecimento do ambiente e o desgaste provocado pela altitude para impor intensidade desde o começo. Para o São Paulo, controlar emocionalmente esse período será fundamental.
Se conseguir manter o jogo equilibrado e evitar correr atrás da bola durante longos períodos, o Tricolor poderá aumentar suas chances de chegar inteiro aos minutos finais. A partida também será um teste importante para a capacidade do time de Dorival Júnior de reagir depois da sequência negativa no Brasileirão.
Quando será Bolívar x São Paulo?
Bolívar x São Paulo acontece nesta terça-feira, 11 de agosto de 2026, às 21h30 (horário de Brasília), em La Paz, pela partida de ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana. O jogo de volta está marcado para 18 de agosto, no Morumbis.
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Aquele tipo de jogo que não faz o menor sentido ir pra ganhar com força máxima, que um Luciano da vida faz um gol cagado no final e a ala enzista da torcida volta a tratar o cara como herói!
Depois contra o Coritiba, FERRO!
Poupar titulares não é garantia de que vão entrar com vontade contra o Coritiba, mas não poupar aumenta a chances de fracasso e serve apenas como justificativa pra resultado ruim. Definitivamente não espero uma visão estrategista do Rafinha ou Massis, mas torço para que o Dorival reconheça o trabalho horrivel que está fazendo e opte por mandar um time completamente reserva, cheio de garotos. Titulares sequer deveriam viajar.
Nesse momento pouca gente se importa com a Sulamericana mas a enorme maioria não quer um rebaixamento. Espero que ele não seja estúpido.
Dorival não deve chegar até o fim de setembro, pelo visto…
Esqueçam essa SA. Foco é ficar na primeira divisão. Hj o SP tem o pior futebol da série A junto com a Chape.
Passou da hora de montar um time como pequeno mesmo. Jogando fechado e por uma bola. O time não tem qualidade para propor jogo ou controlar o jogo.
A ficha tem q cair pra ontem.
Tomara que já saia de lá desclassificado. O São Paulo deve focar em não ser rebaixado no Brasileiro, embora mereça muito ser rebaixado.
Altitude: jogar com inteligência
Contra a altitude, a primeira estratégia deveria ser ficar o menor tempo possível sob os efeitos do ar rarefeito. Nesse ponto, concordo com a comissão técnica.
Pelo atual momento do São Paulo, é preciso também cuidar do psicológico do elenco e ser assertivo: mais posse, mais paciência, jogadores experientes e bom toque de bola. Menos correria, menos exposição e, principalmente, menos finalizações cedidas.
Na frente, começaria com Luciano e Ryan. No segundo tempo, Calleri e Gustavo Santana. Experiência e juventude, distribuídas conforme o jogo exigir.
Rafael e Pablo Maia? Se não estiverem em condições de entregar, não deveriam ser relacionados. Treino de fundamento e recuperação. E, se ficarem “chateadinhos”, o empresário que procure outro clube.
Chega de elenco mimado.
O scout já deveria estar trabalhando: jogadores com raça, intensidade e mentalidade competitiva. Argentinos podem ser uma boa fonte.
E dois nomes de peso para elevar a qualidade.
Altitude se enfrenta apenas com pulmão. Jogo difícil se ganha com inteligência e personalidade.
Lembro do a o passado, jogo eliminatório de libertadores na altitude, Marcos Leonardo louco pra vir pra cá, tempo suficiente para mandar o time com uma semana antes para se adaptar, mas no final fizeram o mais porco de tudo e conseguiram perder o Marcos Leonardo, fomos pra altitude horas antes e dois titulares passaram mal logo de cara, Luciano perdeu gols fáceis em momentos decisivos, nada de novo.
O Casares não é só considerado ruim por ter roubado, mas sua administração de futebol com aquele palhaço do Belmonte e o incompetente Rui Costa foi de f…