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Para quem não acredita no sucesso de um funcionamento de FIDC e sempre desacredita de tudo, um alento que pode diminuir seu pessimismo: o clube terá regras rígidas, obrigações de governança corporativa séria e controles em todas as áreas que serão auditados por empresas externas.

Se hoje há um déficit ou estouro e tudo bem, aumenta a dívida, aprova politicamente e recomeça tudo de novo até chegar em um rombo absurdo, tal qual aconteceu com o rival sem cor que já não tem salvação, o São Paulo terá um freio e preparem-se para um 2025 com travas e muito controle de gastos.

A primeira e mais importante: ao final de todos os anos, começando de 2025, o clube é OBRIGADO a ter superávit, ou seja, ter gasto menos e arrecadado mais dentro de 01 de janeiro a 31 de dezembro de cada ano.

A segunda, o São Paulo não pode pegar mais que R$ 10 milhões de empréstimos e acréscimos financeiros a cada 90 dias e ainda precisa de autorização de condicionantes do fundo.

Terceira, salários administrativos do clube terão limite estabelecido com base no faturamento e atrelados ao máximo anual projetado.

Quarta, o clube não pode mais ceder descontos e negociar recebíveis sem autorização do fundo.

Quinta e talvez a mais importante: O futebol terá teto de gastos máximo de R$ 350 milhões.

Este último, coloquem as barbas de molho porque agora, o time terá que ser bem menos ousado que se pede e se imagina para o futuro.


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