Presidente do São Paulo emite Nota Oficial sobre exclusão de empresa de processo licitatório
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O Presidente da Diretoria Executiva do São Paulo Futebol Clube repudia veementemente a postura do Presidente do Conselho Deliberativo e da NewC, empresa derrotada no processo de escolha da nova tiqueteira do MorumBIS.
Trata-se de uma tentativa de prejudicar um processo estruturado, conduzido ao longo de mais de quatro meses, com análise das áreas responsáveis e submissão às instâncias competentes de governança do São Paulo Futebol Clube.
Após aprovação unânime pelo Conselho de Administração, a proposta da Ticketmaster foi encaminhada ao Conselho Deliberativo, no dia 27 de agosto, para análise e deliberação. Ontem, o Presidente do Conselho Deliberativo decidiu instaurar uma comissão formada por três membros identificados com a oposição e apenas um integrante da situação, estabelecendo evidente desequilíbrio em sua composição e criando mais uma etapa que, na prática, retarda a apreciação do contrato.
Durante todo o processo, nenhum participante questionou as regras do edital da concorrência, que recebeu seis propostas de diferentes empresas. Lamentamos que essas indagações tenham surgido somente após a escolha da Ticketmaster, cuja proposta apresentou, de forma inequívoca, as melhores condições para o São Paulo Futebol Clube.
É fundamental esclarecer que o processo não tinha como objeto a negociação de ativos imobiliários ou do direito de superfície do MorumBIS.
A suposta segunda “proposta”, divulgada como uma operação de até R$ 500 milhões, não consistiu em uma oferta formal dessa natureza. O material apresentado pela NewC limitava-se a um conjunto de slides com uma ideia preliminar envolvendo uma estrutura financeira vinculada ao estádio.
O São Paulo Futebol Clube rejeita a tentativa de apresentar um projeto embrionário como se fosse uma proposta diretamente comparável dentro da mesma concorrência.
O MorumBIS pertence ao São Paulo Futebol Clube. Qualquer operação envolvendo um patrimônio dessa magnitude exige análise rigorosa, segurança jurídica e absoluta proteção dos interesses da instituição.
A estrutura apresentada previa a participação da Lu Arenas, empresa presidida por Bruno Balsimelli. O PowerPoint sugeria a criação de uma operação financeira por meio de fundo de investimento imobiliário que poderia levantar ATÉ R$ 500 milhões, sem qualquer garantia de que esse montante seria efetivamente alcançado.
Além disso, o modelo envolveria receitas futuras do Clube e o Estádio do MorumBIS, nossa casa e um de seus principais ativos patrimoniais.
Por diversas vezes, a Diretoria solicitou que a NewC apresentasse formalmente uma proposta completa e detalhada sobre essa operação. Isso nunca ocorreu.
Em vez de conduzir o tema exclusivamente pelos canais institucionais, representantes ligados à Lu Arenas optaram por pressionar o Clube e promover a circulação de informações que não correspondem aos fatos.
Também é necessário que o torcedor conheça o histórico da Lu Arenas e as controvérsias públicas relacionadas à sua atuação. Entre elas está a extinção da concessão da Arena Independência pelo Governo de Minas Gerais, que declarou a caducidade do contrato por descumprimento de obrigações da concessionária. Segundo comunicado oficial do próprio Governo de Minas, a empresa deixou de repassar ao poder público, desde 2015, valores que já somavam aproximadamente R$ 36 milhões.
A participação da Lu Arenas também foi apontada pela área de Compliance do Clube como um obstáculo à continuidade das negociações.
Causa estranheza, ainda, que somente agora representantes da NewC tenham passado a assumir diretamente a comunicação sobre o tema, inclusive com o envio de e-mails ao Conselho Deliberativo, quando, durante o processo, essa interlocução foi conduzida por terceiros.
É igualmente preocupante que uma empresa multinacional dinamarquesa tente reverter, por meio de pressão política e institucional, o resultado de uma concorrência na qual sua proposta foi amplamente superada pela de outra participante.
O São Paulo Futebol Clube entende, de forma definitiva, que a proposta apresentada pela Ticketmaster, uma das maiores empresas globais do setor de ingressos, atende aos requisitos estabelecidos pelo Clube, contempla investimentos garantidos, oferece segurança jurídica à instituição e tem potencial para ampliar as receitas de bilheteria e do programa de sócio-torcedor, além de aprimorar significativamente o serviço prestado aos são-paulinos.
Estamos certos de que os membros do Conselho Deliberativo cumprirão sua missão de defender os interesses do São Paulo Futebol Clube e preservar a instituição de disputas políticas e manobras de natureza eleitoral.
O patrimônio, a reputação e o futuro do São Paulo Futebol Clube devem estar acima de interesses individuais, empresariais ou circunstanciais.
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Comissão atrás de comissão pra aprovar….
Na pratica, deve ser comissão em outro sentido….
Ninguém nesse conselho e diretoria presta.
Absolutamente ninguém.
_Faz Sentido (Argumentos Sólidos)
Comparação entre Propostas Diferentes: A crítica à tentativa de equiparar a proposta da Ticketmaster com a da NewC é válida. Uma licitação de bilhetagem não pode ser diretamente comparada a um projeto financeiro/imobiliário complexo envolvendo Fundo de Investimento Imobiliário (FII) e cessão do estádio.
A “Proposta” de R$ 500 Milhões em PowerPoint: Propostas formais exigem garantias firmes, underwriting bancário e termos constitutivos. Apresentar estimativas ou projeções teto (“até R$ 500 milhões”) sem garantias reais em um edital de concorrência comum de bilhetagem é juridicamente e financeiramente inconsistente.
Riscos de Compliance e Histórico do Parceiro: Apontar o histórico de caducidade do contrato da Arena Independência (Minas Gerais) contra a parceira da NewC (Lu Arenas) é uma justificativa técnica e de compliance legítima para barrar a empresa.
Inobservância do Edital: Questionar as regras ou trazer um modelo de negócio totalmente fora do escopo original do edital apenas após a derrota sinaliza comportamento oportunista por parte da perdedora.
_Não Faz Sentido (Contradições e Pontos Fracos)
A Rejeição de uma Oferta Potencialmente Maior sem Negociação: Se a proposta de R$ 500 milhões trazia uma estruturação imobiliária/financeira vantajosa, a recusa direta sem abrir uma frente isolada de estudos de viabilidade passa a impressão de rigidez burocrática ou apressamento para fechar com a Ticketmaster.
O Timing da Exposição de Compliance: Se a Lu Arenas participava do processo por meio de terceiros e com problemas conhecidos de compliance, a Diretoria deveria ter inabilitado a chapa da NewC logo no início do processo, e não usar o argumento apenas após a escolha da Ticketmaster.
Expectativa de Neutralidade Política em Ano Eleitoral/Crítico: Tratar a criação de uma comissão pelo Conselho Deliberativo como mero “golpe político” ignora o papel fiscalizador institucional do órgão, por mais que a composição possa, de fato, estar politizada.
_Nebuloso (O que Precisa de Esclarecimento)
Os Termos Financeiros da Ticketmaster: A nota exalta a Ticketmaster como a “melhor proposta”, mas não cita nenhum valor, prazo de contrato ou percentual de luvas/repasse para o clube, impedindo a verificação independente do torcedor.
A Troca de Interlocutores da NewC: A nota menciona que a comunicação passou a ser feita diretamente pela NewC apenas no final, enquanto antes era via terceiros. Não fica claro quem eram esses intermediários e por que o clube aceitou essa triangulação durante quatro meses.
O Alcance da Garantia Real: A nota afirma que a Ticketmaster oferece “investimentos garantidos”, mas não detalha se esses investimentos estão atrelados ao plano de modernização do MorumBIS ou apenas a antecipação de receitas de bilheteria.
_O que Realmente Era a “Proposta de R$ 500 Milhões” da NewC
Representantes da NewC enviaram e-mails e documentações diretamente aos conselheiros trazendo a sua versão:
A Estrutura de R$ 500 Mi: A NewC propôs um modelo de financiamento maior, no qual pagaria até R$ 500 milhões com prazo de reembolso em até 10 anos ao custo de CDI.
A Pegadinha: Em troca desse aporte elevado, a empresa exigia a alienação/garantia de até cinco fontes de receitas operacionais do MorumBIS — incluindo aluguel para shows, bilheterias, publicidade interna, cadeiras cativas e camarotes.
O Ponto da Diretoria: A cúpula tricolor rejeitou a oferta alegando que isso transformava um simples contrato de bilheteria em uma cessão onerosa do patrimônio do estádio.
_Por que a Comissão Foi Criada pelo Conselho Deliberativo
A criação da comissão especial partiu de uma contestação oficial feita por gerentes da NewC ao Presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres.
A NewC alegou que não foi convidada formalmente no início da disputa, recebeu o edital desatualizado durante as conversas e teve exigências criadas para favorecer a concorrente.
Diante das acusações de falta de isonomia, o Conselho travou a votação do contrato e nomeou quatro conselheiros (Daurio Speranzini, Flavio Marques, Daniel Fonseca e Marcel Bonilha) para auditar o processo em caráter de urgência antes de levá-lo ao plenário.
Maravilha, então a comissão irá avaliar o edital, documentação, propostas (nao apenas da NewC), e chegar a conclusão que o processo é correto e o Massis, como sempre, fez um excelente trabalho. Não há com o que se preocupar.
Pra quem fez parte da gestão Casares, sabia exatamente o tamanho do buraco, assumiu o clube, mentiu para os atletas e está com atrasos de +5 meses em direitos de imagem, é dificil emplacar que ou fecha o contrato com a ticketmaster ou não teremos dinheiro pra pagar as contas do mês. Primeiro foi a pressão para aprovar as contas de 2025, depois para renovar antecipadamente com a NB e agora Ticketmaster.
O spfc virou aquela bola de neve que vai crescendo à medida que desce a montanha.
E parece que a montanha ainda está no começo…
Eu acho engraçado o presidente que incluiu um camarote no negócio, que só será definido como vai usar depois que alguém ganhar ( estranho, muito estranho, mas se um amigo ganhar) reclamar que existem outras concessões na proposta. E ainda quer jogar a culpa na oposição com a ajuda da sua torcida dependente.
Que cara ridículo. Estrangula o próprio clube para aprovar o quer. Igualzinho o Casares. Cadê o dinheiro da New balance? Foi com esse mesmo papo. Não tinha DJ jeito vendesse e não contratasse
Se puxar direitinho deve ate aparecer conversas de alguem do clube com o Avô Caro…
Só com o dinheiro de uma das festinhas dele cheio das gringas ou do jantarzinho com o Xandão, ele zerava os salários atrasados do time!!!!
E pouca gente se lembra, mas ele fez parte da SAF do Atlético Mineiro, então, ele ajudou a montar o atual time deles….
Alias Joaozinho, time com pouca grife, mas que correu o jogo todo ontem contra o Cruzeiro
Mil críticas à Massis, um péssimo presidente. Mas, nessa, estou com ele. Os argumentos da nota sao sólidos e, mesmo que nao fossem, cabe ao Conselho todo agora avaliar. Essa comissão criada pelo Olten nao tem razao de ser, a nao ser atrasar a votação. É uma manobra claramente eleitoreira. Só que quem paga somos nos e nao a situação. Sim, porque sem contrato, nao entram os recursos necessários para pagar o salário dos jogadores. E, nesse momento, o que mais precisamos é de paz para que possamos fugir do rebaixamento. Na lógica do quanto pior melhor a oposição pode estar ajudando a empurrar o Sao Paulo para a série B
Depender dessa grana pra pagar salário é um erro imenso de gestão!
Pq ele deixou esse contrato como único caminho?
Aí está a versão oficial da presidencia do clube. Então, está tudo explicado? Tudo resolvido? Senhores conselheiros, para quê perder tempo com comissões se tudo está esclarecido? Votem a favor da tiquetimaster a toque de caixa, porque os jogadores estão sem comer e precisam desse dinheiro. Expulsem esse presidente do conselho que bloqueia a aprovação do legítimo ganhador da licitação só por disputa política e não pelo bem do clube. O bem do clube, o bem do clube…