Caiu! Comissão de Ética arquiva pedido de afastamento de Harry Massis da presidência do São Paulo
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Representação feita por conselheiros apontava suposta gestão temerária, violações estatutárias e problemas de governança no São Paulo; Comissão entendeu que pedido perdeu o objeto após pagamento do transfer ban
A Comissão de Ética do São Paulo FC arquivou a representação que pedia o afastamento de Harry Massis da presidência do clube e a abertura de um processo disciplinar contra o dirigente. O procedimento poderia, em caso de condenação, resultar até na expulsão de Massis do quadro social do Tricolor.
A representação havia sido protocolada em 30 de julho, por um grupo de conselheiros, entre eles Carlos Sadi, e reunia uma série de acusações relacionadas à condução administrativa do São Paulo.
Entre os principais argumentos apresentados estava o transfer ban aplicado pela Fifa ao clube em razão de uma dívida com a Lazio, referente à contratação do volante Marcos Antônio.
Transfer ban foi determinante para arquivamento
A punição da Fifa ocorreu no fim de julho e impediu temporariamente o São Paulo de registrar novos jogadores. O episódio foi incluído pelos conselheiros como um dos possíveis indícios de uma gestão considerada temerária.
Entretanto, enquanto a representação ainda estava sendo analisada, o São Paulo quitou a dívida.
No dia 5 de agosto, o clube desembolsou aproximadamente 1,05 milhão de euros, valor que correspondia a cerca de R$ 6,2 milhões, e conseguiu encerrar o transfer ban.
Diante disso, o relator da Comissão de Ética considerou que houve uma “perda superveniente do objeto”.
Na prática, a interpretação foi de que o fato que fundamentava esse trecho da representação deixou de existir após a regularização da pendência.
A Comissão também entendeu que o atraso no pagamento, por si só, não seria suficiente para caracterizar gestão temerária ou má-fé. Para o órgão, a quitação da dívida demonstrou a intenção do clube de cumprir a obrigação, ainda que tenha ocorrido depois do vencimento.
Atrasos salariais também foram citados
Os conselheiros também apresentaram outros episódios para sustentar o pedido de afastamento de Harry Massis.
Entre eles estavam atrasos salariais, decisões relacionadas ao departamento de futebol e questões administrativas do São Paulo.
A Comissão de Ética, porém, considerou que a maior parte desses fatos foi apresentada fora do prazo previsto pelo Regimento Interno.
Segundo a decisão, o regimento estabelece 15 dias para a apresentação de uma representação. Na avaliação do relator, somente o episódio relacionado ao transfer ban teria sido protocolado dentro desse período.
Além disso, a Comissão apontou problemas na forma como parte das acusações foi apresentada.
O órgão classificou alguns trechos como “alegações vagas ou puramente conjunturais”, destacando que os autores teriam utilizado notícias jornalísticas e indícios sem apresentar documentação considerada suficiente para individualizar e comprovar as supostas irregularidades.
Comissão também rejeitou questionamento sobre Conselho de Administração
Outro ponto incluído na representação tratava da composição do Conselho de Administração do São Paulo.
Nesse caso, a Comissão de Ética entendeu que a questão já havia sido analisada anteriormente em outro procedimento.
Por esse motivo, o órgão considerou que não seria possível realizar uma nova análise sobre o mesmo episódio.
Autores avaliam próximos passos
O arquivamento provocou descontentamento entre os conselheiros que apresentaram a representação.
Os autores questionam principalmente a interpretação adotada pela Comissão de Ética e o tempo necessário para a análise do procedimento.
Agora, o grupo avalia quais medidas poderá tomar para tentar recorrer da decisão ou levar os questionamentos a outras instâncias internas do São Paulo.
O arquivamento, portanto, encerra essa representação específica na Comissão de Ética, mas não elimina o ambiente de pressão política que envolve a gestão de Harry Massis.
O episódio ocorre em um momento especialmente delicado para o São Paulo, marcado por dificuldades financeiras, cobranças internas e forte pressão da torcida e de grupos políticos do clube.
O que aconteceu com o pedido de afastamento de Harry Massis?
- Representação: protocolada em 30 de julho por conselheiros do São Paulo.
- Pedido: afastamento de Harry Massis e abertura de processo disciplinar.
- Principal argumento: supostos indícios de gestão temerária e violações estatutárias.
- Transfer ban: aplicado pela Fifa por dívida relacionada à contratação de Marcos Antônio.
- Pagamento: cerca de € 1,05 milhão, aproximadamente R$ 6,2 milhões.
- Decisão: Comissão de Ética arquivou a representação.
- Motivo: perda do objeto no caso do transfer ban e intempestividade dos demais fatos.
- Próximo passo: autores estudam possibilidade de recurso.
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Essa oposição do spfc consegue pelo menos organizar um churrasco ?
Conseguem mas falta carne, cerveja, gelo, faca , carvão, grelha e espeto. So vai ter farofa, vinagrete, mas esqueceram o vinagre. Eno dua do churrasco , eles esquecem de reservar o local. Ou seja nao da em.nada, mas elws.convudam toda a situação e ficam os dois grupos roubando as cadeiras , toalhas e as laranjas que algum convidsdo levou.
Comissão de ética arquiva pedido de afastamento de Harry Massis…
Agora passou de palhaçada…
Esse pessoal dos conselheiros estão tirando uma sarro da cara dos torcedores.
“(Sarro é uma gíria da minha época,e quer dizer que esta se divertindo com a sua cara,é uma verdadeira piada,engraçado.)”,e é isso que os conselheiros estão fazendo com a cara do torcedor.
Agora já sabem que dificilmente sairemos dessa situação com essas pessoas que comandam o clube.
A galera com mentalidade revolucionária ainda vai ficar caindo em ilusão sobre medidas mágicas?
Deveria chamar “Comissão sem ética”.
Ri hoje chora amanhã, velho safado, pilantra.
A a pior notícia no São Paulo, é sempre a próxima.