Comparação do São Paulo de 2017 com 2026 feita por Dorival demonstra tamanho da preocupação com Z4 do Brasileirão
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Técnico reconhece pressão pela sequência sem vitórias no Brasileirão, lembra recuperação histórica de 2017 e admite que o time precisa transformar boas atuações em resultados
O momento do São Paulo no Campeonato Brasileiro fez Dorival Júnior recorrer a uma lembrança de 2017 para explicar o atual processo de reformulação do elenco. Após o empate por 1 a 1 com o Coritiba, no Morumbis, o treinador reconheceu que a situação exige atenção, especialmente pela proximidade da zona de rebaixamento, mas evitou fazer uma comparação direta entre as duas campanhas.
O Tricolor chegou a nove partidas sem vencer no Brasileirão e ocupa a 12ª colocação, com 27 pontos. A equipe está apenas cinco pontos acima do primeiro clube dentro da zona de rebaixamento.
Apesar da pressão, Dorival destacou que o São Paulo vive uma reformulação significativa durante a própria competição e citou a campanha de recuperação construída pelo clube em 2017 como exemplo de que uma reação ainda é possível.
Dorival lembra recuperação do São Paulo em 2017
Ao ser questionado sobre a possibilidade de repetir uma recuperação semelhante à de 2017, Dorival fez questão de diferenciar os dois momentos.
Segundo o treinador, naquela temporada o São Paulo chegou a ocupar a penúltima posição do Brasileirão e conseguiu reagir de maneira contundente no segundo turno. O técnico também ressaltou que o contexto atual envolve mudanças importantes no elenco durante a competição.
“São situações distintas. Naquele momento estávamos acho que na penúltima colocação. E fizemos um segundo turno que, se mantivéssemos o último resultado contra o Bahia, no Morumbi, aquele resultado daria ao São Paulo a melhor campanha do segundo turno do Brasileiro.”
Dorival explicou que, em 2017, o processo também envolveu mudanças profundas no grupo e a chegada de jogadores durante a competição.
Agora, de acordo com o treinador, 12 jogadores deixaram o São Paulo e cinco reforços chegaram, em uma reformulação que acontece simultaneamente à disputa do Brasileirão e da Copa Sul-Americana.
São Paulo precisa transformar boas atuações em vitórias
Para Dorival, um dos principais problemas do São Paulo neste momento não é necessariamente a ausência de momentos positivos durante as partidas, mas a dificuldade de transformar esse desempenho em pontos.
O treinador afirmou que a equipe já apresentou sinais de evolução, porém reconheceu que os resultados negativos acabam aumentando a pressão e diminuindo a confiança.
“Alguns sinais de positivo damos. E precisamos de muito mais. Para que tudo possa se resumir a um aspecto fundamental e importante: vitórias, que têm nos faltado.”
A declaração ocorre depois de mais um tropeço no Morumbis. Contra o Coritiba, o São Paulo abriu o placar com Pablo Maia, mas sofreu o empate no segundo tempo em uma jogada de bola parada.
A equipe teve 19 finalizações contra oito do adversário, mas novamente não conseguiu sustentar a vantagem no placar.
Dorival admite que duas ou três vitórias mudariam o cenário
O treinador também avaliou que uma pequena sequência positiva poderia alterar completamente o ambiente no clube.
“Talvez se tivesse aparecido duas ou três nesse caminho a confiança seria maior e, por merecimento, por termos feito boas partidas, estaríamos em uma situação diferente agora.”
A análise de Dorival evidencia o tamanho da importância dos próximos compromissos para o São Paulo. O time precisa interromper a sequência negativa no Brasileirão ao mesmo tempo em que disputa uma vaga nas quartas de final da Copa Sul-Americana.
O Tricolor empatou por 1 a 1 com o Bolívar no jogo de ida das oitavas de final, em La Paz. A decisão acontece na terça-feira (18), às 21h30 (de Brasília), no Morumbis.
Proximidade do Z4 aumenta pressão sobre o São Paulo
Embora Dorival tenha evitado tratar o momento atual como uma repetição de 2017, a comparação feita pelo treinador mostra a necessidade de uma reação rápida.
Com 27 pontos e nove jogos consecutivos sem vitória no Brasileirão, o São Paulo precisa voltar a somar três pontos para impedir que os concorrentes da parte de baixo se aproximem ainda mais.
A situação também coloca peso adicional sobre os próximos jogos. A Sul-Americana representa uma oportunidade de classificação e de recuperação de confiança, enquanto o Campeonato Brasileiro exige uma reação para afastar definitivamente o risco de envolvimento na luta contra o rebaixamento.
Dorival, porém, mantém a confiança de que o trabalho realizado durante a reformulação poderá produzir resultados positivos.
“Estamos partindo de uma reformulação dentro de uma competição de tamanha responsabilidade e importância. Temos ciência disso e temos certeza que estamos no caminho.”
São Paulo de 2026 pode repetir reação de 2017?
A principal diferença apontada por Dorival é o contexto. Em 2017, o São Paulo estava em situação ainda mais delicada na tabela e conseguiu realizar uma arrancada no segundo turno. Em 2026, o clube ainda está fora da zona de rebaixamento, mas convive com uma sequência preocupante de resultados.
A margem para erro, portanto, diminuiu.
Mais do que apresentar bons momentos, o São Paulo precisa voltar a vencer. Essa é, segundo o próprio Dorival, a variável capaz de mudar o ambiente, recuperar a confiança do elenco e dar tranquilidade para a sequência da temporada.
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A gente não pode normalizar o absurdo que é estar lutando contra o fundo da tabela ao invés de lutar pelo topo absurdo que vem acontecendo a 18 anos seguidos.
O SPFC já entra no campeonato Brasileiro deitando no chão e assumindo que é fraco.
Infelizmente esse é o reflexo espírito dos conselheiros atuais do clube.
É uma diretoria pobre de espírito que é fortemente direcionada por conquistas individuais e buscando status em sua círculo social. O que é ok e eles tem direito a fazer isso entretanto só conseguem fazer isso afundando o time e deixando esse espírito suíno contaminar o futebol. Enquanto essas pessoas e esse sistema político existir , podem contratar o Messi e O Cristiano Ronaldo que não irá mudar. É preciso mudar o espírito vencedor e honesto de volta nos corredores da Barra Funda , Cotia, Morumbi. ( E se desligar do clube do social que seguirá queimando nas fogueiras das vaidades.
O Hernanes carregou aquele time nas costas. Hoje não temos ninguém sequer perto de 50% disso.
Dorival sempre foi um treinador mediano para ruim. O destino deu um baita Flamengo nas mãos dele e, com o básico, chegou em conquistas relevantes que o alçaram a um patamar jamais merecido.
A copa do Brasil conquistada aqui foi uma sorte e um enorme acaso, como se todos os Deuses do futebol conspirassem para que levássemos esse título. Ele não tem nada a ver com isso, fez o dele e levou.
Mas tinha que se ter o mínimo de maturidade e discernimento para avaliar que, o mesmo treinador que ganhou na bacia das almas a taça, foi o mesmo que ganhou somente uma partida fora de casa.
E esse cara, que tem um desempenho pífio no Brasileiro somando sua última passagem pelo São Paulo e a passagem pelo Corinthians, foi o escolhido por essa merda de diretoria, para salvar o campeonato que ele não sabe jogar.
O clube já esta na série B, é hora de aceitar isso. Todos os requisitos para rebaixamento já foram preenchidos e hoje não tem time pior que o SP neste campeonato.
É uma boa oportunidade para reformulação.
A diferença é que esse ano não temos o Hernanes pra carregar esse bando de bagres.
Quem desenhou, quem fabricou, quem aprovou essa bosta de camisa não ama o spfc.
Florminense fc?
Infelizmente — Do Rival sendo Dorival
Sim, na passagem anterior pelo São Paulo houve um período de adaptação. Mas os Três Patetas parecem não enxergar o principal problema: o elenco não está comprometido, e Dorival também está em má fase.
O futebol mudou. Hoje qualquer adversário sabe como o São Paulo joga, quais espaços explorar e, em muitos casos, até quais substituições esperar. O roteiro começa a ficar previsível — inclusive lembrando o trabalho que Dorival vinha fazendo no Corinthians.
Sempre disse: Dorival é caro e seu melhor desempenho aparece em mata-mata. No Brasileiro, a história é outra.
Sim, ele é muito melhor que Roger Machado.
Mas isso não basta.
Ou Dorival se reinventa, muda conceitos e faz esse time competir, ou pegue seu banquinho, obrigado e tchau.
Para nossos rivais o SPFC desde 2017 se tornou uma blusinha de moça, tomara que caia.