Inspiração no São Paulo de Crespo é mencionada por Dorival Junior
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Dorival se inspira no São Paulo de Crespo e explica aposta sem centroavante contra o Mirassol
Técnico tricolor relembrou uma formação utilizada anteriormente pelo São Paulo, com Luciano flutuando e sem centroavante fixo na Era Crespo em constante movimentação, para justificar a estratégia adotada diante das ausências de Calleri e Artur.
Dorival Júnior recorreu a uma experiência recente do próprio São Paulo para explicar a escolha de uma formação sem centroavante de referência no confronto contra o Mirassol. Embora não tenha citado Hernán Crespo nominalmente, a descrição do treinador remeteu ao modelo utilizado pelo argentino em sua passagem pelo Tricolor, com Luciano atuando de maneira mais móvel ao de vários nomes como Tapia, Rigoni etc.
Questionado sobre a estratégia, Dorival explicou que a ideia era dificultar o trabalho dos zagueiros adversários, evitando oferecer a eles uma referência fixa de marcação. A movimentação dos atacantes e as infiltrações dos jogadores que chegavam de trás seriam fundamentais para criar espaços.
Dorival relembra formação utilizada anteriormente pelo São Paulo
Na avaliação do treinador, o São Paulo já havia apresentado uma estrutura semelhante em outro momento, com os laterais mais adiantados, três jogadores atuando por trás dos homens de frente e movimentação constante no setor ofensivo.
“Foi uma situação que já havia acontecido com o próprio São Paulo um tempo atrás”, explicou Dorival, ao recordar uma formação em que Lucas e Luciano alternavam movimentações, acompanhados por jogadores como Danielzinho, Bobadilla, Marcos Antônio ou Pablo Maia.
A referência chamou atenção porque a descrição se aproxima da dinâmica ofensiva utilizada pelo São Paulo de Hernán Crespo, em que Luciano podia sair da posição central, aproximar-se dos companheiros e abrir espaços para as infiltrações. Dorival não atribuiu explicitamente a ideia ao argentino, mas destacou que o Tricolor já havia obtido bons resultados com esse tipo de organização.
A intenção era tirar a referência dos zagueiros
Dorival explicou que a estratégia tinha um objetivo tático específico: impedir que os defensores adversários encontrassem uma referência fixa para acompanhar durante toda a partida.
“A ideia era essa, de não darmos função para os dois zagueiros adversários com a mobilidade e a movimentação do Lucas… ora do Lucas, ora do Luciano… e as infiltrações que viessem por trás”, afirmou.
O treinador considerou que o plano funcionou no lance do gol são-paulino. Com os atacantes alternando posições, os zagueiros precisavam decidir entre acompanhar a movimentação ou proteger os espaços às costas da defesa.
Na análise de Dorival, quando a defesa perde essa referência e o adversário consegue atacar os espaços, a equipe pode conquistar uma vantagem importante. Ele também apontou que o São Paulo criou outras oportunidades a partir de movimentos semelhantes, mas não conseguiu aproveitá-las.
Ausências de Calleri e Artur influenciaram a decisão
A escolha por uma formação mais móvel também foi condicionada pelas ausências de Calleri e Artur, jogadores que vinham exercendo funções importantes na estrutura ofensiva da equipe.
“Não tínhamos, para um jogo deste tamanho, Calleri e Artur, que vinham sendo jogadores referenciais para nós”, explicou Dorival.
Sem esses dois nomes, a comissão técnica precisou buscar uma alternativa para manter a capacidade de atacar e, ao mesmo tempo, evitar que a defesa adversária se organizasse com facilidade em torno de um centroavante fixo.
A movimentação de Lucas e Luciano foi, portanto, uma tentativa de compensar as ausências por meio da dinâmica coletiva. Em vez de depender de um jogador posicionado permanentemente entre os zagueiros, o São Paulo procurou criar desequilíbrios com trocas de posição, infiltrações e ocupação dos espaços.
Dorival lamenta início ruim, mas vê sinais positivos na estratégia
O treinador também avaliou que o São Paulo poderia ter construído uma partida diferente caso tivesse começado a executar a proposta tática com a mesma qualidade demonstrada depois da parada técnica.
Segundo Dorival, o início foi ruim e prejudicou a equipe. Na sequência, porém, o time conseguiu apresentar movimentos mais próximos do que havia sido planejado, criando oportunidades e encontrando espaços na defesa adversária.
A avaliação indica que, para o técnico, a questão não estava apenas em jogar sem um centroavante tradicional, mas em conseguir executar a movimentação coletiva desde os primeiros minutos.
A experiência também mostra como Dorival considera alternativas táticas já testadas pelo próprio São Paulo para lidar com limitações de elenco. A inspiração no modelo anterior não significa necessariamente uma reprodução integral do sistema de Crespo, mas revela que a comissão técnica vê na mobilidade de Luciano e Lucas uma possibilidade para mudar a dinâmica ofensiva do time.
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Mais uma vez, clube ratifica o atestado de burrice dos nossos dirigentes pela demissão bizarra do melhor técnico que passou pelo clube nos últimos anos, e que estava disputando as primeiras colocações quando caiu. Foi só chegar outro que o caldo entornou, como toda torcida já esperava. Quero ver quando algum deles vai ter a humildade de vir a público assumir a culpa e pedir desculpas.
Boa sugestão para um filme à tarde:
“A fuga das galinhas” (1 e2) …, filme de animação.
A arte imita a vida …, e a vida parece piada …, abraços a todos.
Paulo, filme a tarde ou é pra aposentado ou criança, mas a maioria aqui posta enquanto esta trabalhando.
Mas dá pra ver notícias, também.
Flávio fugiu do Brasil.
Acho que o Senhor ta esperando o @MaxTricolor pra conversar de politica kkk, eu aqui só quero um SPFC digno, honesto e vencedor se possível.
Me fez lembrar de um filme antigo chamado “O Corcel Negro”. Inclusive saiu a releitura esse ano. Parece que custou 130 milhas.