Adivinha…você sabe qual é o estádio que mais rouba bolas no Brasil?
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A Neo Química Arena virou assunto por um motivo inusitado: o desaparecimento de bolas durante os jogos. Após uma reclamação pública de Fábio Mota, presidente do Vitória, o Corinthians admitiu que também enfrenta o problema e estima perder de quatro a cinco bolas por partida em seu estádio.
A declaração do dirigente rubro-negro expôs uma situação que, segundo o relato divulgado pela ESPN, não seria um episódio isolado. O material utilizado nos aquecimentos acaba nas arquibancadas e, em algumas situações, não retorna ao campo.
“É o único estádio do Brasil em que a gente já sabe que vai perder 5 ou 6 bolas no aquecimento. Ninguém devolve as bolas aqui. Acho isso um absurdo”, afirmou Fábio Mota.
Corinthians também relata prejuízo com bolas perdidas
O reconhecimento do Corinthians chama a atenção porque indica que o problema não afeta apenas os clubes visitantes. A estimativa interna mencionada é de quatro a cinco bolas perdidas por jogo na Neo Química Arena.
O desaparecimento de materiais durante o aquecimento pode representar um custo recorrente para as equipes, que precisam repor os equipamentos utilizados nas atividades pré-jogo.
Ainda assim, a informação não permite concluir que exista uma ação organizada por parte dos torcedores. O relato aponta para bolas que chegam às arquibancadas e não são devolvidas, sem detalhar quantas são efetivamente levadas ou em quais circunstâncias isso acontece.
Reclamação do Vitória coloca o assunto em evidência
A crítica de Fábio Mota colocou a Neo Química Arena no centro de uma discussão pouco comum no futebol brasileiro. Em vez de arbitragem, gramado ou segurança, o assunto passou a ser a devolução das bolas utilizadas pelos times antes das partidas.
A situação também levanta uma questão prática: como evitar perdas recorrentes de material durante os aquecimentos e garantir que as bolas retornem ao campo?
Por enquanto, o dado mais relevante é a estimativa de perdas relatada internamente pelo Corinthians e a reclamação pública do presidente do Vitória. Não há, nas informações divulgadas, um levantamento comparativo que comprove que a arena corintiana seja o estádio com maior número de bolas desaparecidas no Brasil.
No fim, fica a pergunta: por que tantas bolas somem na Neo Química Arena — e por que elas não são devolvidas?
Fonte: ESPN. Foto: Rodrigo Coca.
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Da série “notícias que a gente já sabe antes mesmo de ler a matéria”
A roubalheira tá no DNA da arena 9 dedos.
A preocupação do São Paulino é outra. Temos a terceira maior dívida do futebol brasileiro R$ 2,45 bilhões, ficamos atrás apenas de Corinthians R$ 2,76 bilhões e Atlético Mineiro R$ 2,66 bilhões. A diferença é que esses rivais construíram estádios novos e em algum momento investiram pesado nos elencos e ganharam títulos importantes numa era que o São Paulo não construiu arena nenhuma e nem ganhou campeonatos. Nosso centro de treinamento é uma vergonha, e a dívida do São Paulo é insana. Os marginais de Itaquera ainda tem um presidente que está ajudando a pagar suas dívidas com o estádio, usando o nosso dinheiro.
Esses números do SPFC são sem contar os recebíveis. Aqui uma lista recente postado pela Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade no Futebol.
Veja o ranking com os 40 clubes das Séries A e B:
Atlético-MG: R$ 2,66 bilhões
Corinthians: R$ 2,08 bilhões
Botafogo: R$ 1,78 bilhão
Cruzeiro: R$ 1,28 bilhão
Palmeiras: R$ 1,13 bilhão
Internacional: R$ 1,05 bilhão
Fluminense: R$ 1,04 bilhão
Santos: R$ 999 milhões
Vasco: R$ 963 milhões
Flamengo: R$ 950 milhões
São Paulo: R$ 917 milhões
Grêmio: R$ 811 milhões
Bragantino: R$ 727 milhões
Athletico: R$ 374 milhões
Bahia: R$ 357 milhões
Sport: R$ 324 milhões
Náutico: R$ 291 milhões
Vitória: R$ 288 milhões
Fortaleza: R$ 276 milhões
Avaí: R$ 266 milhões
Ponte Preta: R$ 235 milhões
Ceará: R$ 217 milhões
América-MG: R$ 182 milhões
Chapecoense: R$ 171 milhões
Novorizontino: R$ 167 milhões
Coritiba: R$ 155 milhões (empate)
Vila Nova: R$ 155 milhões (empate)
Goiás: R$ 114 milhões
Botafogo-SP: R$ 89 milhões
São Bernardo: R$ 77 milhões
Athletic: R$ 72 milhões
Londrina: R$ 44 milhões
Atlético-GO: R$ 42 milhões
Cuiabá: R$ 40 milhões
Remo: R$ 37 milhões
Criciúma: R$ 30 milhões
Juventude: R$ 22 milhões
Mirassol: R$ 7,4 milhões
Operário-PR: R$ 4,2 milhões
CRB: R$ 900 mil