Oito jogadores concentram mais da metade da folha CLT do São Paulo sendo Lucas o maior deles, aponta levantamento
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Criticada pelo candidato Marcelinho Portugal Gouvea esta semana, a folha salarial do São Paulo é incompatível com os resultados conforme ele mesmo afirmou. Mas, de que folha falamos? Vamos acompanhar:
Um levantamento sobre a folha de pagamentos do São Paulo reacendeu o debate sobre a distribuição de recursos dentro do elenco em um momento de forte pressão financeira. Segundo o material, oito jogadores concentram aproximadamente 53,8% de toda a folha salarial em carteira de trabalho (CLT) do clube — um dado que ganha peso especial diante do cenário de endividamento elevado, antecipações de receitas, dificuldades frequentes de caixa e necessidade de negociar atletas para equilibrar as contas.
O que o levantamento inclui — e o que deixa de fora
É importante entender o escopo do estudo: os valores se referem exclusivamente aos salários registrados em carteira de trabalho. Ficam de fora direitos de imagem, luvas, bonificações, premiações, comissões de empresários, valores de intermediação e outras vantagens previstas nos contratos dos principais atletas — itens que, em muitos casos, representam parcela relevante da remuneração total no futebol brasileiro, especialmente para os jogadores mais bem pagos. Ou seja: os números apresentados representam um piso do custo real, não o total efetivo de cada contrato.
Os números gerais da folha CLT
Segundo o levantamento, a folha salarial CLT mensal do São Paulo soma R$ 9.152.995,00. Aplicando uma estimativa de encargos trabalhistas de 56,2% sobre esse valor, o custo adicional chega a R$ 5.143.983,19 por mês, elevando o custo mensal total da folha CLT para aproximadamente R$ 14,3 milhões. Se considerarmos que a imagem corresponde de 40 a 60% dos proventos, este número sobe para R$ 20 a 24 milhões que é a informação que o Blog do São Paulo tem.
Na projeção anual, os salários somam R$ 109.835.940,00, os encargos estimados chegam a R$ 61.727.798,28, e o custo anual aproximado da folha CLT atinge R$ 171.563.738,28.Projetando com a imagem e tudo que os contratos envolvem, pode chegar a R$ 360 milhões.
A concentração nos oito maiores salários
Os oito maiores salários da lista somam R$ 4,92 milhões mensais, concentrando cerca de 53,8% de toda a folha CLT do clube. Segundo o levantamento, o grupo é formado por Lucas Moura, Calleri, Luciano, Marcos Antônio, Wendell, Arboleda, Ferreira e João Victor.
O jogador com o maior salário individual em carteira é Lucas Moura, com R$ 1,17 milhão por mês. Com a estimativa de encargos aplicada, seu custo mensal supera R$ 1,82 milhão — valor que, segundo o próprio material, ainda não inclui eventuais pagamentos por direitos de imagem e outras parcelas contratuais.Os números de Calleri ainda não estavam renovados quando vazou a informação. Ou seja, ele recebe ainda mais.
Por que esses números preocupam
O levantamento destaca que os valores são particularmente sensíveis diante do contexto financeiro vivido pelo São Paulo: o clube convive com dívida acima de R$ 1 bilhão, recorreu a antecipação de receitas, atrasou pagamentos ao elenco — incluindo, de forma inédita, salários em carteira — e tem tido necessidade recorrente de negociar atletas para fechar as contas. Nesse cenário, a concentração de mais da metade da folha CLT em apenas oito jogadores levanta questionamentos sobre o equilíbrio entre investimento em estrelas e sustentabilidade financeira de longo prazo.
Atualização: 08/10/2026 após confirmação de informações com o jornalista Paulo Cezar Prado. Autor: Alexandre Zanquetta, cobrindo o São Paulo FC pelo Blog do São Paulo, o saopaulo. blog, desde 2008. (https://saopaulo.blog)
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Quem é João Vitor?
Boa noite e o jogador Vitor Sa
Obrigado
Jogadores velhos e caros. SPFC e sua torcida pecam por viverem presos ao passado. Sempre querem trazer de volta pseudos ídolos que acabam afundando o clube.
Está na hora de esquecer o passado e deixar Luciano, Lucas e Calleri irem embora. Além de não fazer besteira e trazer Victor Sás e Wendels da vida.
Diretoria do São Paulo mancomunada com os empresários. Só esquema, propina, comissão.
Bando de filhos de uma pu%@
Tiveram a chance de vender o Wendel para o Cruzeiro, poderiam não ter renovado com o Luciano e Calleri, e em hipótese alguma poderiam ter trazido o Victor Sá que não é melhor que nenhum ponta que passou no clube nos últimos 5 anos, ganhando 1 milhão por mês, por 3 anos de contrato.
Calma que o Luquinhas vai renovar, torcedor
Vai ter videozinho emocional e tudo
Ele ama muito o clube
O mais preocupante disso tudo. Folha salarial do clube gira em torno de 170 milhões anuais. Mas as despesas Gerais do clube giram em torno de 1bilhao e 100. Por mais que enxuguem a folha salarial de jogadores não vai resolver. Buraco é muito mais embaixo. O que tem de familiares e “indicados” de Conselheiros em Cargos remunerados no clube pra ganhar uma fortuna mensal não é brincadeira. Fora contratos com suas empresas. Há meses não assisto jogos do time. Pense em algo bom. recomendo. Enquanto o Clube estiver estiver nas mãos desses Conselheiros malditos eu me recuso até a assistir os jogos pela televisão. Só volto a assistir e a gastar com o clube no dia que virar SAF. Do contrário é só perda de tempo e passar raiva.
TODOSSSSSSSSSS sem exceção CRAQUES a nivel de SELEÇÃO DO MUNDO ! não disse Brasileira ! Na boa QUAL DELES decide e vale o salário ? EU seria RADICAL ! fazia um acordo para cortar bem o salario ou liberaria ! Arrumem dinheiro paguem rescisões e diminuam o PREJUIZO MENSAL em primeiro lugar para 27 ! Quero 10 Danielzinho que 1 Wendell ou Ferreirinha
QUAL O RETORNO QUE DEU AO CLUBE ? Eim
Não basta cortar a folha. É preciso mudar a política de contratação e remuneração do SPFC.
Minha proposta:
Base: Iniciar um cronograma obrigatório de integração ao profissional, com pelo menos dois jogadores formados no clube relacionados a cada partida, no primeiro momento podendo aumentar conforme o desempenho e planejamento técnico.
Contratos atuais: Lucas Moura, Calleri, Luciano, Marcos Antônio, Wendell, Arboleda, Ferreira e Victor Sá precisam passar por uma revisão de custo, desempenho, disponibilidade física e comprometimento.
É preciso abrir espaço para renegociações e novos caminhos quando o custo não se justificar.
Novos contratos: estruturar a remuneração com metas objetivas, vinculando uma parcela variável ao desempenho individual e coletivo, à participação em jogos e a indicadores adequados para cada posição. Atacantes, por exemplo, podem ser avaliados por gols e assistências; defensores, por desempenho defensivo e participação em jogos sem sofrer gols. Metas precisam ser realistas e considerar minutos jogados e função tática.
Quem não aceitar um modelo profissional, com metas, cobrança e responsabilidade, pode negociar uma saída.
O SPFC precisa parar de pagar pelo nome, história e começar a remunerar pelo que se entrega em campo. Menos privilégios, mais base e contratos que protejam o clube. Sempre retomando que jogadores cascudos, operários e com vigor físico e com valores baixos.
Quem tiver Tesão de SPFC terá espaço. Quem quiser apenas receber, sem compromisso com resultados, precisa procurar outro clube.
Minha proposta: