Ranking aponta São Paulo como o menor utilizador de estrangeiros entre rivais
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Em meio à decisão recente da CBF de reduzir, a partir de 2027, o limite de jogadores estrangeiros permitidos no Brasileirão, um levantamento do Estadão traz um dado que já antecipa parte dessa realidade dentro do próprio São Paulo: o clube tem, hoje, a menor média de atletas de fora do país entre os quatro grandes times paulistas na atual edição do Campeonato Brasileiro.
O número do São Paulo
Segundo o levantamento, o Tricolor registra média de 4,67 estrangeiros relacionados por rodada na competição — cálculo que não inclui jogadores com cidadania brasileira, já que esses também ficam fora dos critérios adotados pela própria CBF na nova regra.
Na vitória por 1 a 0 sobre o Internacional, pela 28ª rodada — resultado que, apesar de protestos de parte da torcida durante a partida, empurrou o próprio Inter para a zona de rebaixamento —, o São Paulo relacionou apenas três estrangeiros: o português Domingos Duarte, o equatoriano Robert Arboleda e o argentino Jonathan Calleri, autor do único gol do confronto.
Quem são os estrangeiros do elenco tricolor
Ao todo, o São Paulo conta atualmente com sete jogadores estrangeiros no elenco. Além do trio relacionado contra o Internacional, completam a lista os portugueses Aurélio Buta e Cédric Soares, o argentino Enzo Díaz e o paraguaio Damián Bobadilla — um grupo relativamente enxuto se comparado aos demais rivais paulistas de elite. Ainda mais que dois deles estão afastados e agora Buta e Domingos sofreram lesões.
Como o São Paulo se compara aos rivais
O número coloca o Tricolor atrás de Santos, Palmeiras e Corinthians na média de estrangeiros utilizados por rodada — uma posição que, dependendo do ponto de vista, tanto reforça a já conhecida aposta são-paulina em jogadores da base e do mercado nacional quanto expõe uma diferença estrutural de investimento em relação aos concorrentes diretos.
Santos lidera o ranking entre os paulistas
O Santos aparece disparado na liderança, com média de 6,30 estrangeiros relacionados em 27 rodadas do Brasileirão. O Peixe já chegou a escalar oito atletas de fora em uma única partida — a mais recente ocasião foi contra o Vitória, em maio, quando Gonzalo Escobar, Christian Oliva, Miguelito e Álvaro Barreal começaram como titulares, com Adonis Frías, Tomás Rincón, Benjamín Rollheiser e Lautaro Díaz completando a lista no banco de reservas.
Vale notar que parte desse grupo já não está mais no Santos: Frías, Rincón e Lautaro Díaz deixaram o elenco para a reta final da temporada. Atualmente, a lista de estrangeiros do clube é completada por Gustavo Caballero, do Paraguai, e Nicola Profeta, recém-convocado pela primeira vez pela seleção venezuelana.
Palmeiras também ultrapassa a marca de seis por rodada
O Palmeiras também apresenta média superior a seis estrangeiros relacionados por jogo. Na rodada mais recente, o técnico Abel Ferreira chegou a utilizar oito jogadores de fora do Brasil simultaneamente: os argentinos Agustín Giay, Alexander Barboza e Flaco López, o colombiano Jhon Arias, os paraguaios Gustavo Gómez e Ramón Sosa, além dos uruguaios Emiliano Martínez e Joaquín Piquerez. Completam o grupo alviverde os jovens Koné Mohamed, da Costa do Marfim, e Miguel Bilong, de Camarões.
Corinthians fica entre os dois extremos
O Corinthians registra média de 5,07 estrangeiros por rodada, posicionando-se entre o número mais enxuto do São Paulo e a alta concentração de Santos e Palmeiras. O principal nome do elenco corintiano nesse quesito é o holandês Memphis Depay, que divide espaço com o argentino Fabrizio Anglieri, o também argentino Rodrigo Garro, o peruano André Carrillo, o inglês Jesse Lingard, o marroquino Zakaria Labyad e o uruguaio Pedro Milans.
O que isso significa para o São Paulo a partir de 2027
Com a CBF já confirmando a redução do limite de estrangeiros no Brasileirão a partir da próxima temporada, o São Paulo parte de uma posição relativamente confortável em relação aos concorrentes diretos: por já operar com uma das menores médias de jogadores de fora entre os grandes paulistas, o clube tende a sentir menos impacto estrutural na adaptação à nova regra do que rivais como Santos e Palmeiras, que hoje dependem de forma mais intensa de elencos internacionalizados.
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Só tem estrangeiros perebas e desses alguns estão machucados, outros não servem nem para preencher o banco de reservas e os que jogam é arboleda e canelli. É o que mais tem e o que menos utiliza.
A Direção do clube não tem a capacidade e a inteligência de entender que o estrangeiro que vier tem que ser um craque ou acima da média, diferenciado, “com jerarquia” como dizia Bauza.
Aqui eles querem trazer Mena, Tapia, Enzo, Canete, Chávez, Saavedra, Cedric, Buta, Carneiro.
O Enzo ainda continua no spfc? Pelo menos seria útil ao time, melhor que ficar encostado.