Hernanes volta ao São Paulo, reencontra o elenco e muda o ambiente: “espírito de 2017” toma conta do Morumbi
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Profeta está de volta ao São Paulo
O São Paulo ganhou uma presença especial nos últimos dias. Ídolo da torcida e personagem marcante da história recente do clube, Hernanes voltou a conviver com o elenco tricolor e passou boa parte da semana próximo aos jogadores e à comissão técnica.
Mais do que uma visita protocolar, a presença do ex-meia chamou atenção pelo impacto no ambiente. Hernanes trouxe consigo lembranças de uma época em que o São Paulo viveu um dos momentos mais marcantes de sua trajetória recente, especialmente a campanha de recuperação de 2017, quando o clube lutou contra o rebaixamento e terminou o Campeonato Brasileiro em situação completamente diferente daquela projetada no meio da competição.
O chamado “espírito de 2017” voltou a ser lembrado nos bastidores.
Hernanes passa a semana com o elenco do São Paulo
A aproximação do Profeta com o grupo aconteceu justamente em um momento delicado para o São Paulo. O clube atravessa uma fase de enorme pressão, com cobrança da torcida, resultados ruins e a necessidade de reagir rapidamente no Campeonato Brasileiro.
Nesse cenário, a presença de um jogador que conhece profundamente o peso de vestir a camisa tricolor ganhou um significado especial.
Hernanes não é apenas um ex-atleta. É um dos principais símbolos da história recente do São Paulo e carrega uma identificação muito forte com o clube e com a torcida.
Sua passagem pelo Tricolor ficou marcada por liderança, personalidade e, principalmente, pela capacidade de assumir responsabilidade nos momentos de maior pressão.
O espírito de 2017 volta a aparecer
A lembrança de 2017 não acontece por acaso.
Naquele ano, o São Paulo passou por uma situação extremamente complicada no Campeonato Brasileiro e chegou a ocupar a zona de rebaixamento. A chegada de Hernanes durante a temporada foi determinante para a mudança de postura da equipe.
O meia rapidamente assumiu protagonismo dentro e fora de campo e ajudou o Tricolor a escapar de uma situação que parecia cada vez mais perigosa.
Agora, anos depois, o cenário faz a memória daquele período voltar à tona.
A diferença é que, desta vez, Hernanes não está entrando em campo. O papel do ídolo é outro: transmitir experiência, identificação e a mentalidade de quem já viveu uma situação semelhante dentro do clube.
Hernanes e Lugano juntos no Morumbi
O simbolismo ficou ainda maior durante o jogo no Morumbi.
Hernanes acompanhou a partida ao lado de Diego Lugano, outro nome que representa fortemente a identidade e a história recente do São Paulo.
A imagem dos dois ídolos juntos nas arquibancadas carregou um peso especial para os torcedores.
De um lado, Hernanes, o Profeta que marcou a recuperação de 2017. Do outro, Lugano, capitão do São Paulo campeão da Libertadores e do Mundial de 2005 e uma das maiores referências de liderança da história do clube.
A presença dos dois reforçou uma mensagem que o São Paulo precisa recuperar neste momento: personalidade para enfrentar a pressão e respeito pelo tamanho da camisa tricolor.
São Paulo precisa recuperar a mentalidade de reação
O principal desafio do elenco atualmente não é apenas técnico ou tático.
A equipe precisa recuperar confiança, competitividade e capacidade de reagir diante das adversidades.
É justamente nesse ponto que a presença de Hernanes pode ter valor.
O Profeta conhece como poucos o ambiente do São Paulo em momentos de crise. Em 2017, ele chegou ao clube quando a situação era extremamente delicada e rapidamente se tornou uma referência para o elenco.
Agora, sua presença ao lado dos jogadores pode funcionar como uma espécie de lembrança viva daquilo que o clube foi capaz de fazer quando todos estavam pressionados.
O espírito de 2017 voltou ao São Paulo — desta vez, com Hernanes fora das quatro linhas, mas novamente próximo do grupo.
E a presença dele ao lado de Lugano no Morumbi tornou a cena ainda mais simbólica para uma torcida que espera, acima de tudo, uma reação.
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Precisamos parar de recorrer a estas alegações para explicar alguma melhora no time.
A última foi a presença do Rafinha no Paulistão e deu no que deu.
Tem mais a ver com a melhora do conjunto, da escolha tática do técnico, do trabalho no dia-a-dia do que uma simples presença de alguém.
O Dorival Jr mudou o esquema, colocou 3 zagueiros, voltou com o Danielzinho no meio, trocou a ala esquerda e até deu um descanso pra titularidade contestável do Calleri.
Sou fã do Hernanes e do Lugano mas temos que separar os ídolos dos resultados dentro de campo.
O clima melhorou com a vitória contra o RBB, deu uma tranquilizada. Ontem fizemos o gol no momento que o time do Atlético MG tava até melhor na partida.
Pois é….
Ficar com superstição nesse momento nao ajuda.
É trabalho, é ajuste, é comprometimento, é seriedade.
Claro que conversa e entendimento também ajuda, mas daí a imaginar que só a presença de fulano ou Sicrano mudou o ambiente é demais….
O que mudou o ambiente foi a mudança de postura dos jogadores e do técnico, e os 2 resultados positivos obtidos.
E ganhamos 2 jogos que eu mesmo imaginava um empate em ambos confrontos. E vindo de dois resultados (contra Coritiba e Chapecoense) que não davam esperança ao torcedor.
Mas, vamos ver se daqui prá frente não bobeamos mais…..
É, deixa o Dorifrei voltar pro 4-4-2 capenga com Marcos Antônio de falso ponta pra ver se o azar não volta.
Três batidas na mesa!!!!
Kkkkkkk
E o Lucas Ramon no lugar do pangaré filho da Buta…
(mas aí acho q foi acidenta…? Pelo que eu ouvi, o Buta se contundiu no aquecimento?)
*acidental
Poderia ser o espírito de 2005.
Ídolo? Ridiculo.
Hernanes não é ídolo? Pqp haha
Vc falou de quem?????
Tanto Hernanes como Lugano são ídolos, sim!
Vc tá é louco!!
Ídolo dele é o Marcão dos porcos.
Só pode…. Rsss
O cara fala mais das Peppas do que do SP….
Não tenho ídolos. Ainda mais no futebol. Simples assim.
Kkkkkk
Sei….
Sei….
Não, num é ídolo não. Ídolo é você, cretino.
Não vou dizer quem é cretino, melhor não.