Massis pede que Rafinha avise elenco sobre pagamentos ligados à Ticketmaster
GRUPO DE WHATSAPP: https://shortlink.
https://www.youtube.com/@spfcsaopauloblog

O presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, pediu ao diretor de futebol Rafinha que comunique ao elenco a expectativa de avanço nos pagamentos após a aprovação do contrato com a Ticketmaster.
O acordo será analisado pelo Conselho Deliberativo nos dias 29 e 30 de setembro. A proposta prevê recursos imediatos de até R$ 140 milhões para o clube, que pretende utilizar parte do dinheiro para regularizar pendências com jogadores.
A votação é considerada fundamental pela diretoria para organizar o fluxo de caixa e tentar recuperar a confiança do elenco.
Conselho votará acordo
O Conselho Deliberativo marcou para 29 de setembro, às 18h30, a reunião de análise do contrato. A votação será realizada de forma híbrida entre os dias 29 e 30.
A Ticketmaster foi escolhida para assumir a gestão da venda de ingressos do MorumBIS no lugar da Total Acesso. O contrato também envolve a administração do camarote 29A e outras operações comerciais do estádio.
A diretoria fechou o acordo em agosto, mas o contrato ainda depende da aprovação dos conselheiros para entrar em vigor.
Como serão os R$ 140 milhões
O valor previsto no acordo é dividido em duas partes.
A primeira envolve um empréstimo de R$ 110 milhões, que seria disponibilizado ao São Paulo em até 45 dias após a assinatura do contrato.
O clube devolveria o montante em cinco anos, com juros equivalentes ao CDI mais 1,99% ao ano.
A segunda parte corresponde a um pagamento de R$ 30 milhões pela exploração comercial do camarote 29A durante cinco anos.
| Parcela | Valor | Natureza |
|---|---|---|
| Antecipação financeira | R$ 110 milhões | Empréstimo |
| Camarote 29A | R$ 30 milhões | Pagamento pela exploração comercial |
| Total imediato previsto | R$ 140 milhões | Recursos condicionados à aprovação |
Dinheiro pode quitar direitos de imagem
O São Paulo tem atualmente dois meses de direitos de imagem atrasados com o elenco. A diretoria estabeleceu o fim de setembro como prazo para tentar regularizar as pendências.
A expectativa é utilizar parte dos recursos da Ticketmaster para pagar os jogadores e reduzir o desgaste no ambiente interno.
Os atrasos foram expostos publicamente após declarações de Luciano, que afirmou nunca ter recebido salários em dia desde que chegou ao clube. Líderes do elenco também passaram a ajudar financeiramente atletas mais jovens.
O dinheiro da Ticketmaster, porém, não seria uma receita livre. Os R$ 110 milhões terão de ser devolvidos ao longo de cinco anos, com correção financeira.
Forma de pagamento
O empréstimo será quitado com receitas obtidas pelo São Paulo em jogos no MorumBIS.
O contrato estabelece um limite de R$ 1,8 milhão por mês para o pagamento à Ticketmaster. Mesmo em períodos sem jogos ou sem arrecadação no estádio, a parcela mensal continuará sendo devida.
Em um mês com R$ 10 milhões de renda líquida, por exemplo, até R$ 1,8 milhão seria destinado à amortização da dívida.
A condição reduz o impacto imediato sobre o caixa, mas cria uma obrigação financeira de longo prazo para o clube.
NewC questiona processo
O contrato enfrenta questionamentos da NewC, empresa que afirma ter participado do processo de escolha e aponta possíveis irregularidades na concorrência.
Por causa das dúvidas, Olten Ayres levou os questionamentos ao Conselho Deliberativo. Também foi criada uma Comissão de Análise de Contrato para elaborar um parecer sobre a proposta.
O documento foi concluído e deveria ser encaminhado aos conselheiros antes da votação.
A discussão pode influenciar o resultado da análise, principalmente porque parte dos conselheiros questiona as condições financeiras e a forma de escolha da empresa.
Camarote 29A
Além da operação de ingressos, a Ticketmaster terá direito a administrar o camarote 29A por cinco anos.
Atualmente, o espaço é usado pelo São Paulo para relacionamento com convidados em dias de jogos e shows. O local não é comercializado regularmente.
A empresa pagará R$ 30 milhões para assumir a exploração comercial do camarote. Em eventos musicais, também deverá adquirir ingressos para as apresentações realizadas no MorumBIS.
A operação amplia o escopo do contrato para além da bilheteria das partidas.
Massis tenta tranquilizar elenco
Ao pedir que Rafinha comunique os jogadores, Massis tenta apresentar a aprovação do acordo como solução para os atrasos.
O movimento também mostra a urgência da diretoria. O presidente precisa convencer os conselheiros a aprovar o contrato e, ao mesmo tempo, evitar que a insatisfação do elenco aumente.
A aprovação, no entanto, não garante que os pagamentos ocorrerão imediatamente. Primeiro, o contrato precisará ser aprovado, assinado e cumprir as etapas previstas para a liberação dos recursos.
A antecipação de R$ 110 milhões está prevista para ocorrer em até 45 dias depois da assinatura.
Pressão antes da votação
A votação acontece em um momento de crise financeira e política no São Paulo.
O elenco perdeu confiança na diretoria após atrasos salariais e promessas não cumpridas. Nos bastidores, Massis e Olten Ayres também fizeram um acordo político que facilitou o agendamento da análise da Ticketmaster.
A decisão dos conselheiros será determinante para o fluxo de caixa do clube e poderá definir se a diretoria conseguirá cumprir o prazo estabelecido para regularizar os direitos de imagem.
Descubra mais sobre Blog do São Paulo
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Assisti 5 minutos do jogo do Mirassol, não há a mínima possibilidade de eles serem rebaixados. Muita chance de caírem 2 grandes para a série B.
Pq se ele for avisar pessoalmente é capaz do elenco amarrar ele na trave e dar uma surra de Urtiga
Covarde
Olha as personas, Rafinha e massis, não sei se dou risada ou choro véio.