Cobrado por conselheiros Massis confessa até a aliados que não sabe mais o que fazer com o futebol do São Paulo

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Harry Massis tem 81 anos de idade. Assumiu uma bucha que não queria e sempre afirmou não querer no São Paulo ao longo destes anos todos como vice presidente de Julio Casares. Em Dezembro, com Casares forçando uma empresa em ato de desespero com Olten no final de seu mandato que estaria a dias de acabar no impeachment e com denúncias de corrupção explodindo na Polícia Civil, na imprensa com fatos diários de pessoas que o cercavam até chegar no ápice dos R$ 11 milhões em dinheiro vivo sacados sem comprovação ditos pelo Financeiro. E aliados e até opositores se reuniram com Massis e o convenceram: “Você fará a paz, será Presidente e estabilizará o clube até o fim de 2026. Será um nome marcante na história do clube”.

Este foi um dos relatos que escutamos no Blog do São Paulo. Massis com um rosto simpático e diferente dos já desgastados, com discursos já esvaziados de Casares, Belmonte etc, representou isso mesmo: vamos ter paz e deixar um novo Presidente assumir e tentar mudar em meio ao caos policial e político. E no início, tudo caminhou bem, mudanças, apaziguamento, opositores e aliados convivendo até que o jogo político, o ego e a vaidade assumiram de novo.

Quem estava de um lado queria uma coisa e quem estava do outro queria outra. Pessoas começaram a sair, pressão por mudanças, brigas internas, social em ebulição mas o futebol respirava. Até que, Massis que sempre admitiu que não sabe nada de futebol colocou todas as fichas em Rui Costa. E em Rafinha. E ouviu chorinhos de jogadores mimados e agentes reclamando. Achou que tudo daria certo e em um golpe fatal que ele não sabia que aniquilaria a ele mesmo, assinou a derrubada de Crespo alegando discursos pequenos e que não correspondiam à grandeza do São Paulo. Rebaixamento? Ele batia na madeira. E deu tudo errado.

Uma gestão ruim de grupo, um Diretor de Futebol incompetente, ególatra e mitômano. Deu tudo errado. Caiu técnico. Pressão em Diretor. E nova chance de correção de rota. Não ouviu ninguém e mesmo não sabendo nada de futebol, decidiu da sua cabeça e fígado o que faria pautando em um feeling que se mostrou MAIS UMA VEZ errado.

Orientaram a colocar um Diretor de Futebol Profissional. Nomes como Luiz Cunha, Marco Aurélio Cunha foram sugeridos até para trazer paz política. Não aceitou. Edmilson, Juninho Paulista, não quis. Imagina ouvir gente de fora que sabe de futebol, vamos trabalhar com os mesmos de antes que deram errado. Bancou Rafinha que nem Gerente era há 3 meses antes. Alicerçado na imprensa que começou a distribuir informações, conseguiu sua paz. Dorival o blindava e o elenco apaziguado com agentes sendo atendidos por oportunidades a seus jogadores.

Quem diria que daria tudo errado? Dorival não conseguiu fazer nada porque se estruturava nos jogadores que estão em má fase e mal acostumados. Não são cobrados, fazem biquinho. Massis não cumpriu nem o que arrotou que era pagar salários em dia e ajustar a rota financeira. Não vendeu jogadores, não trouxe dinheiro. Começou a ter guerras diárias por contratos e política interna. O futebol em frangalhos.

Oficializou Rafinha. Não contratra jogadores de frente porque tem medo de gastar e “coringar” e Rafinha não tem peito de enfrentar jogadores. Não pagou atrasados. E dia após dia, a política piora com as eleições. Todo dia tem reunião e encontros de conselheiros e grupos. Falam em novo mandato e Presidente, não se fala de SAF, profissionalização, só em quem vai mandar dessa vez e em como vão prometer mudar e dar esperança. Enquanto isso, internamente, se matam. Falam em futuro e não querem mudar nada com os mesmos nomes.

Olten que era a face da gestão Casares agora é chamado de oposição e apoia a oposição. Massis que era Vice para ser pacificador e transitório começou a falar em ser Presidente mais 3 anos. É a fórmula do caos. O clube afunda, ninguém hoje está pensando no clube e para piorar, após falarmos com aliados mesmo, gente que tenta ajudar Massis e que ele tem por perto de confiança, passou a nós, do Blog do São Paulo que ele afirmou ontem NÃO SABER MAIS O QUE FAZER. Ele está completamente desnorteado, perdido e sem energia, não sabe a quem recorrer.

Rafinha não tem capacidade de mexer com o grupo porque é amiguinho. Dorival a mesma coisa, não sabe fazer nada sem eles serem aliados dele. Mas ele já culpou os atletas ontem na coletiva e a coisa começou a ficar ruim até pra ele. Sem dinheiro, sem ideias, sem capacidade, competência e sem saber o que fazer, o torcedor do São Paulo até o mais otimista não vê mais luz no fim do túnel.

Juvenal Juvêncio em momentos de crise enxergava e falava em FATO NOVO. Precisa mexer com tudo e todos nessas horas por pior que seja o cenário ou consequências. Hoje, não se tem mais condição de manter Rafinha e muito menos Dorival. Jogadores que resolvam, afaste quem não renda e tenham coragem de mudar. Quem ali terá coragem? Rafinha nem dá entrevista. Massis não dá entrevista e surta até com conselheiros próximos pelo desespero de ver que agora podemos cair e não saber mais o que fazer. O São Paulo tinha muitas coisas e foi perdendo tudo ao longo do tempo minado por seus próprios donos de fato, seus conselheiros que não permitem ninguém fazer nada e se fecham em poderes, egos, vaidades, soberbas e prepotência de que sabem fazer.

A destruição que começou há 17 anos está perto de seu apogeu com quem nem ao menos sabe o que fazer. Jogadores mandam e fazerm o que querem. Diretor amador e perdido. Presidente atônito e sem liderança, sem conhecimento e experiência. Salários atrasados e clima interno de desesperança. E ainda falam dia após dia, seja na oposição ou situação, ao fim são todos os mesmos que só dançam em cadeiras que mudam de nome e cor, SAF não. Profissionalização não. Todos querem um pouco do mel do poder e seguem atrás disso sem parar e não querem mudar.

Ninguém pensa em paz ou aliança ou resolver nada agora, só veem a eleição mais perto. Organizadas não fazem nada alem de contar histórias, chamar imprensa e fazer posts. Cobranças filmadas e inúteis. Ninguém rendendo, técnico fracassou, jogadores displicentes e folgas na semana. O clube não faz nada e nem fará. Eles não sabem o que fazer, são reféns deles mesmos. E a contagem regressiva para o pior momento da história do clube está ligado.

E até lá, veremos pessoas sem saber o que fazer e não fazendo nada. Nem errar por tentativa veremos, estarão covardemente escondidos, omissos e fechados repetindo que a culpa é sempre de alguém que não eles e que não sabem o que fazer mas que trabalham muito, se dedicam demais. Sim, mas não largam o osso, não soltam a mão de amiguinhos e parceiros de negócios, agentes, jogadores que não jogam nada e muito menos de seus postos e cargos após fracassarem e se mostrarem completamente inúteis, incompetentes e derrotados.

É contar os dias para o fim até o próximo fazer novas promessas e se fingir alheio ao que ocorreu até hoje como se alguém lá dentro fosse isento de ter visto dia após dia e ainda perpetuar tudo isso. Desespero é pouco. O São Paulo Futebol Clube está perto, bem perto, muito perto de uma ruptura e uma cicatriz eterna e enquanto isso, todos lá ainda brigam por quem terá o poder e comandará as cinzas dizendo ser a esperança e a mudança mas sem querer mudar ou alterar nada. É isso. Acabou.


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