Julio Casares pede desligamento do São Paulo
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Julio Casares pede desligamento do São Paulo e renuncia ao cargo de conselheiro
O ex-presidente Julio Casares oficializou nesta quarta-feira (29) seu desligamento do quadro associativo do São Paulo Futebol Clube e também renunciou aos cargos que ocupava nos Conselhos Deliberativo e Consultivo da instituição.
A decisão foi comunicada por meio de uma carta aberta e acontece às vésperas da audiência da Comissão de Ética que analisaria o processo disciplinar contra o ex-dirigente, procedimento que poderia culminar em sua expulsão do quadro de associados do clube.
Decisão evita conclusão do processo disciplinar
Casares já havia deixado a presidência do São Paulo em janeiro deste ano, quando renunciou ao cargo durante o processo de impeachment aprovado pelo Conselho Deliberativo.
Agora, ao solicitar seu desligamento como associado, o ex-presidente encerra seu vínculo institucional antes da conclusão do julgamento na Comissão de Ética. A medida é semelhante à adotada anteriormente em casos envolvendo outros ex-dirigentes.
Carta aberta: “Saio para preservar minha saúde e minha dignidade”
Na carta enviada à imprensa, Casares afirmou que a decisão foi tomada após um longo período de reflexão.
Segundo ele, os principais motivos para deixar o clube foram:
- preservar sua saúde;
- proteger sua família;
- manter sua dignidade;
- concentrar esforços em sua defesa na Justiça.
O ex-presidente também afirmou continuar torcedor do São Paulo e disse que jamais deixará de amar o clube.
Críticas ao ambiente político
Ao longo da carta, Casares faz duras críticas ao cenário político vivido pelo São Paulo.
Segundo o ex-dirigente, nos últimos meses o ambiente passou a ser marcado por:
- perseguições políticas;
- ataques pessoais;
- desgaste emocional;
- disputas de poder acima dos interesses do clube.
Ele também declarou que foi transformado em “vilão” por uma narrativa que, segundo sua versão, não corresponde aos fatos.
Defesa da gestão
Casares utilizou a carta para defender sua administração à frente do São Paulo.
Ele destacou como legado:
- a conquista de três títulos durante sua gestão;
- o fim de um longo jejum de conquistas;
- recordes de arrecadação e público no Morumbi;
- obras de infraestrutura realizadas no estádio;
- conquistas nas categorias de base.
Além disso, afirmou que todos os balanços, contratos e decisões administrativas foram aprovados pelos órgãos competentes do clube durante seu mandato.
Defesa das acusações
Outro ponto abordado pelo ex-presidente foi o direito de defesa.
Casares afirmou que não teve acesso a documentos que, segundo ele, comprovariam sua inocência e criticou a condução dos processos internos do clube.
Segundo o ex-dirigente, sua defesa será concentrada na esfera judicial.
“Tenho plena confiança na Justiça e acredito que ela é o único lugar onde os fatos prevalecem sobre versões.”
Fim de um ciclo
Ao encerrar a carta, Julio Casares afirmou deixar todos os cargos de cabeça erguida, agradeceu às pessoas que o apoiaram durante sua trajetória e declarou que continuará acompanhando o São Paulo como torcedor.
A saída marca o encerramento definitivo de seu ciclo político dentro do clube, iniciado anos antes de assumir a presidência e encerrado em meio a uma das maiores crises institucionais da história recente do Tricolor Paulista.
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Covarde..sabe do q fez..e agora vem com palavrinhas vazias…fujão..ja vai tarde..pelo menos esse ser abjeto nao participará de mais nada do sp
Além de ser o pior presidente da história, ter sofrido impeachment e estar sendo associado à esquemas, também fica marcado como o mais frouxo e fujão que essa instituição já viu. Daqui pra frente é com a policia civil e MP.
O Senhor roubou o São Paulo FC, é o PIOR presidente da História do Clube, que nunca mais pise no São Paulo FC e que possa ser preso e devolva o que roubou do clube.
“E o dinheiro chegava em carros fortes, desaparecendo em sacolas”.
“Eu ganhei, você ganhou e todos ganhamos” …, vamos continuar ganhando.
Pena que não liberam a publicação do link, para a leitura da entrevista com Carlos Miguel Aidar, em 16/11/2.022.
Bastante ilustrativa de usos e costumes “intra-muros” do SPFC, para quem não conhece.
Acredito que voce possa publicar o link, Paulo. É só “quebrar” ele, inserindo um espaço em alguma parte. Esse filtro que não permitiu deve ser automatico.
Legal, vou tentar.
Copiei um trecho e postei em resposta ao André, no post anterior.
Muito obrigado.
O Craquito 10 fez abaixo.
Ele e inocente
SQN.
Só ele? Tem que sair vários.
Diga ai Uerli, é isso ou num é?
E massis vai contratando mesmo sem ter dinheiro para pagar salários. Lógico que vai dar certo
Lembro um episódio engraçado com o meu irmão, quando éramos pequenos. Eu devia ter uns 7 anos e ele 6
Um dia rolou uma briga na escola e uns moleques o forçaram a comer grama, arrastando seu rosto no chão. Chegamos em casa e contamos o ocorrido, rolou mais ou menos o seguinte diálogo:
Pai: Filho, é verdade que te fizeram comer grana?
Filho: Não, pai. É mentira
Pai: O que aconteceu então?
Filho: Eu não comi grama porque fechei a boca
É assim que o Casares leva sua vida no São Paulo. Ele não sofreu impeachment, porque renunciou. Ele não vai ser expulso, porque pediu desligamento…
Além de tudo, o sujeito ainda é extremamente covarde e bund4 mole
Narcisista, parasita e um covarde de M…ótima notícia.
Pena que não vai pagar pelo que fez com a paixão dos outros, porque estamos no Bostil e quem tem grana e é influente tem impunidade garantida.
COVARDE.
LIXO.
CANALHA
Vou compartilhar alguns trechos da tão citada entrevista pelo fidalgo, Scala. Obs: para acessar o site é só por o site br da espn + /futebol/sao-paulo/artigo/_/id/11232517/sao-paulo-carlos-miguel-aidar-entrevista-exclusiva-espn-dividas-polemicas-venda-morumbi-flamengo-taca-das-bolinhas-sair-da-crise
[…] Para Aidar, um dos pontos que o tiraram da cadeira de presidente foi mexer com pessoas que estavam acostumadas a terem benefícios internos no São Paulo. O ex-dirigente não citou nomes, mas lembrou que muitos antigos conselheiros do clube tinham facilidades desde os mandatos de seus antecessores, incluindo Juvenal.
“Procurei especialistas nessa área, tentei criar um fundo de direitos de atletas em formação. E com isso fazer caixa para pagar dívida. Corria de manhã, negociava com banco o dia inteiro. Até empresários de futebol financiavam alguma coisa. Conselheiro comprou jogador, e a gente ia vivendo com esse aperto. Não tinha mais como dar as benesses que a última gestão do Juvenal deu: ingressos, viagens, compras, carros, caminhão, motorista, segurança. Acabei com isso, e eles acabaram comigo”, afirmou Aidar, que também lembrou sua relação com Juvenal e uma história entre eles logo após a eleição.
“Um dia o Juvenal me pediu um favor: ‘Quero cuidar de Cotia’. Só que Cotia, nas auditorias que mandei fazer, comecei a descobrir que ali estava uma válvula gigante, até para os meninos treinarem lá tinha cobrança de comissão. Eu falei para o Juvenal: ‘As coisas estão acontecendo nas suas costas e estão dizendo que você tem participação nas coisas lá’. ‘Eu não tenho nada…’, ele disse. ‘Não estou dizendo que você tem’. Ele ficou bravo comigo, rompeu comigo e virou oposição a mim. E incentivou todas àquelas pessoas que eu cortei os benefícios que ele tinha dado para me derrubar. E conseguiu. Mas eu gosto do Juvenal, ele era muito divertido.” […]
Separar social do futebol e venda do Morumbi
[…] “O grande problema do São Paulo é que tem uma parte social ativa, um belo time de basquete, vôlei, e o time de futebol profissional. Um não combina com o outro, o interesse do futebol profissional não é o interesse do social e do esporte amador. O meu sonho era separar o futebol do resto, não era difícil fazer, mas precisava da maioria do Conselho, bom trabalho de base, suporte jurídico. Gestões distintas, gestão profissional, talvez até uma SAF. Não tem clima para isso. Quem quer perder a carteirinha de conselheiro? Ninguém…”
Outro ponto que Aidar gostaria de ter levado à frente é a modernização do Morumbi, que ainda é o estádio com maior capacidade da cidade de São Paulo, mas não o mais moderno. Deixada para trás pelas arenas de Corinthians e Palmeiras, a casa tricolor teve a chance de ser vendida na gestão de Aidar, mas a história não evoluiu.
“A ideia era fazer uma coisa mais moderna. Surgiu uma grande empreiteira que queria muito comprar o Morumbi. Na verdade era para demolir e fazer empreendimento imobiliário. Chegou a oferecer a construção de um estádio, adiante da Chácara do Jockey Club, mas não havia um clima para falar uma coisa dessa. Debaixo da pressão de 2014, não tinha nem condição de sequer levar ao Conselho”, detalhou o ex-mandatário. […]
O que fazer agora?
[…] “Salários absurdos, contratações descabidas, jogadores que não servem. Não é da noite para o dia, tem que haver um fechamento dos registros, das torneiras, todo mundo tem que entender que o São Paulo vai passar um período esquecendo título, mas fala isso para o torcedor. Quem vai ter coragem de falar ‘volta daqui 5 anos porque eu vou pagar conta’? Palmeiras fez, Flamengo fez. Tem que mudar, criar uma meritocracia. A gestão é por mérito, não por acertos políticos, isso não existe”, apontou e sugeriu, ao mesmo tempo.
É possível consertar? Aidar diz não ter uma resposta certa, mas lembra o processo que aconteceu sob sua gestão na década de 1980. Na época também afundado em dívidas, o São Paulo parou de investir em jogadores de nome e apostou suas fichas na base. De lá, tirou nomes como Silas, Pita, Müller e Sidney, que, ao lado de Careca e outros, formaram a geração conhecida como ‘Menudos do Morumbi’.
“Teria que ser feita uma gestão de choque, quase que uma intervenção, ou um grande pacto tricolor. Quando eu assumi em 1984, o São Paulo vinha endividado, vinha de dificuldades financeiras. Em dezembro de 1984, eu entrei no desespero porque não tinha dinheiro para pagar o 13º dos jogadores. Chamei algumas pessoas importantes do clube na minha casa, mostrei o quadro para eles e falei: ‘Vou fazer isso, ou vocês me dão suporte ou o São Paulo não tem solução’. O que eu fiz? Investi loucamente na base, desisti de inúmeros jogadores. E fomos lá na base buscar os Menudos do Morumbi. Abril de 1988, quando entreguei o São Paulo, tinha dinheiro em caixa, não tinha um centavo de dívida. É isso que precisa ser feito agora.” […]
Você é muito mais esperto do que eu.
Muito obrigado.
Que nada, fidalgo Scala. Só devo ter mais intimidade com a tecnologia mesmo. hahaha
O grande problema do Aidar (além da roubalheira que ele promoveu), foi achar que poderia administrar o clube da mesma maneira que fez nos anos 1980, mas numa realidade completamente diferente nos anos 2010, quando não só o São Paulo, mas os rivais e o futebol brasileiro como um todo virarm outra coisa e nós paramos no tempo…
Verdade, meu caro Little John. Agora, o pior é o fato de todo o esquema exposto de como funciona lá dentro. Isso é muito pior que uma gestão de 1980. hehehe… E, até que o pensamento dele não estava errado, na minha opinião, de investir na base e não em jogador caro por nome.
Temos a segunda viva alma mais honesta do Brasil…
É o Casares!
Daqui a pouco vai se lançar candidato à algum cargo político. Discurso e jeito de falar ele já tem.
O filho dele é candidato, né ?
E continua sócio de empresário de jogador da base tricolor.
Tá na hora do cocoricó
Tá na hora da turma do Júlio
O Júlio na gaita…
Eu preferiria ver o Casares atrás das grades (ainda pode acontecer, tomara!!!) e esse desligamento é uma saída covarde para um cara covarde como ele é…
E pensar que ele quase morreu no auge da Covid e que esse susto, poderia fazê-lo uma pessoa melhor, só que não né…
Que vagabundo covarde…
Patético.
De tudo que o Casares fez, a pior parte ninguém se dá conta.
No final de 2023 com o título da Copa do Brasil é uma sensação de que o SP havia renascido, o Casares preferiu jogar tudo no lixo em nome de uma vaidade pessoal e partiu para um ano de 2024 que efetivamente quebrou o SPFC. Inacreditavelmente ele gastou R$ 400 milhões no risco de conquistar uma Libertadores no ano de 2024. Uma loucura irresponsável que lançou o SPFC para a bancarrota.
O Palmeiras da Leila recusando 300M no Flaco e Alan pra priorizar ganhar mais uma Libertadores e tentar o Mundial, e nós so parcelando a fatura do cartao corporativo e comemorando mecanismo de solidariedade do Juan.
André Afonso
Ativo Circulante ( recebíveis em 12 meses ) – Passivo Circulante ( obrigações em 12 meses ) = R$ 650 M negativos
É bom ( não, né ) que ganhem caso contrário terão que vender bem.
Mauro falando em vender bem, vc que conhece bem a base, desde a sub12, eles tem otimas safras…captação, ou seja, nosso calvario dever durar muito ainda…
Ahhh difícil te dizer..
Tem bons nomes mas a estrutura absolutamente dependente de conselheiros, técnicos ruins que estão há 30 anos no SPFC entre outras coisas, atrapalha demais.
Essa coisa de Made In Cotia é uma falácia.
Um CANALHA.
Torço com muito fervor que vá para a cadeia e apodreça por lá.
A vida vai te cobrar, pode esperar.
Recusa todas, é inocente. Por causa de renunciar?
Dignidade já não resta nenhuma. E saúde espero que aos poucos se esvaia. Mas não antes de ver seus queridos padecendo, um a um, lentamente sem que nada possa fazer, incluindo seu cachorro, e que sua linhagem se encerre por completo.
Melhor ainda se for com violência.
Picareta. Rato.
Vagabundo, covarde …
Cadeia pra vc
Este patife se qualifica como o são-paulino mais covarde da história. Parabéns!
Tem alguém por aqui que vai sentir falta dele!!!???