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O técnico brasileiro André Jardine encerrou oficialmente sua histórica passagem pelo América do México. Ex-comandante das categorias de base e da equipe principal do São Paulo, o treinador deixa o clube mexicano após três temporadas marcadas por conquistas, recordes e a consolidação de uma das maiores dinastias do futebol local.

O técnico brasileiro André Jardine encerrou oficialmente sua histórica passagem pelo América do México. Ex-comandante das categorias de base e da equipe principal do São Paulo, o treinador deixa o clube mexicano após três temporadas marcadas por conquistas, recordes e a consolidação de uma das maiores dinastias do futebol local.
A saída foi definida em comum acordo entre Jardine e a diretoria do América após a eliminação da equipe no Clausura de 2026. Mesmo com contrato vigente, ambas as partes entenderam que era o momento de encerrar um ciclo que ficará marcado na história do clube.
Durante sua trajetória no México, Jardine conquistou seis títulos e se tornou o treinador mais vencedor da história do América. Entre as taças levantadas estão os títulos da Liga MX Apertura 2023, Clausura 2024 e Apertura 2024, além do Campeón de Campeones 2024, da Supercopa da Liga MX 2024 e da Campeones Cup 2024. O tricampeonato nacional consecutivo foi um feito que o clube não alcançava há quase quatro décadas.
Ao todo, o brasileiro comandou mais de 160 partidas pelas Águias, acumulando números expressivos e transformando-se em um dos maiores ídolos recentes da torcida. O sucesso no América consolidou ainda mais a carreira de Jardine, que já havia construído forte reputação nas categorias de base do São Paulo, onde foi multicampeão em Cotia e participou da formação de diversos talentos revelados pelo clube.
Campeão olímpico com a Seleção Brasileira em Tóquio, Jardine agora passa a ser um dos treinadores brasileiros mais cobiçados do mercado internacional. Segundo informações da imprensa mexicana, o técnico pretende analisar com calma seus próximos passos após a Copa do Mundo de 2026, mantendo abertas possibilidades tanto na Europa quanto em um eventual retorno ao futebol brasileiro.
A despedida marca o fim de uma era vitoriosa para o América e reforça o legado de um profissional que saiu de Cotia para conquistar o futebol mexicano, transformando-se em referência de gestão de elenco, desenvolvimento de atletas e conquista de títulos.
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Deixou porque já deve estar negociando com outro, com certeza
Se ele ficar livre até o fim do ano, seria uma boa opção pra próxima temporada em