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A investigação que apura um suposto esquema de exploração irregular de camarote no MorumBIS ganhou um novo e importante capítulo. A Justiça autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de cinco pessoas investigadas pela força-tarefa formada pelo Ministério Público e pela Polícia Civil de São Paulo.

Entre os alvos da medida estão o ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, sua ex-esposa Mara Casares, o ex-diretor de futebol de base Douglas Schwartzmann, o ex-superintendente geral Marcio Carlomagno e a intermediária Rita de Cassia Adriana Prado. Com a decisão judicial, os investigadores terão acesso às movimentações financeiras e aos registros fiscais dos investigados dos últimos anos. A expectativa é que a análise dos documentos ajude a esclarecer se houve obtenção de vantagens financeiras por meio da exploração do espaço localizado no estádio são-paulino.
Avanço na investigação
O pedido de quebra de sigilo foi apresentado pela força-tarefa responsável pelo caso e aceito pela Justiça criminal. A decisão teve como base documentos apreendidos durante buscas realizadas no decorrer das investigações, depoimentos de testemunhas e informações fornecidas pelo próprio São Paulo sobre a distribuição de ingressos para eventos e shows realizados no MorumBIS. A medida é considerada um dos principais avanços do inquérito desde sua abertura, no fim de 2025.
Áudios deram origem ao caso
O caso veio à tona após a divulgação de gravações envolvendo Douglas Schwartzmann, Mara Casares e Rita de Cassia Adriana Prado. Nos áudios, divulgados pela imprensa, os participantes discutiam a utilização do camarote e mencionavam ganhos financeiros relacionados à operação do espaço.
Em uma das conversas, Schwartzmann afirma que diversas pessoas teriam lucrado com a atividade, enquanto em outro trecho aponta que o camarote teria sido cedido a Mara Casares por Marcio Carlomagno. As gravações foram determinantes para que o Ministério Público solicitasse a abertura de um inquérito policial para apurar possíveis irregularidades.
Todos deixaram o clube
Após a repercussão do caso, Mara Casares e Douglas Schwartzmann deixaram seus cargos no São Paulo. Posteriormente, com as mudanças ocorridas na administração do clube, Marcio Carlomagno também foi desligado. A investigação aponta que a exploração irregular do camarote pode ter ocorrido desde pelo menos 2023.
Próximos passos
A força-tarefa está próxima de concluir uma nova etapa da apuração. Segundo as informações divulgadas, apenas o depoimento de Marcio Carlomagno ainda não foi realizado. Após a análise dos dados bancários e fiscais, o Ministério Público poderá decidir entre solicitar novas diligências, apresentar denúncia à Justiça ou arquivar o caso, caso não encontre elementos suficientes para sustentar acusações criminais. Até o momento, não há condenações ou denúncias formais relacionadas ao caso, e todos os investigados seguem amparados pelo princípio constitucional da presunção de inocência.
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Bom dia
Excelente notícia
Que o circo pegue fogo com napalm
Deviam quebrar o sigilo das contas do SPFC para cruzar com essas contas e ver especialmente os saques em dinheiro, quando saiu e se houve alguma entrada em dinheiro nessas contas no dia ou em dias próximos e posteriores. Aí a investigação ficaria completa.
Total apoio às investigações.
#Triste SPFC.
Deveriam fazer o mesmo com Rui Costa e Belmonte e se não for pedir muito, façam o mesmo com Leco e Raí, tem muito pilantra travestido de bonzinho que ajudou no processo de destruição do Clube.
goooooooooooooooooooooooooooooooooooooooool! golaco! minha torcida esta so para isso, ultimamente (faz 20 anoa!)
Muita sujeira ainda está por vir. Infelizmente as coisas tem que piorar muito antes de melhorar. Mas espero que haja uma melhora definitiva. Está cansativo acompanhar este clube
Boa notícia e que a Polícia Civil e o Ministério Público continuem o seu trabalho e prendam quem devam prender!!!