A rejeição ao nome de Rogério Caboclo dentro do ambiente do São Paulo FC acontece por uma combinação de fatores políticos, institucionais, de imagem pública e também pela forte resistência de parte da torcida e de conselheiros do clube.

1. Associação direta com escândalos na CBF
Caboclo carrega desgaste público muito forte desde sua saída da Confederação Brasileira de Futebol em 2021. Ele foi afastado após denúncias de assédio moral e sexual feitas por uma funcionária da entidade. O caso teve enorme repercussão nacional e acabou culminando em sua destituição definitiva da presidência da CBF.
Mesmo sem condenação criminal, a imagem pública ficou extremamente deteriorada. No futebol brasileiro, especialmente em clubes de massa como o São Paulo, dirigentes ligados a escândalos costumam enfrentar enorme resistência popular.
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2. Torcida teme desgaste institucional
Parte relevante dos torcedores entende que qualquer aproximação de Caboclo pode gerar:
- desgaste de imagem;
- crise política;
- rejeição de patrocinadores;
- associação negativa na imprensa;
- aumento da pressão interna.
O São Paulo já vive há anos um ambiente político turbulento, com disputas entre grupos, críticas à gestão financeira e desgaste esportivo. Nesse contexto, muitos enxergam Caboclo como alguém que adicionaria mais instabilidade.
3. Ligação histórica com grupos políticos do clube
Caboclo tem relação antiga com bastidores do São Paulo e com figuras influentes da política tricolor. Isso faz com que opositores enxerguem sua possível influência como uma tentativa de retomada de poder de determinados grupos políticos tradicionais do clube.
Existe uma ala do Conselho que defende renovação administrativa e redução da influência de personagens ligados ao “velho ambiente político” do futebol brasileiro. Caboclo simboliza exatamente o contrário para esses grupos.
4. Perfil visto como excessivamente político
Mesmo pessoas que reconhecem sua capacidade de articulação enxergam Caboclo como um operador político mais forte nos bastidores do que propriamente um executivo moderno de futebol.
Hoje existe uma demanda crescente no São Paulo por:
- profissionalização;
- gestão corporativa;
- transparência;
- governança;
- executivos técnicos.
Por isso, qualquer nome associado à política pesada do futebol brasileiro tende a sofrer resistência imediata.
5. Receio de influência nas eleições do São Paulo
Outro ponto importante é o cenário eleitoral do clube no fim de 2026. O nome de Caboclo costuma aparecer ligado a articulações de grupos políticos internos. Isso aumenta ainda mais a polarização.
Para muitos conselheiros e torcedores, sua presença representaria:
- fortalecimento de blocos específicos;
- aumento da guerra política;
- interferência externa em decisões estratégicas.
6. Há quem defenda Caboclo internamente
Apesar da rejeição pública, Caboclo ainda possui defensores dentro do futebol. Alguns dirigentes e conselheiros argumentam que ele:
- possui trânsito político forte;
- conhece profundamente bastidores da CBF;
- tem boa relação com federações;
- poderia ajudar institucionalmente o clube.
Mas esse apoio costuma existir mais nos bastidores do que de forma aberta, justamente pelo desgaste de imagem.
Resumo do cenário
A resistência ao nome de Rogério Caboclo no São Paulo não é apenas esportiva. Ela envolve:
- imagem pública desgastada;
- escândalos da época da CBF;
- rejeição popular;
- disputa política interna;
- temor de instabilidade institucional;
- simbolismo do “velho futebol político”.
Por isso, qualquer rumor de aproximação dele com o São Paulo costuma gerar reação imediata nas redes sociais, entre conselheiros e também em setores da imprensa esportiva.
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Resumo, porque é mais um bandido que tenta o cargo para se aproveitar da instituição. Fora, caboclo!
Os caras são malucos? Rogerio Caboclo? Gestão patética à frente da CBF, envolvimento em escândalos de assedio moral e sexual. É sério que a oposição do São Paulo não consegue articular um nome que não seja completamente bizarro como o de Caboclo? De Rey apoia isso? A torcida acordou! A mídia especializada está atenta. Não vamos permitir tamanho escárnio
O Rogério Caboclo tem um grupo político do São Paulo?
Problema no São Paulo além dos nomes, é o modelo arcaico, ultrapassado, que só serve aos conselheiros vitalícios e sócios que não são São-Paulinos.
Por falar nisso, há um rumor que querem criar 2 CNPJ´s separados para que o clube social ALUGUE o Morumbi para o futebol.
Bom, não sei nada a respeito, não sei se isso é possível , etc e tal.
Mas se verdade, é um escárnio.
Alugar o estádio do São Paulo para o São Paulo jogar.
Valha-me..
Ratifico
Só Policial e Coveiro para ajudar o São Paulo.
Se for p/ separar o futebol, sou favorável.
Não é para separar, é para arrecadar mais para o Social.
Alem de ser da máfia da selixao ainda tem o apoio de olten Ayres um dos maiores cânceres do clube
Que medo dessa eleição de final de ano… o avião embicou para baixo há anos e só cai cada vez mais. Não se vê mínimo sinal de retomada. O choque de gestão, mudança de estatuto e superação do modelo arcaico do clube não parece que surgirá sem uma tragédia.
Surreal a oposição só ventilar a hipótese deste cidadão como candidato!!! Mas só mostra como infelizmente a instituição esta acéfalo em todos os seus níveis!!! É uma desconexão completa com a terceira maior torcida do país com mais de 22 milhões de torcedores!!!
Só vejo Dáurio e Flávio Marques como pessoa que conseguiriam recuperar o clube e o time
Filtrando rigorosamente por conselheiros com background técnico/analítico e que possuem histórico comprovado de alta gestão corporativa ou executiva no esporte, destacam-se:
1. Daurio Speranzini Junior
– Perfil Técnico: Engenheiro, com sólida bagagem analítica voltada para reestruturação operacional e governança corporativa.
– Histórico de Gestão: É uma das principais lideranças executivas de mercado dentro do clube. No setor privado, consolidou carreira internacional como CEO e Presidente da GE Healthcare e da Philips Healthcare na América Latina. No São Paulo FC, atua no Comitê de Finanças do Conselho Deliberativo e como assessor estratégico, sendo peça-chave na coordenação do plano de Transformação Institucional e implementação da Regra de Ouro orçamentária do clube.
2. Elias Barquete Albarello
– Perfil Técnico: Engenheiro de Produção e Mecânico (FEI), Doutor em Sistemas Energéticos (UNICAMP) e professor universitário de finanças corporativas.
– Histórico de Gestão: Possui extensa bagagem em gestão executiva esportiva. Foi Diretor Executivo Financeiro do próprio São Paulo FC, fundou e presidiu a Associação Brasileira de Executivos Financeiros do Futebol (ABEFF), atuou na administração da Ferroviária S.A. e assumiu o cargo de CEO da SAF do Esporte Clube XV Novembro de Piracicaba.
3. Eduardo Rebouças Monteiro
– Perfil Técnico: Engenheiro com foco em infraestrutura urbana e cálculo estrutural.
– Histórico de Gestão: Atuou diretamente na gestão física e patrimonial do clube como Diretor Executivo de Infraestrutura do São Paulo FC. Foi o gestor responsável pelo planejamento e execução de obras de engenharia complexas no MorumBIS, comandando orçamentos para contenção de enchentes, modernização tecnológica dos refletores e reformas estruturais do estádio.
O primeiro já disse que não vai concorrer.
O segundo foi diretor financeiro do Leco, isso pesa bastante contra.
O terceiro parece interessante, não é muito falado mas as obras que entregou foram bem relevantes.
Isso só mostra o quanto os Conselheiros do São Paulo vivem em Neverland, só pode para pensar em alguém como o Rogério Caboclo para ser o nosso futuro Presidente, com a capivara que ele tem, fora toda a incompetência!!!!
Já pensaram numa disputa entre Massis x Caboclo????
É para sentir saudades do Leco…
Casares 2.0 em gestação. E as mulheres do SPFC, tomem cuidado com o hômi…
Zanca, viu a entrevista do João Bolizan, conselheiro mais novo do São Paulo FC, que o Gabriel Sá fez? Se já comentou, não vi.
João Bolizan é do grupo de Casares.