A possível volta de Dorival Júnior ao São Paulo FC mexeu rapidamente com bastidores, torcida e imprensa esportiva. Poucos nomes conseguem gerar ao mesmo tempo sensação de segurança, memória afetiva e expectativa competitiva no Morumbis. E é exatamente isso que está acontecendo neste momento turbulento vivido pelo clube após a saída de Roger Machado.

A diretoria entende que o ambiente interno precisa de um treinador capaz de reorganizar o elenco rapidamente, reduzir a pressão externa e devolver competitividade ao time em curto prazo. Não é coincidência que Dorival tenha se tornado prioridade logo após a eliminação traumática na Copa do Brasil. O São Paulo percebe que não há margem para mais apostas experimentais. A necessidade agora é por alguém já validado dentro do clube, com respaldo da torcida e histórico recente de conquistas.
Segundo informações publicadas pelo Blog do São Paulo, dirigentes viajaram até Florianópolis para conversar pessoalmente com Dorival e acelerar negociações. O movimento mostra urgência. Não foi apenas uma consulta informal. O São Paulo decidiu agir rápido porque sabe que o cenário esportivo pode se deteriorar rapidamente caso o time entre em espiral negativa no Brasileirão. Ainda não fechou e estamos monitorando.
O mais interessante é que essa movimentação revela muito mais do que uma simples troca de treinador. Ela expõe o momento político, financeiro e emocional vivido pelo clube. E talvez explique por que Dorival, mesmo cercado por questionamentos de parte da torcida, continua sendo visto internamente como a solução mais segura possível.
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O contexto da crise que derrubou Roger Machado
A queda de Roger Machado não aconteceu apenas por causa de uma derrota. Ela foi consequência de um acúmulo de desgaste técnico, emocional e político dentro do São Paulo. A eliminação para o Juventude na Copa do Brasil apenas acelerou um processo que já vinha sendo debatido internamente há semanas. O clube vivia uma sequência de atuações inconsistentes, dificuldade ofensiva e perda clara de confiança por parte do elenco. Quando um time grande começa a transmitir insegurança dentro de campo, o ambiente externo rapidamente se torna insustentável.
A situação piorou porque o São Paulo havia construído expectativas altas para 2026. Depois de temporadas marcadas por instabilidade, a diretoria apostava numa reconstrução sólida. Só que os resultados não acompanharam o discurso. Em clubes gigantes, especialmente no futebol brasileiro, tempo é um luxo raro. E quando a pressão da arquibancada se junta à pressão política, normalmente o treinador vira o elo mais vulnerável da corrente.
A própria fala de jogadores após a eliminação mostrou o tamanho do desgaste emocional. O ambiente ficou pesado. Torcedores protestaram, redes sociais explodiram e a diretoria percebeu que precisava agir rapidamente para evitar uma crise ainda maior. Nesse cenário, buscar um nome já aprovado pela torcida parecia o caminho mais lógico.
Segundo o Blog, pessoas próximas ao presidente Harry Massis pressionaram por uma solução rápida. A percepção interna era simples: o clube precisava de alguém capaz de reorganizar o vestiário imediatamente e recuperar competitividade antes da pausa do calendário nacional.
Eliminação na Copa do Brasil mudou tudo
A Copa do Brasil tem um peso emocional gigantesco dentro do São Paulo desde 2023. Foi justamente Dorival quem conduziu o clube ao título inédito da competição. Por isso, cair cedo no torneio criou uma sensação de retrocesso muito forte entre torcedores e dirigentes. Não foi apenas uma eliminação comum. Parecia o símbolo de que o clube havia perdido novamente sua identidade competitiva.
Existe algo curioso no futebol: algumas derrotas valem mais do que três pontos perdidos. Elas mudam percepção. A eliminação para o Juventude virou exatamente esse tipo de trauma. A torcida não enxergou apenas um resultado ruim. Ela viu um time sem reação emocional, sem liderança e sem capacidade de resposta.
A diretoria percebeu rapidamente que manter Roger poderia aprofundar ainda mais a crise. E é justamente nesse ponto que Dorival aparece como solução emocional e estratégica ao mesmo tempo. Ele representa memória positiva. Representa estabilidade. Representa um passado recente em que o São Paulo parecia novamente um clube vencedor.
Pressão interna e externa explodiu
No futebol brasileiro moderno, a crise não espera segunda-feira. Ela acontece em tempo real nas redes sociais, nos grupos políticos e nos bastidores da imprensa esportiva. O São Paulo viveu exatamente isso após a eliminação. O clube entrou num ciclo de cobrança intensa praticamente instantâneo.
Áudios vazados, críticas públicas e questionamentos sobre planejamento aumentaram a sensação de desorganização interna. A torcida passou a cobrar uma resposta forte da diretoria. E, quando isso acontece, nomes com apelo emocional naturalmente ganham força.
Dorival se encaixa perfeitamente nesse cenário porque já conhece o clube e não precisaria de adaptação longa. Em um calendário apertado, esse fator pesa muito mais do que parece. Enquanto outros treinadores precisariam começar praticamente do zero, Dorival já conhece boa parte do elenco, da estrutura e até das lideranças internas.
Por que Dorival agrada tanto a diretoria
A escolha por Dorival não acontece apenas pela nostalgia da Copa do Brasil de 2023. Existe uma lógica prática por trás dessa decisão. A diretoria procura um treinador capaz de entregar resultado rápido sem exigir uma reconstrução completa do elenco. E Dorival oferece exatamente essa combinação.
O primeiro ponto é o currículo recente. O treinador conquistou títulos importantes tanto no São Paulo quanto no Corinthians, algo raro no cenário nacional atual. Em um mercado onde muitos técnicos vivem ciclos curtos e instáveis, Dorival chega carregando uma imagem de profissional equilibrado, experiente e capaz de competir em mata-mata.
Outro fator decisivo é o conhecimento do grupo. Muitos jogadores campeões em 2023 continuam no elenco atual. Isso reduz drasticamente o tempo necessário para adaptação. No futebol brasileiro, onde jogos acontecem praticamente a cada três dias, tempo virou ativo estratégico. Quanto menos tempo um técnico precisa para implementar ideias básicas, melhor.
A relação positiva com Rui Costa e Rafinha também pesa nos bastidores. O São Paulo procura alguém alinhado internamente para evitar novos conflitos políticos dentro do departamento de futebol.
Histórico vencedor recente
O futebol brasileiro vive uma obsessão por “perfil vencedor”. E isso não é apenas discurso vazio de dirigente. Clubes realmente acreditam que treinadores acostumados a decisões importantes conseguem transmitir confiança em momentos de pressão extrema.
Dorival chega carregando exatamente essa imagem. Foi campeão da Copa do Brasil pelo São Paulo em 2023 e também venceu pelo Corinthians em 2025, além da Supercopa Rei. Poucos técnicos brasileiros possuem currículo recente tão forte em competições eliminatórias.
Isso cria uma percepção interna importante: Dorival seria alguém acostumado a trabalhar sob pressão alta sem perder estabilidade emocional. Em clubes gigantes, isso faz enorme diferença. Técnicos que entram em descontrole emocional rapidamente contaminam elenco e ambiente.
Conhecimento imediato do elenco
Imagine contratar um treinador estrangeiro agora. Ele precisaria conhecer jogadores, entender bastidores, analisar elenco e adaptar metodologia. Tudo isso enquanto o calendário continua atropelando o clube. O São Paulo entende que talvez não exista tempo para esse tipo de reconstrução.
Dorival elimina boa parte desse problema. Ele conhece atletas como Lucas, Calleri, Arboleda e vários nomes da estrutura interna. Sabe como funciona o ambiente do CT da Barra Funda. Conhece as limitações financeiras do clube. E isso acelera qualquer tentativa de reorganização esportiva.
Em momentos de crise, clubes normalmente priorizam previsibilidade. E Dorival oferece exatamente isso.
Relação forte com torcida e bastidores
Existe uma diferença enorme entre um treinador apenas respeitado e um treinador emocionalmente conectado ao clube. Dorival conquistou esse segundo estágio dentro do São Paulo após a Copa do Brasil de 2023.
A torcida ainda associa seu trabalho a um dos momentos mais felizes da história recente do clube. Isso cria um colchão de proteção inicial importante. Um técnico sem identificação provavelmente chegaria sob desconfiança extrema. Dorival chega cercado por esperança.
Internamente, a relação com dirigentes também é vista como positiva. Em tempos de ambiente político instável, isso pesa bastante.
A importância emocional da Copa do Brasil de 2023
O título da Copa do Brasil de 2023 mudou completamente a forma como Dorival é enxergado dentro do São Paulo. Não foi apenas um troféu. Foi o encerramento de uma obsessão histórica do clube. Durante décadas, o São Paulo conviveu com a ausência dessa conquista específica, enquanto rivais acumulavam campanhas marcantes no torneio.
Quando Dorival entregou esse título, ele automaticamente entrou para uma galeria emocional muito forte dentro do imaginário do torcedor. E futebol é memória emocional o tempo inteiro. Muitas decisões administrativas são influenciadas pela lembrança de momentos felizes.
A diretoria sabe disso. Em tempos de crise, trazer alguém conectado a uma lembrança positiva ajuda a diminuir pressão inicial. Funciona quase como uma tentativa de reconectar torcida e elenco.
Só que existe um risco nessa estratégia: viver excessivamente do passado. Parte da torcida teme exatamente isso. Nas redes sociais, vários torcedores demonstraram preocupação com a possibilidade de o clube apostar apenas no fator emocional sem analisar limitações táticas recentes do treinador.
O título que mudou a história do clube
Ganhar a Copa do Brasil significou muito mais do que levantar uma taça. O São Paulo eliminou fantasmas históricos. E Dorival virou símbolo direto dessa superação.
Técnicos que conseguem quebrar tabus em clubes grandes normalmente criam vínculos permanentes com torcedores. Isso aconteceu com Telê Santana, Muricy Ramalho e agora, em menor escala, também com Dorival.
Essa memória pesa muito no momento atual porque o clube busca estabilidade emocional urgente.
O peso simbólico de Dorival
Dorival representa calma em meio ao caos. Essa talvez seja a melhor forma de resumir a percepção atual da diretoria. Enquanto o ambiente político do clube vive tensão constante, o treinador carrega fama de equilibrado, discreto e agregador.
Em momentos turbulentos, dirigentes frequentemente preferem técnicos que não ampliem conflitos internos. E Dorival tem exatamente esse perfil.
O problema financeiro que trava o acordo
Se a parte esportiva parece relativamente simples, o lado financeiro continua sendo o principal obstáculo para o retorno de Dorival. O São Paulo atravessa dificuldades econômicas relevantes e sabe que não pode cometer novos erros contratuais gigantescos.
Segundo o Blog do São Paulo, o clube considera os salários recebidos por Dorival no Corinthians fora da realidade financeira atual do Tricolor. Existe preocupação clara da diretoria em não aumentar ainda mais o comprometimento mensal da folha salarial.
Além disso, o São Paulo ainda possui valores pendentes da última passagem do treinador. Isso torna a negociação mais delicada do que parece externamente.
Salário alto preocupa dirigentes
No futebol brasileiro atual, contratar treinador virou operação financeira extremamente delicada. Clubes vivem pressionados por dívidas, receitas instáveis e necessidade constante de investimento no elenco.
Dorival chega ao mercado carregando status de técnico campeão recente. Isso naturalmente eleva pedidas salariais. O problema é que o São Paulo vive cenário econômico apertado.
A diretoria entende que não pode repetir erros antigos de contratos infláveis. Por isso tenta negociar redução significativa nos valores.
Dívidas antigas ainda existem
Outro detalhe importante envolve valores ainda pendentes da última passagem de Dorival pelo clube. Segundo informações o São Paulo ainda possui cerca de R$ 3,2 milhões em aberto relacionados ao treinador.
Esse detalhe gera um cenário curioso: o clube negocia retorno enquanto ainda possui obrigações financeiras antigas pendentes.
Quanto Dorival recebia anteriormente
Um áudio vazado envolvendo dirigentes citou números entre R$ 2,8 milhões e R$ 3 milhões mensais no Corinthians.
Mesmo considerando possíveis exageros políticos, os valores assustam internamente. O São Paulo entende que só conseguirá avançar caso exista forte adequação financeira.
A visão da torcida sobre o possível retorno
Poucas vezes a torcida do São Paulo ficou tão dividida em relação a um treinador. Existe carinho enorme por Dorival, mas também há dúvidas sinceras sobre até onde ele conseguiria levar esse elenco atualmente.
Parte dos torcedores vê o retorno como solução pragmática. Argumentam que o time precisa urgentemente de organização defensiva, ambiente mais leve e estabilidade emocional. Nesse cenário, Dorival seria opção segura.
Outra parte entende que o clube estaria olhando excessivamente para o passado. Muitos questionam desempenho ruim fora de casa durante sua passagem anterior e criticam estilo considerado conservador. Comentários em fóruns e Reddit mostram exatamente essa divisão.
Divisão entre nostalgia e preocupação
A nostalgia pesa muito no futebol. E Dorival desperta exatamente esse sentimento em boa parte da torcida. O problema é que nostalgia nem sempre ganha campeonato.
Muitos torcedores enxergam risco de o clube repetir um movimento comum em equipes brasileiras: buscar soluções emocionais em vez de planejamento estrutural de longo prazo.
Reações nas redes sociais
As redes sociais viraram termômetro instantâneo da negociação. Enquanto alguns torcedores comemoram possível retorno, outros demonstram preocupação principalmente com custo-benefício financeiro.
O curioso é que até os críticos reconhecem um ponto: Dorival parece mais confiável do que alternativas disponíveis no mercado brasileiro hoje.
Dorival realmente resolveria os problemas do São Paulo?
Essa talvez seja a pergunta central de toda a discussão. Porque contratar Dorival não significa automaticamente resolver problemas estruturais do clube.
O elenco ainda possui limitações importantes. O ambiente político continua turbulento. A questão financeira segue complicada. Nenhum treinador sozinho corrige tudo isso.
Mas o São Paulo parece buscar algo mais imediato: estabilidade competitiva.
Dorival talvez não transforme o time em potência ofensiva revolucionária. Talvez não entregue futebol brilhante. Só que a diretoria aparentemente acredita que ele consiga devolver equilíbrio emocional e competitividade rapidamente.
Pontos positivos do retorno
Os argumentos favoráveis são claros:
- Conhecimento imediato do elenco
- Boa relação com torcida
- Histórico recente de títulos
- Capacidade de trabalhar sob pressão
- Ambiente interno mais controlado
Tudo isso ajuda a explicar por que ele virou prioridade.
Riscos da contratação
Os riscos também existem:
- Alto custo financeiro
- Dependência emocional do passado
- Estilo considerado conservador
- Dificuldade histórica em pontos corridos
- Possível desgaste rápido caso resultados não apareçam
O São Paulo precisará equilibrar expectativa emocional com realidade esportiva.
O que esperar das próximas horas
A tendência é que o São Paulo tente acelerar definição rapidamente. O clube não quer prolongar ambiente de instabilidade e entende que precisa apresentar resposta forte à torcida.
A pausa do calendário nacional também influencia bastante. A diretoria gostaria de aproveitar esse período para reorganizar estrutura técnica antes da sequência decisiva da temporada.
Pressa da diretoria
O São Paulo sabe que crises longas costumam contaminar completamente ambiente esportivo. Por isso existe urgência.
A diretoria entende que precisa evitar sensação de improviso.
Cenário para o restante da temporada
Independentemente de Dorival chegar ou não, o São Paulo entra numa fase decisiva da temporada. O clube precisará equilibrar pressão financeira, cobrança esportiva e necessidade urgente de estabilidade.
A escolha do próximo treinador pode definir não apenas 2026, mas também rumos políticos internos dos próximos anos.
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Dorival e de longe o melhor treinador que passou por aqui desde Muricy Ramalho. Dizem que e ruim de pontos corridos, mas jogou quase uma dezena de jogos com o time reserva no brasileiro em 2023 devido a priorização das Copas e mesmo assim nao correu riscos de rebaixamento. Anos antes em 2017, qdo ainda nao tinha o nível de hoje, organizou o time para sair do Z4. Apelidos pejorativos como café com leite vem de pessoas que nao entendem qto complexo e ser campeão por Santos, São Paulo e Corinthians ou de pessoas que nao aceitam que qqer treinador sairia do clube rumo a selecao brasileira (nao acho a historia do Muricy rejeitar a selecao qdo estava na fluminsnse seja totalmente gerifica). Com Dorival, SP estaria nas melhores mãos possíveis neste momento. Há um abismo de repertório tático, qualidade de mudanças e gestão de grupo entre ele e suas sucessores no clube: Zubeldia, Crespo e Roger. Tomara que dê certo.
Deixando claro, não me oponho à vinda do Dorival. Pela conquista na CDB, merece nova chance conosco.
Mas, salvo engano, quando vencemos a CDB em 2023 estávamos na vice lanterna do brasileirão. Imagine se perdêssemos aquela final.
E depois o time não avançou muito no BR. Time sempre esteve próximo do Z4.
A meu ver o perfil – não exatamente a pessoa, mas o perfil – que seria mais indicado para o tricolor hoje é o do Tite.
Time precisa de estabilidade, e isso o Tite sabe construir. Não precisa ser ele exatamente, mas alguém com o perfil dele.
A volta de Dorival, que saiu do tricolor para a seleção, de lá para a escória, e agora de volta, me dá um pouco a sensação de futebol do RJ nos anos 80/90, em que o Joel Santana era demitido do Vasco em uma semana, e na semana seguinte estava treinando o Flamengo, e assim ia.
Chegava para apagar incêndios de escândalos de diretoria.
Não é diferente a dinâmica do SP com Dorival hoje.
A pior posição do São Paulo do Dorival em 2023 foi 11°.
Não senhor, essa foi a classificação final.
Quando fomos campeões da CDB estávamos na ZR
Dorival nunca usou reservas, sempre usava time misto. Reservas usou o Crespo contra o Sport, por exemplo.
Corrigindo: usou time misto em uma dezena de jogos.
Adicionado: Dorival montou um time pra ganhar a Sulamericana tb…Calleri e James nos afundaram.
Corrigindo o quê? Não entendi. Dorival usou misto em todos os jogos. Não lembro de ter usado reserva em jogo algum.
Corrigindo o q eu escrevi. Eu nao me lembro se usou time reserva todo. O fato e que ele priorizou as copas ao brasileiro.
Entendi. Ele não usou, salvo talvez no jogo pós título ou na última rodada. Agora, o padrão dele é sempre time misto com pouca intensidade no Brasileirão e voando nas Copas.
Contratar Dorival é continuar preso no mesmo sistema de erros que o SPFC adotou nos últimos 15 anos….
Vc fala em renovação e eu concordo, mas repare que na final da CB tinha Diego Costa, Beraldo, Maia e Nestor da base, além do Caio Paulista, Alisson e Rato que chegaram ao clube com baixo investimento. Dorival e sim capaz de fazer um bom time com jovens ou com jogadores rodados que chegam ao clube sem historico de jogadores diferenciados. De jogador “caro” so havia rafinha (em fim de carreira), Lucas e Calleri. O SP precisa de zagueiros e nao desfazer o time na janela. O resto da pra ficar sem precisar de investimento alto além do técnico. O time de hoje nao tem um Lucas, mas se arrumar a zaga e capaz de ficar tao bom qto o de 2023.
Ele usou o que tinha na época. Olha pro banco do SPFC em 2023….
O Diego era reserva e só entrou pq o Arboleda se borrou. Ele tinha Lucas e James. E pra defender o Luciano, ele arrumou uma briga com James que custou muito caro ao SPFC.
E o Luciano, além de não ser titular, quando entrou na final pipocou.
Se ele vier, será a terceira passagem dele em menos de 10 anos. O que mostra que o SPFC tá preso em um vicio alucinado que só gerou fracassos.
Dorival é co-responsável pelo mega déficit de 2024, que nos colocou nesse pântano. Ele foi um dos que fez o SPFC se enrolar em renovações absurdas e depois FUGIU!
Na boa, tem que varrer esse elenco! E o Dorival é o tipo de técnico que ama jogador velho.
Ah, ainda teve o péssimo Erick que veio a pedido dele e foi um fracasso total.
Sem contar o mega caro Luiz Gustavo, o problema Ferreirinha tb veio a pedido dele.
Não confio no Dorival. No Flamengo, no SPFC e nos Gambás ele não revelou ninguém pra valer. Ele usou o que tinha, trouxe jogadores velhos e caros e nada mais.
Você ve jogos do Erick no Vitória? Talvez ele nao tenha personalidade para jogar no São Paulo, mas definitivamente não e uma questão técnica ou física.
O time de 2023 tinha pouca velocidade nas pontas. Ferreirinha tinha uma boa idade, poderia evoluir e nao era caro para um jogador desta função. A contratação nao era um absurdo. Alias, o Ferreirinha se bem utilizado ajuda bem qdo o time tem espaço para contra atacar.
Definitivamente nao acredito que Dorival tenha pedido Luis Gustavo. Ele pode ter aceitado pra dar experiência ao grupo, mas Dorival sempre optou por volantes de maior mobilidade do que mais posicionais. Mendez era da selecao equatoriana e foi encostado aqui por nisto. Ele tentou fazer Maia evoluir neste sentido tb.
Dorival nao brigou com James pra proteger Luciano. Ele encostou o James, pois ele usava o São Paulo para treinar para a selecao colombiana. Qualquer bom líder faria o mesmo para proteger quem estava trabalhando.
Dorival foi o único a colocar Luciano no banco e isto liberou Lucas para fazer a diferença e protegeu as laterais do time na conquista da copa do brasil. Zubeldia, por exemplo, nao teve coragem de fazer isto mesmo ainda tendo o Lucas em boa forma em 2024.
Ele pode ter errado ao solicitar Alisson no Corinthians. Espero que ele nao faça o mesmo por aqui, mas os acertos dele sao mto maiores.
Completando André e Bidon viraram titulares com Dorival no Corinthians. Ele deixou jogadores de selecao sulamericana no banco como Carrilho e Martinez. Acho seu argumento sobre ele nao ser capaz de renovar um time inválido.
Se pegarmos o final de 2023 e o início do ano de 2024 estávamos em mares calmos e tínhamos a perspectiva que seria um ano tranquilo, pois tínhamos um técnico que poderia avançar no futebol, mesmo com pouco investimento, pois conhecia o grupo, elenco e políticos.
Fomos todos, elenco, torcida e diretoria, pegos de surpresa com a “convocação” do Dorival, e, além de atordoados, ficamos sem opções nenhuma, vide a escolha, Carpine!
Realmente existem outros treinadores melhores que o Dorival, mas o momento requer pragmatismo, o time não vai cair pq existem muito times ruins no campeonato, mas se continuarmos na toada que estamos, tentado novas experiências, seremos sérios candidatos ao descenso.
Penso que o clube precise de um momento de calmaria para respirar e tentar escolher o caminho para o futuro, e acredito que o Dorival é um cara que vá ajudar nesse momento de incertezas.
Certeza?
Nenhuma, mas seguimos torcendo, pois é o que nos resta…
🇾🇪VSP🇾🇪
Discordo com relação ao Crespo, excelente treinador pegou um elenco devastado pelo Zubeldia e fez campanha de G5 no BR, caiu na CdB pela expulsão do goleiro com 1 minuto em campo.
Com relação ao Dorival acho muito bom também, pegou o catado deixado por Ceni em 2023 e fez um time muito competitivo, a única vitória fora no BR se deve muito a erros de arbitragem (em Itaquera o gol anulado do Calleri por exemplo), e jogar com time misto metade do campeonato, ajeitou aquele time morto da galinhada também em poucos jogos …
Sou Crespete assumido mas dizer que ele é excelente treinador é algo que nem eu diria.
Eu o acho um treinador mediano pra bom considerando as características do futebol brasileiro. O que ele tem de diferencial é um respeito gigantesco pelo SPFC que nem a diretoria e nem a própria torcida tem. Por conta disso ele sempre faz o melhor que pode do jeito que dá.
O cerne principal está a vista e poucos estão enxergando. O clube pôr dentro está podre brigando entre si egos um novo estatuto pronto pôr um grupo prestes a ser entregue no conselho para a aprovação más que conselho ? Não têm conselho tá fechado não São os progressistas grupo do pinote e companhia e a outra ala que luta contra tutdo que vêm de outros grupos só sei de uma coisa a estrela do São Paulo está se apagando pôr causa de um monte de velhos e novos ignorantes birrentos sugadores de regalias e a restruturação do clube que a mais importante não está em pauta enquanto se discutir Fora Rui# fora Massis# e etc e olharmos o principal que precionar pela mudança estatutária URGENTE vamos sucumbir o quanto antes e ver nossa camisa humilhada a torcida se afastando e nossas crianças buscando outros times para torcerem que pra mim essa seria o fim do meu São Paulo fc. A hora e essa pra mudar pressão de todos os lados para mudr e preciso que seja de dentro pra fora.
” … A escolha do próximo técnico pode definir não apenas 2.026, mas o rumo político dos próximos anos …”.
Discordo frontalmente.
Como se alguém importasse com o futebol, no âmbito esportivo, competitivo ou conquistas.
O SPFC capenga, virou coadjuvante, quase foi rebaixado algumas vezes e o futebol tricolor inexiste.
Nesse período houve alternância no poder ?
A patota foi afastada do comando ?
Nunca ninguém falou em algo assim.
Até porque no SPFC não existe oposição legitimamente organizada de forma a organizar chapa em condições de vencer eleição.
Falam em Pinotti como “candidato da oposição” …, “oposição” ?
Na amalgama consolidada de poder …, o que poderíamos imaginar como oposição, parece um sonho utópico pueril …, distante de obter 55 votos para viabilizar uma chapa, disputar eleição e afastar a patota da tragédia que fizeram do SPFC.
esse trecho ” a escolha do proximo…” e tambem uma boa parte do (talvez todo) texto parece feita em IA
Com todo respeito, tirante dois ou três gatos pingados, todo mundo – ao menos por aqui – sabe disso.
Ao ler esse editorial me dá um desânimo
Dorival junior ganhou a copa do brasil, e uma copa com apenas 5 adversários pra ser campeão..o são Paulo penou contra o ituano, passou nos pênaltis conta o sport, passou pelo Corinthians pelo saldo de gols, jogou bola apenas contra o Palmeiras, na final se não fosse o Nestor achar aquele gol , iria prós pênaltis .
No Brasileirão o time era um fiasco fora de casa , no Corinthians o time era um fiasco fora de casa, e só procurar as críticas.
O são Paulo só ilha no retrovisor, não olha pra frente, não procura novos nomes, pessoas com outras ideias, vai buscar do mesmo, do passado,
Já dizia Parmênides na Grécia, você nunca bebe a mesma água do rio, pois tudo está em.movimento.
Dorival já passou, a única coisa que vamos ter e mais uma.multa pra pagar no início de 2027
Em 2023 ainda tínhamos a CDB. Hoje nem isso, graças a Rui Costa e Roger.
Penso que Dorival ainda tem lenha para queimar, mas talvez outro perfil fizesse mais sentido, se a diretoria tivesse um projeto sério de reconstrução.
Mas que é melhor que o Roger, sem dúvidas.
O que fizeram com o Crespo é imperdoável. E o tempo mostrou que foi injustificável também
O SPFC precisa de um técnico que entenda de futebol brasileiro e que possa ajudar na reformulação desse elenco de fracassados em um elenco de vitoriosos.
Um cara que fica pedindo Alisson, Arboleda e um monte de velhos não faz o menor sentido pro que o SPFC precisa!
Bom dia.
Eu já penso que a coisa é bem mais simples.
Ruim Costa e o Tocador de Banjo precisam de alguém para desviar os holofotes que estão em cima deles.
O único técnico que neste momento faria isso seria Dorival Jr .
Ou , uma volta de Crespo, coisa que seria altamente surpreendente.
Tem análise técnica nenhuma.
É puro ato de defesa para eles.
Um técnico sem renome e o pau continuaria em cima deles.
Esse São Paulo não tem ninguém capaz de fazer análises técnicas, é tudo político e pessoal.
Bom dia, fidalgo.
Também vou nessa linha. Imagina chorar por uma multa de 2mi, mas pagar isso para um treinador mensalmente?
Bom, e só mais um adendo: eles querem vencer a sulinha por ego também. Por isso o nome do Dorival.
Exatamente, não tem pensamento estratégico para o clube.
É pura defesa pessoal.
São malacos.
Concordo 100% contigo.
Segunda-feira não tinha dinheiro para a rescisão do RM e ontem vão atrás do Dorival que custa mais caro que Crespo e RM juntos e sem garantia de resultados efetivos.
Pior ainda, seguramente se aceitar o cargo, exigirá contratações para “equilibrar” o elenco.
Business é o verdadeiro critério!
É o técnico responsável pelo mega rombo de 2024, onde ele fez aquele circo com James, convenceu o JC a renovar com o Lucas, a renovar com um monte de velhos e caiu fora logo depois.
Nos gambás ele saiu desesperado pra contratar o Alisson…
Ele tem tesão por jogador velho…
O SPFC tem que sair desse ciclo vicioso.
Exatamente
Se não tem dinheiro, Dorival não deveria nem ser especulado.
O Dorival Junior é um especialista torneios mata x mata. O campeonato de pontos corridos é ruim. O última passagem, consegue perdeu ou empate 18 jogos lá fora. Mas é um MIOR do Roger Machado.
o São Paulo está falando dentro de campo numa situação péssima, causado por esse fdp do Ruim Costa, o time é horrível, os principais jogadores sempre foram coadjuvantes, e estão em fase ruins nas carreiras, não existe um treinador ideal mas o Dorival Jr é o mais indicado por conhecer o clube, vários jogadores estavam na última passagem, conciliador, conhecimento tático para extrair o melhor do plantel e moral para barrar medalhões e colocar meninos de cotia, mesmo sendo contra eu reintegraria o Arboleda (ajudaria e muito nesse instante)
tragam o TITE
#tragamoTITE
Gabriel Sá @OGabrielSa
15 min
Harry Massis, presidente do São Paulo, definiu que não promoverá mudanças no departamento de futebol após a demissão de Roger Machado. Assim, o executivo de futebol Rui Costa e o gerente de futebol Rafinha seguem.
Internamente, Massis avalia que a contratação de Roger foi uma aposta respaldada por boas referências no mercado e que, apesar do desfecho negativo, a escolha tinha sustentação técnica no momento em que foi tomada.
A permanência de Rui Costa gera forte desgaste político a Massis nos bastidores. Nas últimas horas, conselheiros ligados à base de apoio do presidente chegaram a ameaçar romper em definitivo caso Rui fosse mantido no cargo.
Mesmo diante desse cenário, ele opta por sustentar o dirigente e manter a atual estrutura do departamento de futebol.
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É simplesmente inacreditável, infelizmente o SPFC morreu.
Sim, o SPFC acabou.
Roteiro terminal.
O simulacro que existe, serve apenas para atender especificamente os interesses de algumas pessoas, travestidos em grupos que ocupam o poder …, que sequer disputam, pois inexiste alternância ou confronto.
O poder cristalizou, o roteiro está definido …, estágio terminal.
Um sr. de 80 e tantos anos que caiu de paraquedas na presidência do clube vai se ancorar no que tiver de conhecido por lá. Se sobrevivermos a esse turbilhão até o final do ano com nova eleição, tá é bom.
Aí o próximo presidente eleito, em virtude de todo o ocorrido, mais a data da eleição ser já final do ano, não vai ter programado nada do futebol para 2027.
Clube endividado e sem planejamento para o ano que vem.
Se tivermos muita sorte de entrar alguém competente e que forme uma boa equipe de trabalho, só veremos o SP começar a ter alguma melhor a partir de 2028.
Resumindo: a coisa tá mais do que feia. Ano após ano a tal reconstrução não chega.
Desanimador! Esse modelo não dá mais. Precisamos de sérias reformas políticas, profissionalização, etc.
Mas os sanguessugas de sempre vão chupar até a última gota para evitar isso.
Vamos ser justos, Rafinha não é o problema e foi o real responsável pela virada de situação quando o São Paulo do Crespo estava horrível…, muito menos tem poder pra tirar o Rui Costa (é exatamente o contrário), então a culpa da manutenção desse diretor “sanguessuga” é do presidente “bundão”!! Brincadeira ouvir alguém falar do corintiano Tite aqui né (além de um técnico horrível, foi mal até no Flamengo com o timaço que tem lá). O Dorival é a melhor senão única opção, mesmo entendendo que o primeiro motivo pra diretoria trazer ele é mudar o foco do problema e esconder o Rui Costa “debaixo do tapete “.
Vamos torrar os tubos para contratar um técnico apenas para “salvar o ano” e que vai acabar sendo demitido por alguma bobagem na pior hora possível do primeiro semestre de 2027.
Enfim… é o que temos.
Dorivaldiola está voltando!
Zanca, pra você e pelo que tem ouvido, há chance o Rui cair? Outra coisa, ontem no Tricolaços o Eduardo Alfano sinaliza que vão mudar o estatuto. Acha que pode ir pra frente?
Acho péssimo a vinda do Dori.
Técnico caro e que vai exigir reforços caros.
Não é o perfil que o SPFC precisa.
Longe disso.
Estou com você, mas sabemos que estamos em ano de eleições e o presida “sentiu o gosto de sangue” e gostou, quer continuar no poder.
Estamos lascados Marcelo.
“Ano de eleições”.
Pouco ou nada significa.
Independente de resultado, o candidato que ganhar, obrigatoriamente será da situação.
O “projeto vencedor” será o mesmo.
Não há alternância, confronto ou disputa.
Allan Barcellos queria ser técnico.
Estaria aí a chance.
Tiraríamos do Palmeiras, ganharia mais e custaria bem menos dentro do que podemos/devemos gastar.
Poderia ajudar na integração com Cotia e seria um nome para médio / longo prazo.
Mas seria pedir demais para essa turma.
Uma pequena provocação: se para o São Paulo tornar-se competitivo como Palmeiras e Flamengo tivesse que encerrar Cotia, vc faria esse acordo?
Não encerraria Cotia
Venderia o Morumbi e falo sério
Essa foi minha proposta no GESP – Grupo de Executivos São-Pailinos, criado em 2003 por Marcelo Portugal Gouvêa onde fui convidado como empresário a dar idéias.
Isso foi em 2003 antes de existirem as arenas.
Grupo era formado por
Rui Branquinho
Luiz Fernando ( antiga AFRIKA de Nizan Guanaes)
Eu
Tinha mais 2 marqueteiros que não me lembro o nome.
E um tal de Julio Casares que na oportunidade já demonstrava bastante o que pretendia.
Um pulha, um cara sem sustentação e que só queria se promover a custa dos outros.
O único empresário para valer era eu ( não que isso fosse a diferença)
Mas essa turma não tinha visão de negócios, só queria se auto-promover com “fumaças”
Ignoraram quando eu disse que o Morumbi era obsoleto.
Passaram-se mais de 20 anos, as arenas apareceram dentre elas a Arena do Palmeiras , chave principal na virada desse time.
O quê me diriam agora ?
Portanto, não venderia Cotia, eu venderia o Morumbi que deve valer bilhões.
E com esse dinheiro, pagaria as dívidas, pensaria num estádio menor para 40.000 pagantes , talvez.
Enquanto isso, alugaria o Pacaembu.
Essa seria uma das idéias.
A outra, fecha o CT da Barra Funda e vão treinar em Cotia, juntando , integrando base e profissional.
No mundo ideal seria pedir desculpas ao Crespo e convencer lo a voltar3 demissão de Rui Costa mas a realidade é outra, tenho uma memória afetiva grande pelo Dorival, tenho quase 50 anos e achei que nunca fosse ver meu time campeão da copa do Br, porém acho que o melhor custo benefício é o Vojvoda, com tempo pra trabalhar ele iria arrumar o time.
Esqueçam a saída do Rui Costa, do Rafinha, do Milton Cruz… O tributo foi o Roger e, vai parar por aí
Todo o discurso de pacificação, de não tem dinheiro foi jogado pelo ralo. E daqui seis meses, quando o Dorival não tiver sido campeão e tiver eleições, vamos estar discutindo isso de novo. Talvez com um novo presidente e nova multa pra pagar pro técnico….
Eu acho uma loucura pagar toda essa grana para o Dorival, na minha opiniao um tecnico medio. A sorte dele é que os outros tecnicos no Brasil são mais fracos. Isso é salario que deveria ser pago para tecnico de primeira linha. Meu medo é entrar nessa por esse valor e depois ficar com um carnê ainda maior. Enfim, agora tb vao fazer para agradar a torcida, depois da cagada que o fdp do Ruim Bosta fez, em conjunto com o Tio Paulo e o boneco de ventríloco, Rafinha.
Não pode elogiar,né? Fazem questão de tornar a vida do torcedor um inferno.
Ainda não assinaram com ele. Não entendo a dificuldade de fechar logo essa porra.
Parece que gosta de viver no caos. Ele deve viver no caos e quer que todo mundo viva assim tb.Que velho desgraçado do cacete!
Como não entende a dificuldade ?
Acha que ele vai reduzir os ganhos pela metade ?
Custa entre R$ 2 a 3 Milhões por mês , ele e sua comissão.
Seria simples, se fosse simples.
Estou torcendo para não vir.
Não é possível isso. Todo mundo acabou de assistir o que acontece quando você passa do ponto em relação ao corte de despesas (essa situação toda deve ter sido criada exatamente por conta disso).
É tão difícil mesmo assim entender?
Na hora de aumentar a despesa em 4 milhões de reais para dispensar o Crespo, não houve dificuldade.
Ainda assim, parece que preferem viver o caos para economizar errado.
Uma coisa é pagar R$ 2 M para o Crespo
A outra é assumir um custo que deve beirar R$ 30 M anuais com Dorival
Fora o que ele deverá pedir para contratações.
Repito, seria simples se fosse simples.
E Dorival deve pedir garantias em caso de ser demitido posto que haverá eleição ainda este ano.
Ou vc acha que é um contrato em papel de pão ?
Pode vir quem vier com essa praga de diretoria….não acontece nada. Empresários mandando no clube.
Gosto do Dorival, é o melhor nome possível….mas vale se endividar todo por ele e a comissão? Já quer reforços, nem temos dinheiro.
Buscaria um Guanaes, que deve ser mais barato. Mas de qualquer forma, ou gasta o que não tem com Dorival, ou fica com os que são igual ou piores que Roger Machado, uns Nelsinho Batista, Adilson Batista, Wagner Mancini da vida, que é a cara dessa diretoria.
Traz o Vojvoda…
Ano eleitoral…traz o cara…
Deixa ele armar o time “casinha fechada”…nosso elenco é muito limitado.
Dorival nãooo…alto custo e sem condições.
Que chato ler tantas matérias redigidas com auxílio de IA.