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O São Paulo venceu o Boston River por 2 a 0 no Morumbi e garantiu vaga direta nas oitavas da Copa Sul-Americana. Com postura agressiva e atuação dominante, o time de Dorival Júnior teve em Artur seu principal destaque da noite. O atacante participou diretamente dos dois gols e foi o jogador mais perigoso do sistema ofensivo tricolor.

Artur comanda vitória tranquila do São Paulo
Autor do primeiro gol e responsável pela jogada que originou o segundo, Artur recebeu a maior nota da partida. Além da eficiência ofensiva, o atacante foi participativo durante todo o confronto e criou outras oportunidades importantes.
André Silva também teve atuação consistente, distribuindo assistência e contribuindo bastante na movimentação ofensiva. Danielzinho voltou a apresentar bom nível técnico, enquanto Wendell apareceu bastante no apoio ao ataque.
Na defesa, o jovem Osorio ganhou elogios pela segurança demonstrada mesmo em um cenário de muitos desfalques no setor.
Calleri e Ferreira ficam devendo
Se Artur brilhou, o mesmo não pode ser dito de Jonathan Calleri. O centroavante desperdiçou uma chance clara na pequena área e teve pouca influência ofensiva. Ferreira também teve atuação apagada e pouco acrescentou ao ataque são-paulino.
Mesmo sem sofrer defensivamente, Alan Franco recebeu avaliação apenas mediana após um erro de rebatida no segundo tempo que gerou uma rara chegada perigosa do Boston River.
Dorival é elogiado por postura ofensiva
Dorival Júnior também saiu valorizado após a classificação. Pressionado pelos resultados recentes, o treinador escalou uma formação extremamente ofensiva e viu o São Paulo dominar amplamente o adversário desde os primeiros minutos.
A atuação aumenta a confiança da torcida no início do novo trabalho e reforça a expectativa de evolução da equipe antes da pausa para a Copa do Mundo.
Notas do São Paulo contra o Boston River
- Artur: 8,0
- Wendell: 7,0
- André Silva: 7,0
- Danielzinho: 7,0
- Lucas Ramon: 6,5
- Osorio: 6,5
- Pablo Maia: 6,5
- Dorival Júnior: 6,5
- Lucca: 6,5
- Rafael: 6,0
- Pedro Ferreira: 6,0
- Alan Franco: 5,5
- Calleri: 5,0
- Ferreira: 5,0
Com a liderança do grupo assegurada, o São Paulo agora aguarda a definição dos playoffs para conhecer seu adversário nas oitavas de final da Sul-Americana.
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pode ser o adversário que for, a cada jogo o Calleri prova que não merece renovação.
Calleri deve estar solteiro novamente
Se for pra renovar com ele que seja só por +1 ano e sem aumento de salário
Spfc precisa aprender a encerrar ciclo de jogadores que não rendem mais
Ferreira joga MUITOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO ( POUCO ) pqp ! Chega de ter ISSO como OPÇÃO ! Reduz a folha e reduz a nossa RAIVA EM VER ESSE MERDA !
Caleri se nao renovar ate o meio do ano vai para o boca!
Tomara!
Calleri não tá fazendo a diferença
Negociem já, não renovem
Tragam o Gabriel Jesus
Toma o seu remedinho e vai dormir.
Uma vitória importante e missão cumprida. Agora é torcer pela vitória contra o Remo e conseguir terminar esse pré Copa de forma tranquila.
O time conseguiu fazer mais um bom jogo no primeiro tempo e novamente caiu de produção no segundo. A falta de elenco é com certeza o motivo para essa queda de produção , torcer para que nessa pausa o clube possa recuperar os jogadores contundidos e derrepente com alguns reforços o time possa subir o nível e fazer um segundo semestre melhor e de forma mais tranquila.
O São Paulo FC venceu o Boston, mas o legado de destruição deixado por Rui Costa e Roger Machado continua estampado em campo.
Jonathan Calleri talvez seja hoje a maior personificação disso: fisicamente esgotado, mentalmente abalado e distante daquele brilho, entrega e alegria competitiva que sempre marcaram sua trajetória no clube.
Enquanto isso, Dorival Júnior tenta reconstruir um elenco desmontado física, emocional e taticamente pelo “estudioso” Roger Machado. E mesmo assim já existe gente querendo criar narrativa contra Dorival para surfar em hype e proteger antigos responsáveis pelo caos.
Paciência será fundamental.
E a régua do elenco caiu tanto que até Arthur conseguiu se destacar e ser apontado como melhor em campo.
Já Ferreirinha parecia jogar uma competição paralela, tentando provar algo com finalizações aleatórias e decisões questionáveis.
E vale lembrar: Lucas Moura, Ferreirinha e Pablo Maia — que quase conseguiu uma expulsão infantil — tiveram participação direta ou indireta no ambiente que culminou na queda de Hernán Crespo. Se o clube realmente quiser reconstruir o ambiente profissional, talvez precise mandar um recado claro na próxima janela: ninguém será maior que o São Paulo.
Sem melindre.
Sem panelinha.
Sem jogador influenciando ambiente interno.
O foco precisa voltar a ser desempenho, profissionalismo e comprometimento coletivo — acima de ego, empresário e vaidade pessoal.
Frase Final #ForaRuiCosta
Coincidência a parte, mas o Calleri parou de render justamente quando Roger Machado implementou o sistema 424, esse esquema evidenciou que não ajuda Calleri, a bola pouco chega. Ontem chegou apenas 1 que ele errou, para um centro avante é horrível nao ter chances no jogo…
Acertou o esquema? Mas é o mesmo 4-2-4 do Roger Machado, deveriam voltar com a trinca de volantes que estava dando certo antes da troca de treinador.