Casares fala de sucessor na Presidência do São Paulo e possibilidade de perda do CT Barra Funda

Julio Casares, presidente do São Paulo, falando ao telefone durante um evento, com a arquibancada ao fundo.

Em entrevista à TNT, o Presidente do São Paulo, Julio Casares falou sobre o caso do Ministério Público entender que o CT da Barra Funda não tinha justiça na sessão do uso: “Eu digo ao torcedor para ter calma e tranquilidade, estamos respeitando o Ministério Público mas podem saber que é um ato jurídico perfeito de comodato. O rito foi normal, nada de errado. Estamos dentro do equilíbrio e precisamos só mostrar a veracidade dos fatos.”

SUCESSÃO

“Quando cheguei, tive 5 meses de campanha em 2020. Já ouvi 7 nomes agora mas neste momento é um desserviço. Estamos há 1 ano e meio das eleições ainda. É extemporâneo.

Eu ando pelo clube, é normal o que a pessoa quer. Mas, tem 1 ano e meio. Agora, ser candidato e colocar a politica na mesa, é um desserviço para a instituição. Primeiro, precisa deixar um legado em sua área que trabalhou, ter a chancela de uma gestão que vai buscar o equilíbrio do fundo com investimentos. Ajude a instituição e deois se candidate.

Julio Casares, presidente do São Paulo, em frente ao logotipo do clube, abordando temas sobre sucessão e gestão do clube.

Não dá para ouvir tantos nomes. Se todos ouvirem o que é mais importante, o político deixará um calendario aberto. Eu não serei candidato de foma alguma. O sucessor precisa olhar com calma ao futuro, serei um eleitor e que poderá ajudar um eventual candidato.

Eu já estarei no Conselho Consultivo do São Paul após a virada do mandato. Agora é o processo de eleições e quero ser eleitor, ajudar. Eu sou presente, quero ver quem trabalhará mais que eu, se esforçando mais do que eu.

Cheguei com dívida de curto prazo, deixarei R$ 2 bi de contrato de legado, contratos, shows etc. Desafio alguém que se envolva mais que eu. Perguntam porque posto tanto, blogueirinho, claro que não, é para mostrar o trabalho.

Aos eventuais candidatos, um chazinho de camomila. Precisa da coletividade, quem muito quer, acaba não sendo. Cada pretendente tem que ter sua visão e focar na base, nas finanças, precisamos mais técnica, menos política”.


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