Promessa de mudanças para Cotia em 2027 no São Paulo
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Candidato da oposição no São Paulo, Marcelo Portugal Gouvêa diz que a base sustenta o profissional e critica jogador de Cotia como terceira opção.
p>O candidato da oposição à presidência do São Paulo, Marcelo Portugal Gouvêa, apresentou em entrevista suas ideias para as categorias de base do clube em uma eventual gestão a partir de 2027. Para ele, a base é o que vai sustentar o time profissional, e o foco deve estar na formação de jogadores, e não na conquista de títulos nas categorias inferiores.
Base como sustentação do time profissional
Segundo Marcelo, o trabalho em Cotia precisa estar ligado ao que acontece no profissional. Por isso, o foco será na transição entre as categorias, com os dois diretores executivos conversando entre si para que o caminho do atleta até o elenco principal seja contínuo.
Sem meta fixa de aproveitamento
O candidato afirmou que não haverá um percentual fixo de utilização de jogadores da base como meta. Em vez de números, o objetivo principal será formar o jogador. Na visão dele, a prioridade da base não deve ser ganhar campeonatos de categoria, e sim preparar atletas para o profissional.
Crítica ao jogador da base como terceira opção
Marcelo criticou a filosofia de tratar o jogador formado em Cotia como terceira opção, atrás de “medalhões” que ocupam as vagas de titulares e reservas. Ele usou a posição de goleiro como exemplo desse modelo, em que o garoto da base fica sem espaço mesmo quando está preparado.
Treinador com perfil para trabalhar com garotos
Outro ponto da entrevista foi o perfil do treinador. O candidato disse preferir um comandante com perfil para trabalhar com jovens, o que, segundo ele, evitaria a necessidade de pedir sete ou oito contratações por janela de transferências.
Base entra no debate da eleição
As declarações acontecem em meio à campanha para as eleições presidenciais do São Paulo, marcadas para a primeira quinzena de dezembro. A formação de atletas em Cotia e o uso da base no time profissional devem seguir como um dos temas centrais do debate entre os candidatos.
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Essa linha é o mínimo que o clube precisa seguir. Agora, precisa ficar na prospecção de jogadores para a base. A linha ideal é negociar como moeda de troca, liberar ou recisão amigável de alguns atletas como: Rafael, Toloi, Arboleda, Cedric, Buta, Wendell, André Silva e Ferreirinha, Bagreshow. Salvo engano, todos com contrato terminando no fim do ano que vem (tirando o Toloi que acaba no final dessa temporada e Cedric que em 28).
Aí junta com Artur, Iago e Cauly voltando… Olha a diminuição na folha.
Coronel + dois moleques da base.
Lucas Ramon, Felisberto e Mailton.
Domingos, Alan Franco, Sabino, Osório, Isaac, Igão.
Enzo, Nicolas e Patryck.
Maia, Newtão e Matheus Ferreira.
Marcos Antônio, Bobadilla, Djhodiney, Danielzinho + (médio centro da base)
Lucas e Pedro Ferreira.
Sá, Lucca e Tetê
Ponta direita: aqui seria onde o clube precisaria investir ao menos em um jogador de qualidade.
Centroavante: Calleri, Ryan, Gustavo Santana.
Luciano? Se a prioridade do time é pagar as dividas e usar a base ante disputar títulos: para quê um segundo atacante no desenho? Posição pouco explorada no futebol de base. Luciano até pode jogar como falso ponta, mas… Melhor o arroz com feijão.
Treinador? Eu iria de Diniz.
Com a economia na folha: ao invés de investir em jogador para o plantel: investir em reforços na base.
Obs: sei que Arbobado, Rafael, Wendell, Ferreirinha, André e etc… Devem ficar até o final do contrato, mas que seria bom, seria. E, “aiiiin, mais u plantel fica fracu”… Para jogar o paulistinha e começo do Brasileirão tá ótimo pra teste. Não deu certo? Pega outro treinador, trás alguns reforços pontuais e segue o jogo. Porém, eu começaria arriscando já nessa linha. Se o Lucas, Calleri e Luciano quiserem sair, melhor ainda.
Concordo com você, com a limitação de entender quais posições realmente precisam de contratação até o mês de abril. Até lá, base.
Provavelmente teremos Julio Batista, Alex, Danilo, Diniz ou Wagner Mancini de técnico, não vejo nenhum treinador de fora do Brasil aceitando vir para cá, sem ter reforços, dito isso, o melhor nome seria o André Jardine, pena que não tem como vir.
Que viagem