Derrota para o Santos aproxima São Paulo da meta de 45 pontos que o clube tentou negar o ano inteiro
GRUPO DE WHATSAPP: https://shortlink.
https://www.youtube.com/@spfcsaopauloblog

O São Paulo precisava vencer o Santos, no Morumbis, para chegar aos 40 pontos e assumir a oitava colocação do Campeonato Brasileiro. Em vez disso, saiu na frente com Luciano, sofreu a virada e foi derrotado por 2 a 1 — resultado que manteve o time de Dorival Júnior na 11ª posição, a dez pontos do Bahia, primeiro clube na zona de classificação à Libertadores, e que reacende um fantasma específico da temporada são-paulina: a meta mínima de 45 pontos, estabelecida ainda no início do ano pelo então técnico Crespo.
Um time em formação, desfalcado nos três setores
A derrota carrega um contexto importante: o São Paulo entrou em campo sem três peças que vinham sendo titulares. Domingos Duarte está fora de toda a temporada por uma ruptura no ligamento cruzado anterior do joelho direito; Calleri cumpriu suspensão por acúmulo de cartões; e Rafael, auto do gol, sentiu dores na lombar ainda durante o aquecimento e se tornou desfalque de última hora. Diante dessas ausências, Dorival Júnior promoveu as entradas de Carlos Coronel no gol, Pablo Maia na defesa e Ryan Francisco no ataque — um time, portanto, parcialmente improvisado diante de um Santos empolgado com os próprios reforços recentes.
Um começo auspicioso, construído por uma aposta do técnico
O São Paulo começou o jogo no ataque e foi recompensado rapidamente: Ryan Francisco, justamente uma das apostas de Dorival Júnior entre os jogadores improvisados, sofreu o pênalti que Luciano converteu para abrir o placar — um indício inicial de que as escolhas do técnico, mesmo sob pressão dos desfalques, poderiam funcionar.
A fragilidade defensiva que custou caro
O problema, porém, apareceu do outro lado do campo. Pouco depois do gol são-paulino, Toloi perdeu Gabigol de vista dentro da própria área, permitindo que o atacante santista cabeceasse completamente sozinho — bola que Coronel não teve a menor chance de alcançar, resultando no empate.
A equipe não conseguiu se recompor depois disso. Logo na volta do intervalo, Gabigol novamente desequilibrou a defesa são-paulina: fez boa jogada dentro da grande área, aplicou uma finta desconcertante em cima do próprio Toloi e consumou a virada com um gol de bela factura.
O retrato do nervosismo: Toloi e os copos de água
A sequência de erros cobrou seu preço emocional. Toloi foi substituído logo depois do lance da virada, saiu visivelmente insatisfeito e chegou a desferir um chute nos copos de água posicionados em direção ao banco de reservas — episódio que resume bem o nervosismo de uma equipe que não conseguiu se reencontrar depois de um início de jogo auspicioso.
A reação tardia e o sacrifício físico de Luciano
Nos minutos finais, Dorival Júnior promoveu mudanças, conseguiu empurrar o Santos para o campo defensivo e criou algumas boas chances, mas esbarrou em boas defesas do goleiro Diógenes. Luciano, que já vinha sentindo dores na virilha, precisou seguir em campo no sacrifício depois que o técnico já havia esgotado as cinco substituições permitidas — cenário que ampliou ainda mais a lista de preocupações físicas do elenco até o fim da temporada, já que Marcos Antônio e Wendell também terminaram a partida reclamando de dores.
O fantasma da meta mínima de Crespo
Restam dez rodadas até o fim do Campeonato Brasileiro, e o objetivo de 45 pontos — meta mínima estabelecida ainda no início da temporada pelo então técnico Crespo, em declaração que gerou forte repercussão negativa à época — parece, cada vez mais, caminhar para se tornar o desfecho real de um ano que, em determinados momentos, chegou a oferecer esperanças maiores ao torcedor são-paulino. A ironia do momento é evidente: a meta que soou pessimista demais quando foi dita publicamente, meses atrás, hoje se aproxima perigosamente de ser simplesmente… a meta.
Próximo compromisso
O São Paulo volta a campo já na próxima quarta-feira, diante do Cruzeiro, no Mineirão, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro — partida que ganha contornos de urgência diante do momento delicado da equipe.
Descubra mais sobre Blog do São Paulo
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
A ausência do Domingos já nos custou 3 pontos. Toloi entregou a paçoca ontem
Pro final de 2026:
3-5-2 engessadinho.
Sabino, Arboleda e Osório
Pedro e Iago de alas
Bobadilla, Danielzinho e Marcos Antonio(sdd Crespo)
Calleri e mais um.
45 pontos que é um sonho possível, graças aos pontos do Crespo.
Pra 2027:
Começar com um teto salarial inegociável. Tentar vender ou repassar qualquer um que não queira ganhar até o teto.
Mandar embora qualquer um que tenha colaborado direta ou indiretamente com a demissão do Crespo. Adeus, Rafinha.
Usar a base desde o paulista. Compor o resto do time com jogadores tipo Danielzinho e Lucas Ramon.
É time cascudo e barato, 4 ou 5 anos flamengando.
Contratações exclusivamente sub 27.
Onde assino, meu caro?
Muito perto do perfeito que eu acredito….
O pior de tudo é que os negacionistas dos 45 pontos nem a hombridade de pedirem desculpas e assumirem que erraram tem. O clube tá na merda e todo mundo exalando a mesma soberba nojenta de sempre.
#CrespoSempreTeveRazão
Dorival não conseguiu fazer o time jogar.
Não conseguiu encaixar Luciano e Artur juntos. Não conseguiu jogar bem com 2 nem com 3 zagueiros. Não sabe quem é o lateral direito nem o esquerdo. Não sabe usar a base.
Improvisou Pablo Maia na zaga. Cadê o Osório?
Colocou o Soldado vulgo Coronel no gol. Cadê João Pedro? Eu reintegraria Young.