Ex Presidente do São Paulo sofre derrota judicial e segue sob investigação policial
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TJ-SP rejeitou por unanimidade dois habeas corpus apresentados pelos advogados de Casares, que é investigado em inquéritos conduzidos por uma força-tarefa da Polícia Civil e do Ministério Público
A situação jurídica de Júlio Casares ganhou um novo capítulo nesta semana. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou, por unanimidade, dois pedidos de habeas corpus apresentados pela defesa do ex-presidente do São Paulo no âmbito das investigações que apuram possíveis irregularidades durante sua gestão no clube.
As decisões foram tomadas na última quinta-feira, e a defesa ainda pode recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Casares é alvo de dois inquéritos conduzidos por uma força-tarefa formada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo.
Defesa de Casares queria acompanhar depoimentos
Um dos habeas corpus apresentados pelos advogados de Júlio Casares buscava garantir à defesa o direito de participar dos depoimentos de testemunhas durante a fase de investigação.
Os depoimentos são conduzidos pelo delegado Tiago Correia, da Polícia Civil, com participação dos promotores José Reinaldo Carneiro e Tomás Ramadan, do Ministério Público.
A Justiça, porém, entendeu que a defesa não terá direito de acompanhar os depoimentos das testemunhas nesta etapa do procedimento.
Segundo a decisão, a participação da defesa poderá ocorrer em uma fase posterior da investigação, não durante os atos de oitiva realizados no período investigativo.
Promotores podem atuar nas investigações
O segundo habeas corpus questionava a própria participação dos promotores José Reinaldo Carneiro e Tomás Ramadan nos casos envolvendo Casares.
A defesa alegava que os dois integrantes do Ministério Público não teriam sido formalmente designados para atuar nas investigações contra o ex-presidente do São Paulo.
O TJ-SP, entretanto, decidiu que os promotores podem participar dos trabalhos em conjunto com a Polícia Civil, formando a força-tarefa responsável pelos inquéritos.
Com isso, os dois pedidos apresentados pela defesa foram rejeitados por unanimidade.
Defesa ainda pode recorrer
Apesar das decisões desfavoráveis no TJ-SP, o caso ainda não está encerrado do ponto de vista jurídico.
Os advogados de Casares podem recorrer ao Superior Tribunal de Justiça. Além disso, existe um terceiro habeas corpus apresentado pela defesa, também com o objetivo de questionar a participação de promotores nas investigações, que ainda não foi julgado pelo Tribunal de Justiça.
A defesa foi procurada pela reportagem e não havia se manifestado até a publicação da notícia.
Outras decisões já haviam sido desfavoráveis à defesa
A defesa de Júlio Casares também sofreu uma derrota anterior relacionada às investigações.
Um mandado de segurança que buscava permitir a participação dos advogados nos depoimentos de duas testemunhas também foi rejeitado pela Vara Criminal da Justiça de São Paulo.
Esses depoimentos fazem parte das investigações reveladas anteriormente sobre a gestão do ex-presidente no São Paulo.
O que investigam os inquéritos contra Casares?
Júlio Casares é investigado em dois inquéritos conduzidos pela força-tarefa formada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.
As apurações tratam de possíveis irregularidades na gestão do São Paulo entre janeiro de 2021 e janeiro de 2026, período em que Casares esteve à frente do clube.
É importante destacar que as investigações ainda estão em andamento e as suspeitas apuradas não equivalem, por si só, a uma condenação ou conclusão definitiva de responsabilidade.
O ex-presidente deixou o comando do São Paulo em janeiro de 2026, mas continua sendo alvo das apurações relacionadas ao período em que esteve na presidência.
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Essa foto é o retrato mais fiel do BABACA que se ACHAVA ! Queria ficar FAMOSO e conseguiu BEM MAIS que imaginou ! Parabéns ! que se f…
[Off]
Relato de um dirigente de clube que votou a favor da redução do limite de estrangeiros no Brasileirão:
“A CBF traz tudo tão explicadinho que a gente acaba não questionando”
@_rodrigomattos_
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A carinha do Massis nessa resposta.
Tudo que limite esses caras a buscarem bagres superfaturados é válido
É exatamente o que vai ocorrer com essa medida, bagres nacionais ainda mais superfaturados.
Quanto a isso, só quando o Fair play financeiro começar a apertar no lombo dos clubes.
Vi que o São Paulo tinha que reduzir 20% da folha pro ano que vem
Rony Rustico vem
Teria Gustavo Santana entrado se tivéssemos Tapia? Teria Osorio iogado se tivesses Alan Franco e Ferraresi? Nao vou usar o exemplo do Bobadilla para o Djhordney, pq neste caso e um gringo que vale a pena, mas tirando Bobadilla, Calleri e Arboleda (tenho ressalvas mas tem hom nivel), so encheram o time de jogadores que tomam o lugar da base sem entregar mto acima. Medida acertada na minha opiniao. Em time grande, base so joga se for mto diferenciada. Isto esta acabando com o futebol brasileiro. Ryan, Estêvão e Endrick sao exemplos fora da curva… mas o Palmeiras nao poderia ter vendido um John John para o Bragantino revender para a Rússia em seguida. Acaba com o desenvolvimento e com o potencial do jogador. Há outros casos… no caso do Palmeiras nao e grana… o clube preferir investir em Sosa ( apenas mediano).
Considerando que o ambos já prevaleceram em escolhas mesmo com outros jogadores mais experientes à disposição, e que o mesmo processo está ocorrendo com o Djhordney, sim. E você está falando de ajustes de meio de temporada, ninguém vai iniciar a temporada contando com Osório e Gustavo, que mal existiam no imaginário do torcedor em janeiro. Eles conquistaram esse espaço durante a temporada como deve ser.
No início da temporada todo dirigente vai optar por contratar um Eduardo Sasha, um Jacy, um Rato pagando 1 milhão por mês, porque ninguém vai apostar na loteria da base sabendo o risco que o clube corre.
Não adianta tentar empurrar o jogador “ok”, “comum” da base – com todos os defeitos inerentes da idade -, ele precisa de tempo para ganhar espaço como vem ocorrendo com os jogadores que vc citou. Se forçar – por exemplo, colocando o Osório como titular em jogos grandes – o máximo que irão conseguir é queimar o jogador. Ele não tem o talento do diferenciado para superar as limitações físicas, técnicas e psicológicas dos atletas nessa idade. Eu diria até que é cruel exigir isso de quem não pode – ou ainda não pode – entregar, porque a cobrança da torcida será a mesma.
Uma boa medida seria estipular um número mínimo de atletas sub-23 na composição do elenco, isso garante que o jovem seja visto, acompanhado e preparado para receber oportunidades e a mais importante: reduzir o número de rebaixados. Esse número gigante de rebaixados exige que os clubes invistam alto e encarem cada partida como uma final. Um cenário complicado para lançar jogadores.
Lógico que aqui estamos falando apenas da ponta do iceberg.
Eu ainda acho que vão voltar atras. É uma medida muito estúpida pra ser efetivada. Se o problema é formação, seria muito mais fácil algo direto nesse sentido. O fato de não poder ter mais estrangeiro non elenco não vai impedir uma gestão como a do SP, por exemplo, de preencher essa vaga com algum BR perna de pau caminhando para o final de carreira.
Pq não trabalhar junto aos clubes para a formação de jovens? melhorar captação? algum estimulo para clubes que usam mais jovens BR no elenco principal, sei lá. Não houve discussão geral e tudo ficou à cargo de dirigentes como Harry Massis, Osmar Stábile, e coisas desse nível.
O brasileiro nunca pensa na formação, é cultural, prefere fazer um remendo no final.