Ex-campeão pelo São Paulo revela frustração e que foi ignorado após título pelo clube
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Amoroso abriu o jogo sobre sua saída do São Paulo após a conquista da Libertadores e do Mundial de Clubes de 2005. Sem proposta para permanecer no Tricolor, o atacante acabou realizando o sonho de defender o Milan, mas lamentou o pouco espaço que recebeu sob o comando de Carlo Ancelotti.
A trajetória de Amoroso teve um capítulo de enorme sucesso com a camisa do São Paulo em 2005, mas terminou de maneira inesperada. Campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes, o atacante esperava permanecer no Morumbi por mais tempo. No entanto, o contrato terminou e não houve acordo para sua renovação.
Em entrevista à ESPN, o ex-jogador revelou que ficou frustrado com a postura da diretoria são-paulina, mas reconheceu que a situação acabou abrindo as portas para uma oportunidade que também representava um sonho de infância: defender o Milan, da Itália.
Amoroso esperava continuar no São Paulo após o Mundial
A passagem pelo São Paulo foi curta, mas extremamente marcante. Contratado durante a temporada de 2005, Amoroso rapidamente se tornou uma peça importante do time comandado por Paulo Autuori.
O atacante foi titular na campanha que terminou com o tricampeonato da Libertadores e também participou da histórica conquista do Mundial de Clubes, diante do Liverpool.
Depois de colocar o São Paulo novamente no topo do futebol mundial, porém, Amoroso não recebeu uma proposta para continuar no clube.
“A expectativa era de permanecer por muitos anos vestindo a camisa do Tricolor. Era um contrato que se encerrou e não houve acordo entre a diretoria na época comigo. Propostas não chegaram para que eu pudesse ficar no São Paulo e veio a proposta do Milan.”
A declaração mostra que a saída não aconteceu exatamente por uma decisão do jogador de abandonar o clube. O vínculo chegou ao fim e, diante da ausência de uma oferta de renovação, surgiu a possibilidade de retornar ao futebol italiano.
Milan apareceu logo após a saída do Tricolor
A oportunidade foi gigantesca.
Aos 31 anos, Amoroso recebeu a chance de defender o Milan, um dos maiores clubes da Europa. O brasileiro chegou ao clube italiano em janeiro de 2006 para ocupar o espaço deixado pela saída de Christian Vieri.
A negociação teve participação de Leonardo, então dirigente do Milan, e do presidente Adriano Galliani.
Para Amoroso, vestir a camisa rossonera representou a realização de um sonho.
“Era um sonho realizado poder vestir a camisa de um dos maiores clubes do futebol europeu.”
O atacante encontrou um elenco recheado de estrelas, com nomes como Paolo Maldini, Alessandro Nesta, Gattuso, Seedorf, Kaká, Cafu, Dida e Serginho.
Amoroso lamenta pouco espaço com Ancelotti
Apesar do enorme nível do elenco, Amoroso não conseguiu ter a sequência que esperava.
Sob o comando de Carlo Ancelotti, o brasileiro disputou apenas seis meses pelo Milan e reconhece que gostaria de ter recebido mais oportunidades.
“Poderia ter tido mais oportunidades com Carlo Ancelotti.”
O contexto daquele período também pesou. A temporada antecedia a Copa do Mundo de 2006, e os jogadores precisavam de minutos para disputar espaço em suas respectivas seleções.
Amoroso acabou tendo poucas oportunidades entre janeiro e o fim de maio.
Mesmo assim, o ex-atacante não guarda ressentimento do treinador.
“Foi uma experiência única, um treinador multicampeão, e com certeza eu levo sempre guardado no coração aquele momento vivido junto.”
Ídolo da Udinese, Amoroso construiu história na Itália
Se a passagem pelo Milan não atingiu as expectativas, Amoroso já havia construído uma trajetória de destaque no futebol italiano.
Entre 1996 e 1999, o brasileiro defendeu a Udinese e marcou 42 gols em mais de 100 partidas, tornando-se um dos grandes nomes da história recente do clube.
O reconhecimento permanece até hoje. Torcedores da equipe italiana ainda tratam Amoroso como uma referência brasileira da Udinese, ao lado de outros grandes nomes que passaram pelo clube.
Depois, o atacante também defendeu o Parma, onde conquistou a Supercopa da Itália na temporada 1999/2000.
São Paulo, Milan e uma carreira marcada por grandes conquistas
A passagem pelo São Paulo acabou sendo determinante para Amoroso justamente por ter acontecido no auge de uma das maiores gerações da história do clube.
Em poucos meses, o atacante conquistou Libertadores e Mundial de Clubes em 2005 e, logo depois, recebeu uma proposta para atuar por um dos gigantes do futebol europeu.
A história, porém, poderia ter sido diferente. Segundo o próprio Amoroso, sua expectativa era permanecer no São Paulo por vários anos.
A ausência de uma proposta de renovação mudou os rumos de sua carreira e fez com que o atacante trocasse o Morumbi pelo San Siro.
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Esse foi seduzido pelos euros italianos e agora se faz de desentendido, inclusive fracassou no Milan e quando voltou ao Brasil foi para o cocôrinthians e ficava falando mal do nosso Tricolor, nojento.
Sempre existirão três versões, a minha, a sua e a verdade.
Mentira, nao aceitou a proposta do SPFC pq do milan era maior, simples assim. Fez falta no SPFC, jogou pra baralho em 2005
Sempre existirão três versões, a minha, a sua e a verdade.
Agora tá uma onda de mentiraiada desses ex jogadores mercenários que passaram no SPFC que foram campeões. Esse pilantra forçou a saída para o Milan depois do mundial tendo palavreado ganhar de 300 mil a 500 mil na época. Muita grana naquele momento. Não deu meses voltou para o Brasil para jogar no Corinthians. Esses caras “úteis pontuais” não tem que ser tratados como ídolos mesmo. Dagoberto, esse sim ídolo, mas babaca, outro dia veio com papo de amor a camisa pelo clube pois antigamente não era por dinheiro. Mentira! Ele tinha possibilidade de contrato com o SPFC por dois anos e saiu para o cruzeiro por oferta de três anos para ganhar a mesma coisa. Algo especulado entorno de $600 mil em ambos os clubes. Grafite depois de lesão seria e ser colocado em outro patamar pelo SPFC não renovou para ir pra Alemanha e agora fica dizendo que é splino desde criança e queria ficar até o fim no clube mesmo salvando o Cortinas do rebaixamento. Ainda tenho rancor do Amoroso. E vou passar esse fato até o meu último dia de saopaulinismo, ou seja, quando parar de respirar. Só não perde para o Cafu no índice de mercenarismo.
Antonio Carlos também ganha do Amoroso
Se não me engano o Dagol foi primeiro para o Inter, só depois para o Cruzeiro.
Se é fato que estava um pouco desgastado naquela época, também é fato que fez muita falta depois
Eu lembro muito bem que a figura ficou cozinhando a proposta até o último momento sem dizer sim ou não. Aí quando apareceu o Milan e o último grande contrato da carreira, ele deixou o Morumbi rumo à Itália.
Obviamente não havia como o São Paulo cobrir a proposta do Milan.
O resto é conversa fiada querendo jogar para a galera e aqueles que tem memória curta.
Exatamente!
Preferiu sair e agora se faz de desentendido.
Também me lembro muito bem dessa história.
Isso pq ele é Amoroso hein, imagina se fosse Mentiroso ou Rancoroso?
Ainda é melhor que os nossos atuais.
Pavoroso, Horroroso, Seboso, Defeituoso…
Ferreiroso hahaha
Na Liberta ele foi sabinoso.
Esse aí é o Desastroso. pqp.
Max piiiiira
Tem jogadores que não sabem aproveitar o momento e deixam o trem passar.
O Amoroso poderia ter ficado e se tornado um ídolo do clube mas preferiu ser reserva no Milan.
Mas jogou muita bola em sua curta passagem pelo clube. Foi um dos jogadores que surgiram nos anos 90 que gostaria no meu time. Arrebentou no Guarani junto com o Djalminha e o Luizão.
Ah para, o cara vem com essa história agora achando que a torcida do SP é igual a do palmeiras, que começou a torcer ontem pelo time. Lembro muito bem que ficou enrolando pela renovação e quando surgiu a proposta do Milan, deu tchau e bença. Por fim, ainda teve a cara de pau de voltar para o Brasil e vestir a camisa do time sem cor…
Na verdade, eu me lembro que ele tinha a proposta de renovação na mesa dele e do tal empresário que ele tinha, mas o Amoroso aproveitou muitíssimo bem a oportunidade que ele teve no São Paulo para se mandar de volta para a Europa, que era o que ele realmente queria, mas no Milan foi só pra passear…
Saiu porque quis, mas complicado pensar que a realidade é se humilhar para renovar com “lucigol” e canelleri