Análise: São Paulo expõe ineficiência ofensiva mesmo com 71% de posse de bola
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A derrota do São Paulo Futebol Clube por 1 a 0 para o Clube Atlético Mineiro expôs um problema claro no time de Roger Machado: a baixa eficiência ofensiva — ponto central da análise pós-jogo.
Ineficiência ofensiva custou o resultado
Mesmo com volume de jogo em alguns momentos, o São Paulo teve dificuldade crônica na última fase das jogadas. A equipe conseguiu chegar ao terço final, mas pecou na tomada de decisão, na precisão dos passes decisivos e, principalmente, na finalização. Essa falta de contundência transformou posse e presença ofensiva em pouca produção real de perigo.
Atlético foi mais pragmático e eficiente
Do outro lado, o Atlético adotou uma postura mais objetiva. Sem necessariamente dominar amplamente a partida, o time mineiro aproveitou melhor suas oportunidades e conseguiu o gol que definiu o confronto. A vitória por 1 a 0 evidencia justamente essa diferença de eficiência entre as equipes.
Problemas estruturais no ataque tricolor
A análise também aponta que o São Paulo ainda está em fase de construção sob comando de Roger Machado. Há sinais de organização, mas o setor ofensivo ainda carece de mecanismos mais refinados — como infiltrações coordenadas, melhor ocupação de área e maior agressividade sem bola. Isso ajuda a explicar por que o time cria, mas não converte.
Impacto direto na tabela e no momento
A derrota teve peso relevante: além de encerrar a invencibilidade, fez o São Paulo perder a liderança do Brasileirão. O resultado também serve como alerta, já que, em um campeonato longo, a eficiência ofensiva costuma ser determinante para sustentar campanhas no topo.
Conclusão
O jogo reforça um diagnóstico claro: o São Paulo tem base competitiva e organização, mas precisa evoluir na fase ofensiva para transformar desempenho em resultado. Sem isso, mesmo atuando bem em determinados trechos, seguirá vulnerável a adversários mais eficientes — como foi o Atlético neste confronto.
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Sem novidades. Mesma coisa dos últimos anos. Mas vamos fazer renovações caras de dois anos com os veteranos atacantes do clube. Parabéns Rui Costa e CIA.
E ainda tem o fato de o São Paulo ser um time que não chuta de fora da área.
E, quando tentam (muito pouco), são péssimos.
Vide burrerinha!
É a realidade
Time sem intensidade
Amanhã vai pegar um time com intensidade
Empate amanhã é obrigação
Enquanto ficar com esses medalhões sub 40 não vai muito longe
Bom dia.
Postei números sobre isso dos últimos 3 anos.
O ataque é altamente dependente de jogadas em Calleri que não é um atacante de movimentação, dribles, é centralizado o que facilita marcação dos adversários.
Mais, um meio de campo que não agride, finaliza.
Tem 3 “ armandinhos” que tocam, tocam mas não chutam nadinha.
Quem são os finalizadores?
Luciano e Calleri. E só.
Ferreirinha é ruim, e “ burro” ainda por cima.
Calleri bem marcado, ataque vai sumir.
Se livraram de William Gomes ( fazendo gols em Portugal) , Lucas Ferreira e Henrique que davam opções abrindo defesas .
Para ficar com Ferreirinha ( de nosso auxiliar técnico Junior Pedroso ) e o limitadíssimo Tapia ( que a torcida do River Plate agradeceu)
É isso que vejo.
O fato do Lucca, por exemplo, ou qualquer outro pela esquerda receber menos chances que o Ferreirinha já mostra que a maneira que a diretoria vê futebol é peculiar. Ao longo desses anos foram consolidando essa “base” com jogador chucro tecnicamente e hoje quando precisamos de qualquer coisa melhorzinha não temos. E não temos pq não há dinheiro, não há reformulação no sistema ofensivo e muito, mas muito menos interesse do clube em promover os jovens que gasta dinheiro pra revelar.
esse problema vem desde Zubeldia, que não conseguiu resolver, dai o Crespo também, temos posse de bola mas não infiltramos não fazemos gols. Porque temos que escalar o Luciano bagre, não jogamos com pontas, não temos meias que cheguem na área, não temos batedor de faltas faz anos, desde que o Hernanes saiu. o Roger quiser ter vida longa como nosso treinador tem que resolver isso,
O problema é que o time é fisicamente fraco. Nenhum meio campista tem chute potente, o Bobadilla é o menos pior.
Em campo sintético a situação piora muito, porque o time depende de trocar muitos passes certos para a bola chegar dentro da área em uma posição de chute fácil, o que não é possível sem o controle, tempo de bola e precisão que o elenco condicionou em grama natural. E também porque são atletas baixos, e no sintético a bola quica mais alto e eles não alcançam.
Em suma, vão errar sempre o último passe, porque se acertarem o passe que seria o último eles vão precisar de mais passes.