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São Paulo e a Revolução da Libertadores no Brasil
A afirmação de que o São Paulo revolucionou a forma como o futebol brasileiro encara a Copa Libertadores é amplamente reconhecida por especialistas e comentaristas esportivos. Antes do início da década de 1990, a competição sul-americana não era tratada como prioridade pelos clubes brasileiros, que frequentemente davam mais valor ao Campeonato Brasileiro ou aos estaduais.
O Impacto das Conquistas do São Paulo
- Prioridade Mudou: Até o início dos anos 90, muitos clubes brasileiros encaravam a Libertadores como um torneio secundário. O São Paulo, sob o comando de Telê Santana, mudou essa mentalidade ao conquistar o título em 1992 e repetir o feito em 1993, além de vencer o Mundial de Clubes.
- Obsessão Nacional: Após o sucesso do Tricolor, a obsessão pela Libertadores se espalhou entre outros clubes do Brasil. O torneio passou a ser visto como o principal objetivo da temporada, tanto por dirigentes quanto por torcedores.
- Mudança de Status: O São Paulo mostrou que era possível vencer grandes adversários sul-americanos e europeus, elevando o prestígio da competição e incentivando outros clubes a investirem mais para conquistar o título.
- Efeito na Mídia e no Mercado: O sucesso são-paulino também impulsionou o interesse da mídia e valorizou os direitos de transmissão da Libertadores, tornando-a mais atraente comercialmente para os clubes brasileiros.

Depoimentos e Análises
- Comentaristas e ex-jogadores destacam que, após os títulos do São Paulo, a Libertadores deixou de ser apenas um “bônus” e se tornou uma verdadeira obsessão nacional, com estádios lotados e festas históricas.
- O ex-presidente do Palmeiras, Mustafá Contursi, e outros dirigentes da época reconhecem que a conquista do São Paulo foi um divisor de águas para o futebol brasileiro no cenário continental.
Linha do Tempo: O Antes e Depois do São Paulo
| Período | Situação da Libertadores no Brasil |
|---|---|
| Antes de 1992 | Torneio pouco valorizado, times muitas vezes com reservas |
| Após 1992 | Competição vira prioridade máxima e obsessão nacional |
Legado Tricolor
O São Paulo não só conquistou títulos, mas também inspirou uma geração de clubes brasileiros a buscar a glória continental. Desde então, equipes como Palmeiras, Grêmio, Santos, Internacional, Flamengo e Corinthians também levantaram a taça, consolidando a Libertadores como o maior sonho do futebol nacional.
Em resumo, a trajetória vitoriosa do São Paulo nos anos 90 foi fundamental para transformar a Libertadores em uma obsessão e referência para o futebol brasileiro, revolucionando o modo como o torneio é encarado no país. Os Mundiais também são. Mas, raros conseguiram êxitos.
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São 20 anos desde a ultima conquista. Jovens com seus 20 anos de idade talvez sequer se lembrem de algum dos títulos brasileiros. Mesmo assim, a torcida cresce. É um clube diferente mesmo. São Paulo é tipo uma Ferrari, só que nas mãos do Luca Badoer.
Meu finado pai me levou na nossa primeira final. Fomos eu, ele, e meu padrinho.
Soh consegui entrar no segundo tempo… estive la c 110k tricolores, alem dos 15k q devem ter ficado de fora.
Saudades desse nosso tricolor.
Ate hoje nao me canso de ver a invasao da torcida no campo.
Como era bom.
Eu tava la na geral, lembro ate hoje a expressão assustada do goleiro Scoponi.
Eu era criança e não resido em SP então não sabia muito bem o que estava comemorando mas lembro que estava muito feliz nesse dia.
Tem um vídeo no Youtube que chama “Glórias Tricolores” de um criador de conteúdo chamado Fabrício Bastos, antigo já (vi no orkut pela primeira vez), que mostra as 3 conquistas e com trilha sonora daquele power metal pra quem adora como eu.
Inclusive vou assistir agora mesmo. Meia horinha diária de alegria não faz mal a ninguém hehe
Desculpem minha intromissão, mas nossa 1.a final de libertadores foi na edição de 1974.
E o jogo de ida, em SP, foi realizado no Pacaembu, o de volta na Argentina, e a “negra” no Chile.
Na 1o jogo eu fui, 2×1 para o SPFC de virada, lá não deu, foram muitas pedradas 2×0 para eles e no 3o no Chile um roubo escandaloso, pênalti inexistente para o time Argentino e o Zé Carlos que nunca foi cobrador oficial perdeu, Pedro Rocha amarelou e não quis cobrar, e nem o Toninho.