
10 maiores vendas da história do São Paulo tem 9 jogadores da base revelados pelo Tricolor
As maiores vendas da história do São Paulo Futebol Clube envolvem principalmente jogadores revelados nas categorias de base, que renderam cifras milionárias ao clube. Confira o ranking atualizado das maiores negociações do Tricolor, com base nos valores em euros:
| Posição | Jogador | Destino | Ano | Valor (€ milhões) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | Lucas Moura | PSG (França) | 2012/13 | 40–43 |
| 2º | Denílson | Betis (Espanha) | 1998/99 | 29–31,5 |
| 3º | Lucas Beraldo | PSG (França) | 2023/24 | 20 |
| 4º | David Neres | Ajax (Holanda) | 2016/17 | 17,4–22 |
| 5º | Antony | Ajax (Holanda) | 2020/21 | 15,75–16 |
| 6º | Hernanes | Lazio (Itália) | 2010/11 | 13,5 |
| 7º | Breno | Bayern (Alemanha) | 2007/08 | 13,1 |
| 8º | Brenner | Cincinnati (EUA) | 2021 | 11,8–12,5 |
| 9º | Lucas Pratto | River Plate (ARG) | 2017/18 | 11,5 |
| 10º | Edmílson | Lyon (França) | 2000/01 | 11 |
Lucas Moura é a maior venda da história do clube, negociado com o Paris Saint-Germain por cerca de 40 a 43 milhões de euros, valor recorde para o futebol brasileiro na época.
Denílson foi vendido ao Real Betis em 1998/99 por cerca de 29 a 31,5 milhões de euros, também estabelecendo recorde nacional à época.
Lucas Beraldo e David Neres completam o top 4, ambos negociados ainda jovens para o futebol europeu.
Antony, outro destaque da base, foi vendido ao Ajax por aproximadamente 16 milhões de euros.
Essas negociações ajudaram a consolidar o São Paulo como um dos principais exportadores de talentos do futebol brasileiro, com receitas expressivas em transferências internacionais.
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É impressionante como que, em qualquer conversa sobre o Zuledia, é fácil apontar os erros/problemas e, mais importante, ninguém consegue apontar qualidades.
Problema da rotação do elenco. O cara destrói os jogadores para, então, utilizar outro.
Problema do esquema tático, que é completamente desassociado do elenco. Está aqui a mais de 1 ano e não evolui, não encontra soluções e não muda.
Problema da não utilização da base. Ele não usa o jogador por convicção, mas, por já ter destruído os outros e não ter opção. Isso para não falar em não desenvolvê-los, como o Ryan, Patrick, Negrucci, Moreira e WG.
Problema da indisciplina. Tem um comportamento ridículo, resultando em vários jogos de ausência (isso até que é bom), restando a utilização do auxiliar (isso é muito ruim).
Problema das invencionices, colocando jogadores em posições/funções em que, claramente, não rendem.
A gestão Leco emplacou algumas boas vendas e aumentou a dívida do clube, poderia ter diminuído o problema mas não o fez.
E agora a Casares, só tem uma única boa venda(Beraldo) e conseguiu piorar a situação.
Se não fosse Cotia já imaginaram o que seria do SPFC se dependesse exclusivamente destas últimas gestões?
Alex
Bom dia.
Casares “andava de mãos dadas’ com a gestão do Leco…
Se há oposição no São Paulo, esta é como espuma de café .
Bom dia, Ricardo.
Veremos se este ano com o FIDC e as vendas que acontecerão realmente conseguem estancar a sangria.
Problema é que o paciente já sangrou tanto que dificilmente sai da UTI tão cedo.
Dívida de 1 bilhão de reais para zerar até o centenário do clube vai ter que apresentar um superávit de na média uns 200 milhões de reais por ano!
Será que o Belmonte dá conta desta tarefa como presidente sucedendo o Casares?
Faz mais de 10 anos que comento aqui no blog e tô no aguardo da “mudança de chave”.
E agora essa “gestão” doa os jogadores. É muita incompetência!!!