Considerados referência tanto para profissionais quanto para apaixonados pelo mar, confira os locais presentes no Mundial de Surfe que sempre resultam em muitas emoções

Locais lendários do circuito mundial de surfe: Pipeline, Teahupo’o e J-Bay

Forte onda azul se formando no oceano, capturada em um ambiente nublado.

Foto de Matt Paul Catalano na Unsplash

O surfe é um esporte que exige técnica, coragem e leitura perfeita do oceano. Na modalidade, são vários os cenários icônicos, como Pipeline no Havaí, Teahupo’o no Taiti e Jeffreys Bay, verdadeiros templos para os amantes das ondas.

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Considerados como referência tanto para profissionais quanto para apaixonados pelo mar, os circuitos estão presentes no Mundial de Surfe e sempre resultam em muitas emoções. Vamos conferir o motivo de as três pistas serem apontadas como destaques:

Pipeline (Havaí)

Pipeline é considerado o pico mais icônico do planeta, contando com ondas que podem ultrapassar seis metros. Além disso, o local é perfeito para tubos, atraindo os melhores surfistas do mundo.

Teahupo’o (Taiti)

Teahupo’o tem uma beleza natural, porém, com toques de brutalidade. Trata-se de um local desafiador, com ondas ocas que podem chegar a três metros. Além da sua altura, as ondas no local são pesadas, devido ao volume de água espesso e violento.

Trata-se de uma das ondas mais tubulares do Mundial, com surfistas desaparecendo dentro delas, após entrarem nas chamadas cavernas aquáticas. O local foi a sede dos eventos de surfe das Olimpíadas de Paris 2024.

Jeffreys Bay (África do Sul)

Jeffreys Bay é considerado um dos melhores locais para ondas no mundo, com uma combinação atrativa entre beleza natural, consistência e qualidade. Como seu fundo conta com pedra e areia, possibilita o alinhamento perfeito da onda.

WSL: como está o Campeonato Mundial em 2025?

O Campeonato Mundial de Surf, organizado pela WSL, iniciou a temporada com 35 surfistas no masculino e 18 no feminino. Porém, no meio da competição, após seis etapas, houve o primeiro corte.

Desde então, 22 homens e 10 mulheres seguem na disputa, ainda sonhando com o título. Após a 11ª etapa, que será em agosto, no Teahupo’o, no Taiti, apenas os cinco melhores de cada gênero avançam para a fase final.

O WSL Finals ocorre em Fiji, no Cloudbreak. O regulamento é curioso, já que o líder já aguarda na final e precisa de apenas uma vitória para o título, mostrando a importância de uma boa temporada.

Em contrapartida, o segundo espera na semifinal e precisa de dois triunfos. O terceiro aguarda nas quartas e o quarto e o quinto colocados iniciam o mata-mata nas oitavas. A regra vale para os dois gêneros.

O líder aguarda na final, enquanto o segundo espera na semifinal e o terceiro nas quartas. Dessa forma, quarto e quintos colocados duelam nas oitavas, sempre com um avançando de fase.

O Brasil já tem um representante garantido na WSL Finals, o líder Yago Dora, com 51.430 pontos. Além disso, Ítalo Ferreira está na quarta posição e busca manter um lugar no G5. Já Filipe Toledo, o sétimo com 38.760, ainda sonha.

Entre as mulheres do surfe, a única brasileira é Luana Silva, mas ela está na 10ª posição com 38.140 pontos e precisa de uma combinação improvável para conseguir um lugar no G4.


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