Jamal Lewis, primeiro britânico no São Paulo, foi apresentado nesta segunda (16). O lateral, que chega por empréstimo do Newcastle, expressou orgulho em defender o clube e revelou seu desejo de aprender português

Primeiro jogador britânico na história do Tricolor, o lateral-esquerdo Jamal Lewis foi apresentado nesta segunda-feira (16) e concedeu entrevista coletiva no CT da Barra Funda. O atleta de 26, que chegou por empréstimo do Newcastle, da Inglaterra, com contrato válido até 30 de junho de 2025 e opção de compra, recebeu as boas-vindas do Presidente Julio Casares antes de bater um papo com os jornalistas.
“É um momento de muita satisfação a vinda do Jamal, um grande atleta que nossa área de futebol estava monitorando, observando. Ele nos deu alegria pela personalidade esportiva, um profissional de caráter que vem nos ajudar muito, porque precisamos de um elenco largo para enfrentar o calendário. Quero dizer aos torcedores que estamos trabalhando, e que a vinda do Jamal obedece um critério de planejamento”, disse Casares.
Na sequência, o atleta recebeu a camisa 3 são-paulina e revelou as expectativas para defender o clube. “Estou muito orgulhoso de representar um time tão grande no Brasil e no futebol mundial. Eu tinha interesse de vir pra cá. A adaptação tem sido ótima”, afirmou Jamal Lewis, que nasceu em Luton, na Inglaterra, mas atua pela seleção da Irlanda do Norte, país natal de sua mãe.
O ala também comentou sobre a adaptação ao Brasil e revelou o desejo de aprender a língua portuguesa. “Em termos de falar o português, é um processo, vou ter algumas aulas, adoraria aprender a língua e abraçar a cultura da cidade. É muito mais eu me adaptar ao ambiente do que ele de adaptar a mim. Vou trabalhar duro para aprender português e me comunicar com toda a equipe e com os torcedores. Alguns atletas me ajudam, mas terei um professor em algumas semanas e espero aprender português”, disse o lateral, que completou.
“O Brasil é tão conhecido pela cultura, pelas pessoas, pelo amor ao futebol desde pequenos. Eu adoro o futebol brasileiro, as praias, assistindo Ronaldinho e outros jogadores na Copa do Mundo. Tenho muito orgulho de vir jogar ao Brasil, quero mergulhar na cultura. Tem muitos atletas vindo ao Brasil, isso demonstra a qualidade da liga e do futebol brasileiro. Quero aproveitar”, acrescentou.
Jamal Lewis começou a jogar futebol em Luton, cidade inglesa que fica a cerca de 50 quilômetros de Londres. Profissionalmente, seu primeiro clube foi o Norwich City. As boas atuações de Lewis chamaram a atenção do Newcastle, clube que defendeu durante três temporadas (2020/2021, 2021/2022 e 2022/2023). Emprestado para o Watford na última temporada europeia, Lewis atuou em 38 partidas, sendo 36 pela EFL Championship e duas pela FA Cup.
“Joguei toda a minha carreira na Inglaterra e sempre falei que gostaria de jogar numa liga de outro país, aprender outra cultura, outro tipo de jogo. A carreira é curta, é uma ótima oportunidade para estar num lugar diferente, ganhar jogos, levantar troféus e ser parte de um clube que vai ganhar muita coisa. É um projeto animador e quero estar neste clube por muito tempo”, afirmou.
O atleta também destacou a #TorcidaQueConduz: o primeiro contato com os torcedores tricolores foi no Mineirão, no último domingo (15), durante a vitória por1 a 0 sobre o Cruzeiro pelo Brasileirão. “Ainda que tenha sido um jogo fora, foi muito bom ver os torcedores, eles fizeram muito barulho e deram apoio aos atletas, sou grato a eles. Vi jogos em casa, espero conseguir receber todo esse carinho e mostrar essa atmosfera, será incrível poder jogar no MorumBIS. O São Paulo é um clube gigante no Brasil e o futebol brasileiro é muito bem visto na Europa, especialmente na Inglaterra. Estou chegando agora, mas queremos ganhar, conquistar o troféu, adicionar mais uma Copa ao nosso hall”, concluiu.
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Adorei o Jamal
Zanca, vendo o uniforme, como a diretoria tem avaliado a parceria com a NB?
Por exemplo, aqui em Goiânia, vejo pouco material e com dificuldade para achar linha infantil.
Está melhor que Adidas mas ainda assim uma bosta
Dá uma tristeza danada. As lojas abarrotadas de produtos do Flamídia, Palmares e até dos Coisa ruim. Nosso bem discreto.
Um vendedor da Centauro disse que uniforme de SP e Corinthians tem um sério problema de chegar na loja e já acabar, enquanto do Palmeiras pouco sai, detalhe que o vendedor era Palmeirense.
Pode ser hein, Duro que essa informação de quantidade de uniformes vendidos não fica à nossa disposição.
Isso é histórico já, torcedores do SPFC compram muita camisa e sempre esteve nos tops mais vendidos do Brasil mesmo nas fases denebrosas que passamos.
Somos um gigante que é tratado como se fosse a Ponte Preta. Quem assume qualquer coisa nesse clube e seus parceiros já tem que chegar com a mentalidade do tamanho do clube. Basta olhar o Morumbis lotado todo jogo, a relevância nas redes sociais, audiência de tv e canais de youtube. Nossa torcida é enorme e é fanática.
Já vou aproveitar e cornetar também, tenho 3 filhos e comprar produtos infantis é uma desgraça, não tem praticamente nada.
A gente muda, muda, muda, tem sempre um litígio com as fornecedoras, e parece que nunca acertamos. Cedo para condenar a NB, mas parece que as expectativas caíram bastante.
Onde está o problema?
Zamal Liuss
😡
A questão de logística tem que ser bem mais pensada. Com ânimo para vender…
E a gestão, que vei bem em outros quesitos, tem que receber críticas construtivas acerca da estética das camisas. Ao menos eu, não tive vontade nenhuma de comprar camisas dessa gestão. Golas e mangas de cores diferentes do lados. E essa três de agora não está à altura do manto. Eu sempre sou a favor de três oficiais, e a terceira deveria seguir as tendências da preta de 2020. A quarta poderia, então, variar, mas sempre se guiando segundo a temática tricolor.
Logística de distribuição e estética das camisas… Se isso for feito de modo fenomenal, até paga parte da dívida. Vamos fazer o melhor possível em casa área, galera!
Milhões de torcedores podem adquirir as camisas mais bonitas de toda a nossa história.
Pesquisa seguindo a tradição, combinando criatividade e inovações. Vemos lá…