Botafogo não pretende baixar a opção de compra de Artur, de cerca de R$ 36,2 milhões. Crise financeira e eleição no São Paulo deixam futuro em aberto.

Botafogo não aceita reduzir valor de Artur e complica futuro do atacante no São Paulo
Clube carioca descarta renegociar a opção de compra e também um novo empréstimo gratuito. Decisão sobre o jogador deve ficar para a próxima diretoria tricolor, em meio à crise financeira.
O Botafogo não pretende reduzir o valor da opção de compra do atacante Artur, emprestado ao São Paulo até o fim deste ano. Segundo apuração do UOL, o clube carioca não tem interesse em renegociar a quantia prevista em contrato e descarta baixar o preço estabelecido para a contratação definitiva.
O que diz o contrato
A opção de compra prevê o pagamento de 6 milhões de euros por 60% dos direitos econômicos do atacante, o equivalente a cerca de R$ 36,2 milhões na cotação da época em que o acordo foi fechado. O Botafogo entende que Artur se valorizou durante a passagem pelo Morumbi e, por isso, não vê motivo para rever as condições.
Um novo empréstimo gratuito também está descartado neste momento. Com contrato com o Botafogo até dezembro de 2029, Artur vem recebendo, ao longo dos últimos meses, sondagens de equipes do Oriente Médio.
O peso da crise financeira
Se exercer a opção pelo valor previsto, o São Paulo desembolsará cerca de R$ 36,2 milhões. Em valores nominais, seria a maior contratação da história do clube em reais, superando os casos de Giuliano Galoppo, em 2022, e Pablo, em 2018. Os dois negócios também foram fechados por 6 milhões de euros, mas com o euro em cotação menor.
Por isso, a eventual compra de Artur dependerá da avaliação financeira da próxima gestão tricolor. De acordo com o UOL, pessoas ligadas aos grupos de Marcelo Portugal Gouvêa e Vinícius de Medeiros consideram necessário assumir o clube e analisar a situação financeira e o fluxo de caixa antes de tomar decisões sobre o elenco de 2027.
Ainda assim, aliados admitem, sob reserva, dificuldade em ver como o São Paulo conseguiria encaixar esse valor no orçamento do ano que vem, já no início da temporada. A eleição presidencial do clube acontece na primeira quinzena de dezembro.
Outras definições pendentes
O cenário envolve ainda o futuro de Lucas Moura, uma possível renovação de Dorival Júnior e a permanência de Rafinha. Todas essas decisões ficarão para a próxima diretoria, que terá de conciliar o planejamento esportivo com a situação financeira do clube.
Fonte: UOL (30/10/2026).
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Artur foi um ótimo reforço para o time.
Porém para o ano que vem, dado o custo de aquisição e o valor dos salários, eu abriria mão.
O único clube que reduz os valores e faz de tudo para beneficiar o adversário é o São Paulo, os outros clubes não tem esse perfil de trouxa que costuma acontecer quase sempre por aqui.
“As conversas com o São Paulo deram uma esfriada. Na época, eles optaram, em vez de me trazer para o São Paulo, por mais três jogadores: Carlinhos Paraíba, o Marcelinho Paraíba e o Léo Lima”.
Sei que é um assunto repetido, mas a declaração do Danilo sobre não ter retornado ao SP diz muito no que o Juvenal e sua máfia transformou o Clube, é vergonhoso e frustrante saber que o cara que foi Campeão do Mundo não voltou e foi preterido por três jogadores: Carlinhos Paraíba (desconhecido, mediano), Marcelinho Paraíba (bom jogador, porém em declínio físico evidente aos 35 anos) e Léo Lima (mediano, vivia machucado, nem deveria ter sido cogitado). Isso perdura até hoje, destruíram o SP e isso começou em 2009.
Tchau, jogador não vale isso tudo