Faltando 11 jogos defesa preocupa São Paulo após baixa do principal nome até a lesão
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O São Paulo recebeu uma notícia dura bem no momento em que tentava embalar uma reação consistente na reta final da temporada. O zagueiro Domingos Duarte rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho direito e está fora do restante do ano — a previsão de retorno é somente na metade de 2027. Com 11 jogos ainda pela frente no Brasileirão, a lesão representa um baque tanto esportivo quanto simbólico para o time de Dorival Júnior.
A perda da “melhor contratação da janela”
Poucas contratações do São Paulo nesta temporada geraram consenso tão rápido entre a torcida quanto a chegada do português Domingos Duarte. Adaptado com rapidez ao futebol brasileiro, ele se tornou titular já em sua estreia e não perdeu mais a posição, sendo titular em nove dos dez jogos que disputou pelo clube — desempenho que fez parte considerável da torcida considerá-lo, até aqui, o melhor reforço da janela.
O zagueiro chegou a balançar as redes na eliminação para o Boca Juniors, pela Copa Sul-Americana, um dos pontos altos de sua rápida passagem pelo Morumbis. A lesão que encerra sua temporada aconteceu no jogo contra o Internacional, no último sábado, e foi confirmada por exames realizados na terça-feira seguinte, que revelaram o rompimento total do ligamento.
Um setor que já vinha sem solução definida
A ausência de Domingos Duarte expõe um problema que já rondava o São Paulo antes mesmo da lesão: a instabilidade das outras opções para a zaga. O caso mais evidente é o de Sabino, que vem acumulando atuações abaixo do esperado, com pouco tempo de bola sob pressão e sequência de passes errados — a ponto de ter perdido a posição para Toloi no jogo mais recente, antes de ser obrigado a voltar ao time justamente por causa da lesão do companheiro português.
Toloi, por sua vez, também está longe de ser sinônimo de estabilidade. Ao longo do ano, o veterano alternou atuações seguras com partidas em que comprometeu o desempenho coletivo da defesa — um padrão de irregularidade parecido com o observado em Sabino.
Já Arboleda, titular mais recorrente do setor, também viveu uma temporada de altos e baixos. Depois de retornar do episódio em que desapareceu sem justificativa no Equador, o zagueiro equatoriano oscilou bastante, mas vinha somando boas atuações na maior parte dos jogos recentes — até o confronto contra o Boca Juniors, quando foi apontado como diretamente responsável pela eliminação do São Paulo na Sul-Americana, ao errar e ceder espaço para o gol argentino.
As alternativas mais jovens, ainda em desenvolvimento
Entre as opções de origem da posição, o São Paulo conta ainda com nomes mais jovens e menos experientes no time principal. Osorio fazia partida segura contra o Palmeiras antes de ser expulso ainda no primeiro tempo, após um carrinho de força desproporcional — episódio que reforça a falta de maturidade ainda esperada de um jogador em desenvolvimento. Isac, que formou dupla de zaga com Osorio na Copa São Paulo de Futebol Júnior, já esteve no banco de reservas em jogos do time principal, mas segue sem estrear oficialmente.
A alternativa tática: improvisar Newton
Diante do cenário de instabilidade generalizada na zaga, Dorival Júnior também estuda uma solução híbrida: improvisar o volante Newton na função de zagueiro pela direita, posição que ele já ocupou em algumas oportunidades ao longo da temporada. Segundo a apuração, Newton é hoje a opção mais cotada para assumir o setor, especialmente se o técnico decidir manter o esquema tático com três defensores que vinha utilizando em jogos recentes.
O desafio para a reta final
Com 11 jogos ainda a disputar no Campeonato Brasileiro, o São Paulo terá de lidar com a ausência prolongada de sua peça mais confiável na zaga justamente no momento em que tenta consolidar uma campanha capaz de garantir vaga em competição internacional para 2027 — objetivo declarado recentemente pela própria diretoria do clube. A forma como Dorival Júnior vai reorganizar o setor, entre veteranos inconstantes e promessas ainda em desenvolvimento, deve ser um dos temas mais decisivos da reta final da temporada são-paulina.
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Tem que ter muito amor para torcer para um time desses!
Tem elenco, tem que por pra jogar.
O SPFC tem mais 10 jogos, sendo que 6 são contra times que estão pior na tabela.
Um deles é clássico, ai eu entendo que pode ser complicado pra colocar jovem, mas ainda sim são 5 jogos.
Se a molecada não tem nível pra ajudar nesses 5 jogos, ai fica complicado manter no elenco pra próxima temporada.
Se os titulares também não tem nível….então melhor colocar a molecada. Pelo menos vontade de mostrar serviço eles vão ter.
Vamos de Toloi batendo a meta e renovando por 1 milhão até o Centenário
Osório joga o restante e é vendido no fim de ano por 60M e o dinheiro é usado pra pagar rescisão de bagre
Não entendo porque o Isac não joga, sempre falaram muito bem dele.
Com 11 jogos, entendo que dá para levar, sim.
Arboleda, Toloi, Sabino: em condições de jogar.
Toloi: espero q não alcance a meta de renovação automática (alguém sabe qual o limite?)
Osório: vinha bem até o erro da expulsão; merece + chances.
Isac: se necessário, é a hora de ter oportunidades.
Newton: mais uma (boa) alternativa.