Prepotente, Diretor do São Paulo ainda reluta em admitir que errou em demissão de Crespo
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Dirigente afirma que talvez o Tricolor pode ter se equivocado no momento da saída do técnico argentino e fala sobre crise financeira e objetivo para o Brasileirão
Seis meses depois da saída de Hernán Crespo, o São Paulo voltou a relutar em admitir que a decisão pode ter sido tomada no momento errado. Após a eliminação para o Boca Juniors na Copa Sul-Americana, o executivo de futebol Rafinha reconheceu que a diretoria pode ter cometido um equívoco ao definir a saída do treinador argentino em março.
A declaração acontece em um momento delicado para o clube, que agora terá apenas o Campeonato Brasileiro pela frente e convive com problemas financeiros, atrasos de pagamentos e uma campanha irregular na competição nacional.
Rafinha admite possível erro no momento da saída de Crespo
Crespo foi demitido em março, quando o São Paulo ainda disputava as primeiras posições do Campeonato Brasileiro. Na época, o treinador argentino havia feito uma avaliação mais cautelosa sobre os objetivos da temporada e citado a necessidade de alcançar os 45 pontos.
Meses depois, Rafinha reconheceu que a demissão poderia ter acontecido em outro momento.
“A demissão do Crespo ia acontecer, mas o tempo em que foi demitido pode ter sido errado. Podemos ter nos equivocado.”
O dirigente, entretanto, afirmou que o clube precisa deixar a discussão para trás e concentrar esforços na sequência da temporada.
A saída de Crespo foi seguida por outras duas mudanças no comando técnico. Roger Machado assumiu posteriormente, mas também acabou demitido em maio. Atualmente, Dorival Júnior é o treinador do São Paulo.
São Paulo vive cenário diferente seis meses depois
Quando Crespo deixou o cargo, o São Paulo tinha uma perspectiva diferente no Campeonato Brasileiro. Agora, após a eliminação da Sul-Americana diante do Boca Juniors, o Tricolor terá somente o Brasileirão até o final de 2026.
O time ocupa atualmente a 11ª colocação, com 33 pontos, cinco acima do Vasco, que aparece na abertura da zona de rebaixamento.
Restam 12 partidas para o encerramento da competição.
Nesse cenário, Rafinha evitou repetir a meta dos 45 pontos apresentada anteriormente por Crespo e estabeleceu como objetivo a busca por uma vaga em competição internacional.
“Nosso objetivo é uma vaga em competição internacional. Temos que ir jogo a jogo.”
Atrasos financeiros também preocupam o elenco
Outro tema abordado por Rafinha foi a situação financeira do São Paulo.
O clube enfrenta atrasos nos pagamentos de direitos de imagem, que já se estendem por meses. O dirigente reconheceu que esse tipo de problema interfere no ambiente profissional, embora tenha evitado afirmar que os atrasos sejam responsáveis diretamente pelo desempenho da equipe.
“Claro que atrapalha. Não posso ser hipócrita e falar que não atrapalha.”
Rafinha também afirmou que a questão não seria exclusiva do São Paulo e destacou que os jogadores do atual elenco não são movidos apenas por questões financeiras.
O clube passou por um atraso recente nos salários registrados em carteira, situação que, segundo as informações apresentadas, foi posteriormente regularizada.
Eliminação para o Boca aumenta pressão sobre o Brasileirão
A eliminação da Sul-Americana muda completamente o calendário do São Paulo. Sem a competição continental, o time de Dorival Júnior terá o Campeonato Brasileiro como único compromisso até o fim da temporada.
O empate por 1 a 1 com o Boca Juniors no MorumBIS não foi suficiente para reverter a derrota por 1 a 0 sofrida na Argentina.
Agora, a missão da diretoria e da comissão técnica é reorganizar o elenco e buscar uma reação na reta final do Brasileirão.
Próximo jogo do São Paulo
O Tricolor volta a campo neste sábado (19), às 21h, novamente no MorumBIS, para enfrentar o Internacional pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Será o primeiro compromisso do São Paulo depois da eliminação continental e também o início de uma nova etapa na temporada: 12 jogos para tentar melhorar a posição na tabela e buscar a classificação para uma competição internacional.
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Vamos ressuscitar o Inter, Senhor Rafinha.
Crespo teve foi um livramento, isso sim
É melhor sair com suas convicções em pé do que sair poque abraçou a panela e deu tudo errado!
SPFC era bom quando o Rafinha tocava pagode e ajudava no Gatorade.
Nada como um dia depois do outro… né ?
O Crespo jogou uma mandinga no SPFC sobre os 45 pontos que o Roger Machado mesmo com o futebol que é um grande círculo que remetia a ancestralidade e do poder mitologia africana não conseguiu “quebrar”. Daí tivemos que recorrer ao Dorifrei com seu poder salvador da pátria que com muita reza e indo à missa do corintiano Padre Marcelo Rossi conseguiram o que parecia improvável.
Livraram o SPFC, o Corinthians e de quebra o Santos de ter que se sacrificarem nas competições sulamericanas neste ano.
Mas a mandinga dos 45 pontos é muito forte e exerce extrema pressão nestes 3 clubes.
Mirandoossol a gente chega lá, se precisar tomar um energético é RB neles!
Final do ano, ninguém come porco hein!
Se tudo correr bem, um urubu vai brilhar no céu brasileiro!
Saudades do boca de farofa…. Pera… meu deus…
Eu sei que o Rafinha tem uma parcela de culpa, mas ele é o de menos. O que temos de maior problema são os conselheiros e os dirigentes. Não foi ele que tomou a decisão de demitir o Crespo, foi o Rui Costa, isso todo mundo sabe, só que esses caras usam os ex-jogadores como escudo. Enquanto não mudar a corja, vai sempre se repetir o problema, eles se escondem atrás do ex-jogadores e a torcida cai fácil.
Na primeira vez que o Rafinha falou depois que foi contratado, ele já soltou que o Crespo tinha pensamento de perdedor. O Rafinha foi essencial para a demissão. O Rui Costa não tinha conseguido convencer o Massis da demissão.
Chega logo, Dezembro
E hoje estão fazendo o que? Ah tá, tentando garantir os 45 pontos…
Miserávi!!!
O pior é se não conseguirem! Meu pai amado
Zanca
O Diretor – Presidente estagiários
Do rival ultrapassado – teimoso e paternalista
Qual seria o resultado dessa equação
O primeiro passo para melhorar é reconhecer que errou.
Se ele não é capaz nem disso, fica difícil de sair do lugar.