Sem dinheiro e sem plano definido, São Paulo adia decisão sobre Lucas Moura para depois das eleições
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Sem dinheiro e sem plano definido, São Paulo adia decisão sobre Lucas Moura para depois das eleições
Depois de encaminhar a renovação de Jonathan Calleri, o São Paulo optou por deixar em segundo plano outra situação importante do elenco: o futuro de Lucas Moura. Sem margem financeira e em meio ao período eleitoral do clube, a diretoria decidiu adiar qualquer definição sobre a permanência do camisa 7.
Internamente, a prioridade é acompanhar a recuperação do jogador e garantir seu retorno aos gramados. Por isso, as conversas para uma possível renovação foram interrompidas e devem ser retomadas apenas quando Lucas estiver novamente à disposição da comissão técnica.
Além da questão física, o momento político e financeiro do São Paulo também influencia a decisão. Com o clube buscando equilibrar as contas e às vésperas das eleições presidenciais, a tendência é que um eventual novo contrato seja discutido pela próxima gestão ou após a definição do cenário político. Informação de Valentin Furlan.
Recuperação anima o departamento médico
Lucas segue em recuperação da cirurgia realizada após a grave lesão ligamentar sofrida nesta temporada. Em um primeiro momento, a expectativa era de que o atacante voltasse a atuar apenas em 2027.
No entanto, a evolução tem sido considerada bastante positiva pelo departamento médico. Hoje, existe a possibilidade de que o camisa 7 retorne aos gramados já em novembro, antes do encerramento da temporada, embora o cronograma ainda seja tratado com cautela.
A expectativa é que o desempenho de Lucas em seu retorno, aliado à definição do novo comando do clube, seja determinante para o futuro das negociações. Até lá, o São Paulo concentra seus esforços na recuperação do ídolo, deixando a renovação contratual para um momento mais oportuno.
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Adia decisão? Só de cogitar de renovar com esse ex-jogador já é o fim da picada. SPFC virou casa de caridade. Parasita.
Eu não sou contra renovar com o Lucas.
Eu sou contra manter o mesmo patamar salarial.
Caso o jogador, tenha algo melhor e ele considere o valor incompatível ao que ele deseja, o melhor é ir para outro clube ou outro mercado.
Encontrar um jogador com a qualidade dele, sem desembolsar pelo menos uns 40 mi não tem.
Concordo com você sobre renovar fazer sentido apenas com redução salarial.
Mas discordo da frase sobre não achar jogador com a qualidade dele por pelo menos 40mi. Explico:
Qual qualidade? Infelizmente o Lucas que vale esse valor aí jogou até 2024.
Em 2025, com as lesões constantes foi uma sombra daquilo, em 2026 idem.
De qualidade teórica já estamos cheios, o que o Lucas de fato entregou nos últimos 2 anos, 20 mi acha (Marcos Antônio, por exemplo, custou +- isso).
Não que tenhamos 20 mi hehe, mas o ponto da redução salarial do Lucas passa exatamente por entender que ele não entrega o que custa.
Em tempo, o mesmo vale para o já renovado Calleri.
É óbvio que tá difícil achar centroavante bom no mercado com custo benefício (difícil, não impossível). Mas isso não exclui o fato que hoje ele já não entrega o que custa, que dirá com um aumento de salário (seja ele qual for).
Ás vezes o jogador cava a própria cova, porque a não ser que ele passe a entregar média de gols, com 32 anos, maior que a carreira toda, a sensação de custo benefício só vai piorar.
Quer sair e ganhar mais? Direito seu. Quer ficar e ganhar mais? Ônus e bônus, porque a cobrança vem do mesmo tamanho do salário.
Não sei se é falta de auto reflexão ou se apenas porque não tá nem aí mesmo, porque no fim das contas, contrato assinado, o dinheiro tá garantido para ele, com ou sem críticas.
Quem reclama do Calleri merece 10 anos com um Pablo da vida no ataque. O cara cobrou o que qualquer centroavante bom cobra.
Claro, só existe o Calleri e o Pablo de centroavante em todo futebol mundial.
Sofisma de não quem consegue pensar.
Longe de achar que o Calleri não merece nosso carinho (apesar da baixa média de gols, ajudou bastante e fez gol do título da Copa do Brasil), mas daí a achar que portanto devemos pagar o que for para ter ele para sempre, outros quinhentos né…
Mas na dúvida, ele disse que o Calleri cobrou o que qualquer bom centroavante cobra:
Desafio ele a apontar um centroavante na América do Sul que ganha 1,5mi por mês e com a média de gols do Calleri nos últimos 3 anos (menor que 0,4 por partida).
Spoiler: não tem.
Blz sabichão. Vamos ficar no aguardo da lista de centroavantes cujo salário equivale a média ridícula de gols do Calleri.
Se tivesse um Diretor de Futebol bom, seria uma hipótese, mas pelo nível de contratações, viria algum outro veterano com salario igual ou maior e que seja pior que o Lucas.
Não confio nessa Diretoria.
Esquece essa ideia sem noção.
Tem matéria recente aqui mostrando quanto ele ganha na CLT, que já é acima do aceitável. Sendo que é ILEGAL redução na CLT.
Ele tem que sair!
Mano, na boa, essa de “ain, não sou contra renovar, sou a favor de redução salarial” é bizarro!
Olha quando o Lucas ganhar só via CLT, sendo que é ILEGAL redução na CLT.
Não faz o menor sentido renovar com ele.
Nem adianta propor redução salarial pro Lucas, depois da “bolada” que ofereceu pro Calleri… Cria-se um patamar inatingível. Fora o problema também da tal máxima: “O São Paulo finge que paga, e os sub-óbitos fingem que jogam”.
Fez muito pelo SPFC, mas hora de encerrar o ciclo. Muitas lesões e salário alto, investimento que não irá trazer retorno. Pode ir para a MLS.
Não deveria renovar com Lucas e nem Calleri, produzem pouco e ganham muito. Melhor contratar mais jogadores medianos que vão jogar do que esses dois medalhões que mais visitam o DM e pouco produzem
RuiFinha e Gastassis: dica básica. Aprendam a negociar.
O São Paulo não pode anunciar aos quatro cantos do mercado que está sem dinheiro e depois agir como se tivesse cofres infinitos.
“Não tenho dinheiro”, “é uma loucura”… frases que enfraquecem o clube enquanto a conta chega: milhões em multas, rescisões e decisões equivocadas.
Lucas Moura é ídolo. Mas o São Paulo precisa negociar como instituição, não como torcedor.
Jogadores importantes merecem respeito, mas contratos precisam proteger o clube: salário compatível, metas, produtividade e responsabilidade. Principalmente atletas mais experientes, com histórico de lesões ou limitações físicas.
Calleri já tem acordo encaminhado. O modelo deveria ser simples: reconhecimento ao ídolo sem comprometer o futuro financeiro.
O problema não é renovar com ídolos. O problema é renovar sem planejamento.
RuiFinha e Gastassis precisam entender: O São Paulo é maior que seus ídolos. E muito maior que seus dirigentes.
Boa tarde.
Sem dinheiro, sem moral, sem transparência e sem qualquer compromisso com a ética. Esse é o retrato de uma gestão que destruiu a credibilidade do clube.
Ontem, assistindo a um trecho do programa da ESPN sobre as dívidas dos clubes e a SAF, chamou a atenção um comentário. O jornalista William Tavares, santista declarado, disse que sentia inveja do São Paulo pelo nível do time e pela sequência de títulos. Em seguida, Jailson lembrou que, no Rio de Janeiro, muita gente conhecia até o hino do São Paulo, de tanto que o clube vencia, era notícia positiva e aparecia na TV.
Olhem o tamanho do estrago que fizeram com o São Paulo.
Já renovaram com o Calleri e agora ainda querem renovar com o Lucas?
Imagina somando o custo só dos dois quantos jogadores novos e bons poderiam ser contratados…
É muita incompetência para uma única diretoria…
A grande verdade é que, mesmo recuperado, o Lucas não tem mais condições de jogar em alto nível.Assim como o Neymar, ele perdeu a força física para dar aquelas arrancadas em velocidade. Se ele se adaptasse a outra função ou mudasse o estilo de jogo, ainda poderia ajudar muito o São Paulo. O problema é que ele ainda acha que pode pegar a bola, driblar dois ou três adversários e fazer o gol. Não dá mais. O tempo chega para todo mundo, e para ele chegou.Aquele Lucas jovem de 2012, que desequilibrava os jogos com pura vitalidade, força e talento, ficou no passado. É difícil aceitar, mas é a realidade que muitos torcedores não querem ver.