Abatido, meia do São Paulo fala sobre derrota
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Marcos Antônio lamenta derrota do São Paulo e pede reação: “Temos que levantar a cabeça”
O volante Marcos Antônio demonstrou abatimento após a derrota do São Paulo por 2 a 1 para o Athletico Paranaense, na noite desta quarta-feira (22), no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Ao fim da partida, o camisa 8 reconheceu que a equipe fez um bom primeiro tempo, mas lamentou o apagão na etapa final, quando o Tricolor sofreu a virada em apenas seis minutos.
“A gente trabalhou bastante nesse período, fizemos um excelente primeiro tempo. Infelizmente, no segundo tempo tomamos dois gols, o que acabou nos complicando. Temos que continuar e levantar a cabeça. Não tem o que fazer além de trabalhar. Temos que seguir trabalhando para reverter esse momento”, afirmou.
Primeiro tempo animador não foi suficiente
Após a pausa para a Copa do Mundo, o São Paulo voltou ao Brasileirão apresentando uma boa organização durante os primeiros 45 minutos. A equipe controlou as ações, criou oportunidades e abriu o placar, levando vantagem para o intervalo.
No entanto, o cenário mudou completamente na volta do segundo tempo. O Athletico-PR marcou duas vezes com Leozinho nos primeiros minutos da etapa final e conseguiu administrar a vantagem até o apito final.
Momento exige reação
A derrota amplia a pressão sobre o elenco e a comissão técnica, que agora precisam encontrar rapidamente soluções para recuperar o desempenho da equipe no Campeonato Brasileiro.
Marcos Antônio reforçou que o caminho para superar a fase passa pelo trabalho diário e pela união do grupo, sem buscar desculpas para o momento vivido.
Próximo desafio será no Maracanã
Sem muito tempo para lamentar, o São Paulo volta suas atenções para um confronto de alto nível. O Tricolor enfrenta o Flamengo no próximo domingo (26), às 18h30, no Maracanã, em duelo válido pela sequência do Campeonato Brasileiro.
A expectativa é de que a equipe apresente uma resposta imediata para interromper a sequência negativa e recuperar a confiança de jogadores e torcedores.
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Temos de levantar a cabeça…. ( e olhar nossa polpuda conta bancária )
Ole le o lá lá, o Buta vem aí…e o bicho vai pegar
Alguns itens do cartão corporativo :
Lojas de produtos de beleza t
R$ 1.628,35 na Victoria Secret .
R$ 2.840,47 na Sephora.
Será que eram mimos para a namorada, para as exs ou alguma amante desconhecida???
Tem mais…
Gastou quase R$12 mil no Café Empório Ibérico.
A cafeteria tinha como sócia Mara Carvalho, namorada de Casares, de 2023 e 2025.
Abatido fico meu ovo esses dias com uma sentada!!
Q ISSO haiehaiuehiuaheiuaheuiaheiu
kkkk Meu Mano o cara ganha mais de uma milha mes, joga no sp tem vida de luxo e fala que ta abatido ai nao ne
Voltando à questão das renovações, um clube na situação do São Paulo não deve renovar com Caleri e Lucas por cerca de 160 milhões (80 cada). Uma vez que nenhum dos dois está apresentando um desempenho que justifique ganhar 1 milhão, quanto mais 2 milhões. Além disso, se eu estivesse no São Paulo, investiria imediatamente na contratação de um novo goleiro; meu alvo seria o Jhon!
Os roubos no São Paulo sempre existiram dos ex-presidentes, infelizmente assim como todos próximos ali que trabalham. Ainda temos Belmonte, ainda temos Milton Cruz várias pessoas ali dentro que fazem parte desse cenário mas muitas mesmo. Porém quem demitiu crespo não foi ele e sim o Massis. Matérias de quando o São Paulo perde ou está virando o apocalipse sempre aparece o Casares para desfocar essa diretoria que lá muitos estão ainda e a corrupção interna.
O Legado Mais Perigoso de Roger Machado: A Dificuldade de Reação de um São Paulo em Crise
A pior herança que um treinador pode deixar não é apenas um esquema tático mal ajustado. Muitas vezes, o problema mais profundo está na mentalidade que permanece no grupo.
As declarações de Marcos Antônio após mais uma derrota para o Athletico-PR ajudam a compreender o momento vivido pelo São Paulo. O volante reconheceu o bom primeiro tempo da equipe, lamentou os dois gols sofridos na etapa final e resumiu a situação ao afirmar que “não tem o que fazer além de trabalhar”. Em outras palavras, reforçou que o caminho para superar a fase passa pelo trabalho diário, pela união do grupo e por seguir em frente, sem buscar desculpas.
O discurso é correto sob o ponto de vista profissional, mas também expõe um sinal de alerta: o de um elenco que parece ter perdido a convicção de que pode mudar o rumo de uma partida durante os 90 minutos.
Quando a resposta mais recorrente após os tropeços passa a ser apenas “continuar trabalhando”, surge a impressão de que o time espera uma melhora natural, em vez de construir sua reação dentro do próprio jogo. É como se, diante de um gol sofrido ou de uma dificuldade momentânea, a equipe aceitasse que aquele seria o roteiro da partida.
Nesse sentido, a herança mais preocupante deixada por Roger Machado pode não estar apenas nos resultados, mas na forma como o grupo passou a reagir às adversidades. A impressão é a de uma equipe que, ao sofrer o primeiro golpe, deixa de acreditar que pode reagir. A confiança desaparece, a intensidade diminui e a derrota passa a ser encarada como um desfecho cada vez mais provável.
Dorival Júnior, portanto, tem um desafio que vai muito além da organização tática. Sua primeira missão é reconstruir a confiança do elenco. Os jogadores precisam voltar a acreditar que uma partida pode ser revertida, que um erro não determina o resultado e que concentração, intensidade e entrega devem permanecer até o último minuto.
Mais do que recuperar a confiança, Dorival precisa romper um ciclo que se tornou recorrente no São Paulo: sofrer um gol, perder o controle emocional da partida e aceitar o resultado como inevitável. Equipes vencedoras não são aquelas que nunca erram, mas as que conseguem reagir rapidamente aos próprios erros.
A seleção argentina oferece um bom exemplo dessa mentalidade. Além da qualidade técnica e da organização tática, o que chamou atenção foi a convicção de que a vitória era possível até o último lance. Essa postura fez a equipe manter intensidade, concentração e competitividade mesmo sob enorme pressão. É esse comportamento que Dorival precisa reconstruir no São Paulo.
O segundo desafio exige humildade e leitura de contexto. Dorival não precisa copiar Hernán Crespo, mas deve estudar por que algumas peças renderam melhor naquele modelo de jogo. Marcos Antônio viveu sua melhor fase sob o comando do treinador argentino. Daniel e Lucas Ramon também podem encontrar um ambiente mais favorável em uma estrutura que valorize intensidade, aproximação e movimentação constante.
Pelas características do elenco atual, Enzo Díaz ou Buta podem oferecer maior profundidade pelo lado esquerdo do que Wendell. Nos momentos ofensivos, ambos têm condições de dar amplitude ao ataque e potencializar jogadores como Ferreirinha, Lucca e Victor Sá. Já quando o São Paulo estiver sem a bola, podem recompor por dentro e atuar como um terceiro zagueiro, fortalecendo justamente o setor defensivo, hoje um dos mais vulneráveis da equipe.
Enzo Díaz, por exemplo, demonstra muita entrega e competitividade, mas precisa controlar melhor o excesso de ímpeto em alguns lances. Sua disposição é uma virtude, porém, em momentos de pressão, acaba cometendo faltas evitáveis que prejudicam a equipe.
Pelo lado direito, Lucas Ramon reúne características para atuar em sintonia com Arthur, formando uma dobradinha capaz de gerar superioridade numérica, acelerar as transições e ampliar as opções ofensivas.
Não se trata de copiar o passado, mas de compreender o que funcionou, adaptar as ideias ao elenco disponível e potencializar as características dos jogadores.
O São Paulo não vai sair dessa crise apenas treinando mais. Trabalho é obrigação de qualquer equipe profissional. O que realmente muda uma temporada é a mentalidade.
Dorival precisa devolver ao elenco algo que parece ter se perdido: a certeza de que o jogo só termina quando o árbitro apita. Enquanto o grupo acreditar que basta trabalhar e esperar que as vitórias aconteçam, continuará refém das circunstâncias. Quando voltar a acreditar que pode mudar o destino de uma partida até o último lance, terá dado o primeiro passo para reconstruir o São Paulo dentro de campo.
É só fazer o arroz com feijão: pega o campo de lado a lado, divide em cinco fatias: de cada ponta os extremos, ao lado dos extremos o corredor interno e a zona central entre os corredores internos. Agora, só usar os jogadores corretos em cada setor.
Nos extremos: lateral, ala ou ponta. Se for jogar com pontas: ou os laterais ou pontas (mais comum) caem para o corredor interno e o outro faz o extremo.
Zona central: Aqui faz tempo que o torcedor não sabe nem o que é. Desde o cabeça de área, o 5 (chamado hoje em dia de coração do time), até o dono do jogo, o camisa 10, não temos jogadores que saibam fazer a função. Se você perde a zona central, só sobra a individualidade pelos lados ou as bolas paradas. Curioso: tivemos o Maia (no período dos Maias) fazendo um bom 5 e o Marcos com o Crespo fazendo um regista de excelência. Ontem os dois em campos e se pegasse os dois e batesse no liquificador não daria um.
Crespão: foi o único treinador que soube escalar Luciano e Calleri. Por quê? Porque fez o arroz com feijão básico, aliás só replicou o padrão de jogo do Milan do qual ele jogou. “Vou jogar com dois atacantes por dentro?”, Corredor interno farão os médios-centros e os extremos os laterais ou alas. Na zona central eu mantenho um 5 e um 10. Simples, fácil, seguro. Agora, ontem com o Dorival e tantos outros treinadores:
Marcos, na saída você desce para ajudar na construção, na transição você sobe e vira ponta pela esquerda. Wendell, você defende como lateral, mas ataca pelo corredor interno e até pode ir para a zona central. Calleri, estamos sem ponta esquerda, então você cai para lá para ajudar a dar superioridade ao Marcos e Wendell. Artur, não tira o pé do riscado lateral. Lucas Ramon, tenta pisar no último terço da sua maneira (isto é, vai de qualquer forma e jeito). Luciano, você é o Luciano, né? Joga do seu jeito anárquico (que foi a forma educada do Crespo dizer que ele é burro e não sabe cumprir instruções).
No fim das contas, não tivemos um legitimo 5 ontem, nem extremo esquerda, nem novecauteador, nem 10, um lateral direito que atacava sem padrão (não é culpa do Lucas, mas sim da mula que desenhou o time), o Bobadilla que era pra fazer o corredor direito, teve que cobrir o Artur que não descia pra marcar e para subir tava todo enroscado… Ontem só o Rafael e os zagueiros estavam fazendo a função arroz com feijão, mas o resto…
Ou o SPFC volta a fazer o básico, ou vamos correr risco de queda mesmo.
Soluções: “ain queru jogar cum calleri e luciano”: 4-3-1-2: Rafael, Lucas, Domingos (assim que puder vira titular, pois o Arbobado não merece ganhar titularidade), Sabino e Wendell. Marcos, Bobadilla, Danielzinho. Cauly ou Pedro e Luciano e Calleri. É isso aí que tem.
Quero jogar com pontas Artur e Sá ou Ferreirinha (nem vou cogitar os moleques porque não vão ter chances de titularidade com o Dorifrei): Mantem a base acima e tira o Cauly e Luciano ou Calleri e põe os caras de lado.
Bom, mas a mudança para o próximo jogo deve ser o Cauly fazendo falso ponta para buscar a acomodação da dupla de dois lá na frente.
Resultado catastrófico mas o primeiro tempo do time foi razoável. Não bom como o Doritriz falou mas deu pra ver alguma coisa ali.
Problema: Não tem elenco pra manter aquilo.
Tem mais 4 jogos pra se virar e fazer funcionar. E não adianta chorar por reforço.
Abatidos, se nada mudar, estaremos nós no final do ano
Enfim uma boa notícia :
O São Paulo informa que Rafael Toloi sofreu um estiramento na região posterior da coxa direita.
Oremos…
Quer outra boa notícia ?
Sem prazo para recuperação…
Espero que eles tenham bastante cuidado na recuperação do Tolói…. não precisa pressa.
Abatido com a derrota ou por ter melado uma transferência para o Flamengo?
“Jogamos bem o primeiro tempo.”
Pois é esta a questão,a quanto tempo a equipe no segundo tempo entrega o resultado?
Não é a primeira vez que joga bem o primeiro tempo,sai na frente e entrega o empate ou a virada para o adversário,sem conseguir matar o jogo.
Aí é fod*…
Reação imediata que espero é não perder por mais de 3 gols no Maracanã… lá a derrota é certeza que vem.
VARmengo é freguês.
Também espero não passar vergonha, tomar olé e uma sacola de gols.
Um empatezinho e eu assinaria este acordo.