Relatos de aliados de Massis informam pressão insuportável no Presidente e que a queda era inevitável

Treinador do São Paulo FC em coletiva de imprensa, com fundo estampado do clube e logos de patrocinadores.

Após meses de cobrança da queda de Rui Costa, Massis teve que ceder e demitiu o Diretor de Futebol. Sua queda, alvo de pressão e cobrança. Internamente, a postura do dirigente já era questionada inclusive por jogadores que identificaram um comportamento excessivamente ditatorial e não reintegração de Arboleda, além de afastamentos de alguns atletas agora atingiram a ele mesmo, algo que ele permitiu quando deixou jogadores comandarem na época de Crespo.

A soma de ambos os fatores destruiu a possibilidade de permanência. A informação de que poderia restituir melhor o controle de negociações com posturas mais brandas e sutis além de trazer a paz ao invés de manter um clima pesado e bélico no CT foi fundamental para Massis.

Consequências imediatas desta ação podem refletir em Arboleda, Maik e até jogadores que tinham conversas em andamento e não fluíram. Outra, como a de Newton, podem afundar. Ainda não há um nome consensual de reposição e Rafinha assume as negociaçoes junto com o auxílio jurídico do Dr. Felipe e claro, decisões finais de Massis com aval ou não de Dorival e sua comissão.

Nomes podem surgir a partir de amanhã no clube, muitos não acreditam em um conselheiro mas não está descartado. Um profissional seria bem complexo de buscar com 6 meses para o cargo mas, tentarão ainda assim.

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