Harry Massis completa 50 dias na presidência do São Paulo FC com uma meta clara: apertar o cinto, profissionalizar a gestão e gerar economia pesada nos cofres do Tricolor. Somando cortes na diretoria, ajustes no clube social, revisão de estruturas internas e acordos financeiros, a gestão projeta impacto que se aproxima da casa dos 20 milhões de reais em um curto espaço de tempo.

Um homem idoso em pé na mesa de conferência do São Paulo FC, falando ao microfone diante de um painel com logotipos do clube e patrocinadores.

As demissões começaram pesado. Marcio Carlomagno (superintendente geral) e José Eduardo Martins (diretor de comunicação) foram os primeiros a sair. Baixas no clube social completaram o pacote, chegando aos R$ 4 milhões projetados em economia salarial.

Massis varreu a estrutura por conflitos de interesse, demitiu filha em ato de compliance e centralizou tudo no executivo Rui Costa, com Rafinha como elo no departamento de futebol.

Descobriu atrasos de 1 a 3 meses em salários e direitos de imagem – rotina que ele acabou na hora.

Acordo fechado: parcelamento em 10 vezes, com promessa de folha em dia eterna. Nada de “normalizar” atrasos de 30 dias como antes. Jogadores voltam a treinar tranquilos, e o Tricolor dispara em campo. MorumBIS e gestão: Massis abre mão de luxos no São Paulo FC

Não é só cortar nos outros. O presidente abriu mão de cartão corporativo e plano de saúde do clube. Gesto que silencia críticas e reforça: aqui é profissionalismo, não farra.

Dívida acima de R$ 900 mi ainda assombra, mas o balanço de 2025 deve sair com números menos ruins. Massis foca reestruturação sem se lançar candidato este ano – prioriza estabilizar o Tricolor Paulista.

Shows no Morumbi rendem receita, mas o gramado novo (Bermuda Celebration) já rola para jogos em março. Finanças equilibradas + campo perfeito.

Saídas como Alisson e Ferraresi somam mais R$ 10 mi em alívio anual. Massis turbina receitas e negocia com patrocinadores para o São Paulo.Harry Massis encerra as equipes sub-18 e sub-20 do basquete, gerando economia de R$ 2 milhões até o fim de 2026. Sem time profissional desde maio de 2025, manter base sem perspectiva de promoção não faz sentido estratégico. Mais cortes no social. Cortes na folha salarial e expectativa de ainda mais.

O clube da fé respira. Menos dívida, elenco pago e pontos se ajustando.

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