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São Paulo ainda tem 3 espaços vazios na camisa para patrocínios
A camisa do São Paulo ainda exibe três espaços vazios para patrocínios em 2026: a barra traseira, as omoplatas e as mangas, apesar de um uniforme já bem povoado por marcas consolidadas. Atualmente, o Tricolor ostenta Superbet como patrocinador máster e nas costas superiores, Elgin no peito central, Ademicon no peito esquerdo e Cartão de Todos (ou Moto da Gente em variações recentes) na barra frontal. Esses espaços livres representam uma chance de injeção financeira urgente para o clube, que enfrenta limitações orçamentárias em meio a disputas políticas e dívidas acumuladas, mas as negociações avançam com otimismo para preencher as lacunas.
As omoplatas estão desocupadas desde abril de 2025, quando o São Paulo rescindiu com a Viva Sorte por conflitos de interesse com a Superbet, principal parceira de apostas do clube. Esse rompimento deixou o espaço ocioso por quase um ano, mas a diretoria, liderada por Rui Costa, monitora propostas para atrair marcas alinhadas ao perfil tricolor sem gerar atritos comerciais. Já as mangas tiveram um quase acordo com o Magnum Bank, frustrado por novas normas do Banco Central que complicaram a entrada de instituições financeiras no esporte, adiando o que poderia ser uma receita estável para o setor.
A barra traseira, por sua vez, vaga desde setembro de 2025, reflete um capítulo amargo: o rompimento com a BlueMed por inadimplência, com o São Paulo cobrando mais de R$ 6 milhões na Justiça. Esse litígio judicial atrapalhou negociações subsequentes, mas fontes recentes indicam conversas avançadas com a Unimed para ocupar o espaço após três meses de tratativas, pausadas pelo turbulento cenário político interno. Um acerto ali injetaria caixa imediato, beneficiando o clube na reta final da janela.
Esses espaços vazios não são apenas buracos visuais na camisa, mas símbolos de uma gestão que busca criatividade em meio às restrições financeiras pós-2025. Com Hernán Crespo elogiando a luta de Rui Costa por reforços, parcerias como essas se tornam vitais para sustentar contratações pontuais como Cauly. A torcida são-paulina acompanha ansiosa, sabendo que marcas fortes na camisa impulsionam visibilidade e receitas para títulos.
O otimismo cresce com rumores de anúncios iminentes, especialmente para a barra traseira, enquanto omoplatas e mangas seguem no radar de Eduardo Toni, diretor de marketing. Para os tricolores, preencher esses espaços significa mais que estética, é necessidade.
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Não foi dito nada sobre valores, mas seria de se estimar algo entre 1 e 2 milhões por mês nos 3 espaços, com base nos 6 milhoes da bluemed pelo ano de 2025. Só aí seria de 15 a 20% da folha mensal, o que é bem significativo. Espero que fechem logo para estabilizar os rendimentos.
VIVA o $uper Toni do Mkt !!!
Eduardo Tony é um dos piores diretores de marketing gue o São Paulo ja teve e não sai 😡